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Enquanto faziam testes nas proximidades do planeta Seven, Shinatose e Nagate interceptam um pedido de ajuda vindo de lá. Inicia-se uma operação de resgate de Teruru Ichigaya, a única remanescente da facção antiarmas que estava na lua. E no volume 12, a nave Mizuki inicia seus testes, mas Shou Honoka desaparece. O que será que aconteceu?


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Sinopse:


Através de uma nova tecnologia implantada na prótese de Izana, a nave Sidonia consegue captar um fraco sinal emitido do planeta Seven, para onde os ativistas migraram, mas que foram dizimados por Gaunas. Crentes de que é um sobrevivente dos ativistas, Nagate e Izana decidem ir ao resgate, contando com um grande reforço! O único problema é a Nave Mass Union Grande que está à deriva bem ao lado do planeta Seven, e a missão de resgate pode ser o estopim antecipado para o confronto final…!






Atenção: Spoilers dos volumes anteriores!





Dois volumes bem interessantes: no onze temos pouca coisa acontecendo, mas são situações bem interessantes que vão explodir no futuro; e no volume 12, é um recheado de informações e acontecimentos. Começando pelo volume 11, temos o início de um período de testes bélicos para Sidonia. Agora que eles descobriram que os gaunas são atraídos pelas kabis artificiais e pelas partículas Heigus, o setor de desenvolvimento quer explorar formas alternativas de escaneamento e infiltração. Shinatose inicia testes para ampliar a capacidade de escaneamento, mas enquanto isso se processa, ela capta uma transmissão vinda do planeta Seven. Depois de triangular o sinal, eles descobrem que se trata de Teruru Ichigaya, uma andróide criada por Taro Ichigaya, membro do movimento antiarmas que vivia dentro de Sidonia. Lá nos primeiros volumes, lembrem-se que eles deixaram a nave e foram em direção a uma lua próxima à estrela Lem. Bem, só restou Teruru. Depois de um pouco de convencimento, Shinatose, Nagate e a senhora Hiyama (que descobrimos que foi uma piloto) se dirigem ao planeta com equipamentos ultrapassados para evitar a detecção da Mass Union Gigante que está muito, mas muito próxima do planeta. Qualquer descuido pode despertar a nave colossal e aí será morte certa.


A arte dessa edição está impecável. Detalhista para caramba e, mesmo tendo algumas páginas que não gostei aqui e ali, mas no geral gostei demais dos ambientes amplos, das páginas duplas e do maneira em como ele deixa as páginas parecerem limpas. Não gosto de usar expressão em inglês, mas o visual é bem clean e harmônico. O horizonte mostrado no planeta Seven é lindo e ilustra como ele pensou um planeta inteiramente aquático. Agora, preciso mencionar o gauna tentacular que ele criou aqui que é aterrorizante. Me espanta como essas criaturas vem adotando traços cada vez mais humanóides. Imagina uma criatura gigante, formada por vários tentáculos grossos (que podem te estrangular numa boa) e com um rosto humano, expressando raiva/terror/desespero. Gostei também do design da Teruru, simples, mas eficiente. Tirando as orelhas voadoras, que aí é viagem demais para mim, o fato de ela alternar entre um modo armadurado e um humanóide expressa a vontade do movimento pacifista de tentar sobreviver sem recorrer às armas. A quadrinização deste volume é bem doida e combina com as edições orientadas para ação. Poucos quadros, alguns momentos com diálogos quase monossilábicos. Por isso que quando a arte volta a algo mais simples, a gente repara e critica.


Jurava que o Nihei tinha esquecido esse tema depois do exílio da cúpula do movimento pacifista. Parabéns para ele! Retomou algo lá de atrás e com fúria. O movimento antiarmas tinha culpado o Nagate que, na época, ainda fazia muita bobagem. Isso passou para a Teruru, que repete a vontade de seus criadores. Em alguns momentos fica chato a recusa dela em ser resgatada pelo Nagate pelo simbolismo que ele representa, mas é importante porque traz o tema de volta para discutirmos. A capitã tem um estilo pouco prosaico de lidar com as coisas, e deseja se livrar do movimento antiarmas a todo custo. Sejamos sinceros: Sidonia é um governo ditatorial, bélico. A estrutura social é inteiramente voltado para a guerra. Estamos tão envolvidos com o relacionamento entre Nagate e Shinatose que esquecemos que a capitã deu um belo de um golpe de Estado e governa com mão de ferro. Por exemplo, ela permitiu a criação de Tsumugu e Kanata e ainda encobriu os rastros do Kunato. Se não fosse a ameaça iminente de Mass Union, concordaria e muito com a Teruru. A questão não é o Nagate, mas a própria administração de Sidonia. A nave foi criada para explorar outros sistemas estelares e hoje seu propósito é unicamente desenvolver robôs e armas melhores.

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Por falar em Shinatose e Nagate, o que aconteceu em Seshunkyu? Bem... deixemos para vocês conferirem. Como diria aquele velho filósofo chamado Chapolim Colorado: "suspeitei desde o princípio". Gente, já vimos essa novela mais de duzentas vezes em animes japoneses. Vocês sabem o que vai acontecer. Mas, é divertido ver a Yuhata e a Tsumugu confabulando. A Yuhata parece estranhamente mexida com a situação também. E no caso dela, é que foi divertido porque dá para ver numa boa que a Yuhata tem sentimentos... pela Shinatose. Isso está ficando bem complicado para o meu gosto. Mas, como a missão do Nihei é bagunçar as nossas cabeças, ele insere a Teruru como uma nova variável na história. E a Teruru tem todo jeito de garotinha tsundere, querendo atenção, mas dando um tapa na cara do protagonista. Ela percebe que fez um julgamento errado sobre a situação, mas ela não arreda o pé da opinião que ela tem sobre o Nagate. Ou seja: lá vamos nós para com mais uma garota no apartamento do Nagate. Já, já, ele vai ter que se mudar por falta de espaço. Mas, e aa Shinatose? Sei lá.


Como disse lá em cima, o volume 12 tem um volume maior de coisas acontecendo e parece que estamos nos encaminhando para os momentos finais. Durante os testes da nova nave-corveta Mizuki, o grupo capitaneado pela Yuhata é atacado por um estranho gauna. Esse gauna, que parecia passivo, muda de forma e se iguala a uma nave Mass Union, disparando gaunas menores no formato de guarda-chuva para atacar os membros da Sidonia. O combate se torna complicado com esses gaunas menores tendo a habilidade de englobar os guardiões e levá-los para a nave maior. Shou Honoka, uma das irmãs Honoka é capturada por esses gaunas e En e Ren pedem desesperadamente a Nagate para ajudar a resgatá-la. Mas o que eles vão encontrar vai ser algo que eles não esperavam.


Essa edição tem uma arte que eu definitivamente não gostei. Embora o Nihei use umas construções bem interessantes e bizarras dentro da Mass Union, ele optou (ou não teve escolha) e não arte-finalizou as páginas. O que vamos ver são várias cenas em que os visuais estão todos em uma primeira passada do lápis, bem claras. Sei que alguns artistas fazem esse tipo de experimento como uma forma de estilizar alguns trechos, só achei que o que foi feito aqui não combina com a história em si. Fico pensando se tivéssemos uma arte bem acabada e completa aqui nesses cenários biológicos loucos como seria a experiência para o leitor. Temos boas sequências de ação no espaço com algumas soluções artísticas bem interessantes feitas pelo Nihei como os movimentos mais retos e precisos da Mizuki em comparação a movimentação mais livre dos guardiões. Tem um momento em que a nave Mizuki se prepara para disparar um canhão de raios em que a nave parece uma bala e só interrompe os movimentos graças a propulsores laterais. Achei bem legal isso. Por outro lado, mais para a metade deste volume as cenas estão mais contidas, principalmente nos momentos em que eles retornam a Sidonia. Não é um volume marcado por algo espetacular e onde poderia ser, não curti a estilização.


Disse que a tendência dos gaunas nas últimas edições era se tornaram mais "humanizados" ou "antropomorfizados". Esse processo continua e percebemos o quanto os gaunas aprendem com os humanos. Eles já são uma espécie de alta inteligência, mas estão incorporando traços humanos. Até aparecer algum gauna com um nível ainda maior de senciência e se tornar mais imprevisível. Pode escrever aí que esse é o próximo passo. O enredo foi apavorante porque o leitor é levado a crer que a história vai seguir em uma direção, a do resgate da Shou. Mas, o que acontece é algo completamente diferente. E mesmo o autor esfregando isso na nossa cara, não conseguimos acreditar. Maravilhoso essa proposta da simplicidade: nem sempre o que parece simples, é algo altamente elaborado e complexo. Às vezes o simples é só simples mesmo. A tomada de decisão que eles precisaram fazer em um curto espaço de tempo foi cruel e pudemos ver o quanto o Nagate amadureceu. A Ren, quase chorando, pedindo para resgatar a Shou e o Nagate preocupado com o destino de todas as outras pessoas envolvidas na missão. Só houve uma mudança de planos quando a Yuhata deu ordens diferentes. Se fosse o Nagate de uns 5 ou 6 volumes atrás, ele pularia no vazio em uma missão perigosa (e suicida) para resgatar a Shou. Vocês vão comparar com o resgate da Teruru, mas as condições no planeta Seven eram bem diferentes. Havia a possibilidade de resgate em uma missão de reconhecimento.


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Temos também alguns momentos para vermos a situação das irmãs Honoka. Descobrimos na última edição que mais 11 delas foram projetadas para pilotar guardiões. E, assim, elas são clones. São tratadas como material descartável. A Shou aparece apenas nesse volume com uma personalidade doce e tímida, e vemos o quanto a vida dela não é pesada na balança. Por ninguém além da Shinatose, Nagate e Tsumugu. Acho que provavelmente a Tsumugu foi a que mais sentiu toda a situação porque ela se colocava no lugar da Shou o tempo todo. Tirando o fato de ela ser uma importante arma bélica, se ela estivesse na mesma situação, será que ela não seria relegada da mesma forma? Nihei já tocou nesse assunto em outras ocasiões, de clones humanos ou criaturas criadas em laboratório não tendo o mesmo valor que um objeto qualquer. E, salvo por algumas poucas pessoas, a maior parte entende como certo e lógico pensar assim. Ela pode morrer? Okay, fabriquemos mais cinco e toquemos a vida em frente. O que nos coloca a pensar em como a vida é efêmera para elas. Salvo En e Ren que já convivemos desde os volumes iniciais, as outras sequer sabemos o nome. Nihei desumanizou todas elas, nos apresentando apenas aquela que seria importante para essa história específica.


Para fechar: dúvidas ainda sobre os sentimentos da Tsumugu a respeito do Nagate? Para mim, nenhuma mais. Uma boa edição que é o estopim do arco final de histórias. Daqui para frente é só tragédia e é disso que o povo gosta. O cerco se aperta e a tripulação do Sidonia vai precisar lidar em breve com um bicho que tem um tamanho absurdo. Representa o ápice criador dos gaunas. No âmbito íntimo, Nagate vai precisar tomar uma decisão em breve. Já não dá mais para fugir da raia. E respostas evasivas já não servem mais. O que acontecerá a Tsumugu se ela sofrer uma rejeição? Cenas dos próximos capítulos.


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Ficha Técnica:


Nome: Knights of Sidonia vols. 11 e 12

Autor: Tsutomu Nihei

Editora: JBC

Tradutor: Denis Kei Kimura

Número de Páginas: 190 cada

Ano de Publicação: 2017


Outros Volumes:

Vol. 9 e 10


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Ao final da quarta edição de Batman vs Robin, o vulcão de Lázaro entra em erupção jogando resina dessa substância no ar e provocando efeitos adversos por todo o planeta. A magia e a ciência se tornam imprevisíveis, antigos inimigos voltam à vida ou ganham novos poderes. Tudo é o caos.

Atenção: também falaremos sobre Batman vs Robin 5


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Sinopse:


Após os eventos explosivos (literalmente) de Batman vs. Robin 4, o vulcão de Lázaro entrou em erupção, expelindo substâncias químicas perigosas e transformadoras na atmosfera da Terra! À medida que essas nuvens de Lázaro chovem sobre o planeta, pessoas de todo o mundo começam a desenvolver novas habilidades estranhas, observam suas habilidades já extraordinárias mudarem e testemunham todo um caos diferente de tudo que o Universo DC já experimentou! Cabe a Damian Wayne fazer o pedido de socorro para quem ainda pode ouvi-lo: venha até as ruínas da Sala de Justiça e ajude a salvar o mundo! Hera Venenosa, Poderosa, Cyborg, Batman e muitos outros respondem ao chamado, mas por que o destino de toda a vida como a conhecemos pode estar nas mãos do… Príncipe Macaco?






Nosso querido Mark Waid decidiu inovar ao pensar o evento que sairia do final de Batman vs Robin. Ao invés de termos uma megassaga ou uma minissérie, o autor apresenta um acontecimento que ecoa por várias revistas. É como se o acontecimento em si ficasse no fundo e gerasse o enredo por trás daquela história. Logicamente que a história principal é contada, mas todos os outros capítulos são derivados disso. No papel, a ideia é boa. Na prática, é um caldeirão insano de coisas bem medianas para baixo, envolvendo personagens pouco relevantes para o universo DC. São mais de 150 páginas frustrantes da qual apenas 48 são realmente legais. Justamente aquelas cujo roteiro é feito por aquele que pensou a ideia. Fazer a resenha desse one-shot vai ser um intenso lenga-lenga de reclamações. Mas, prometo recompensar com a resenha da quinta edição de Batman vs Robin que é um epílogo para a minissérie e acontece depois desse especial.


Vou começar falando sobre a única coisa que presta neste especial, que é Planeta de Lázaro Alpha e Omega que possui roteiros de Mark Waid e uma arte inspirada de Riccardo Federici. Esqueci de mencionar que cada uma das histórias deste especial é feito por um roteirista e artista diferentes. E isso não ajuda nem um pouco. Alpha vai lidar com o momento da fuga de Damian, Bruce, Talia e da Alice Sombria da Ilha de Lázaro. Como todos os equipamentos científicos estão tendo problemas diante da chuva da resina, Damian precisa pousar o transporte para poder reagrupar. É aí que ele assume o comando de várias forças-tarefa que precisam lidar com os problemas imediatos enquanto buscam deter Nezha e devolver os poderes mágicos aos seus respectivos donos. Só que o filho de Nezha, o rei Touro de Fogo quer matar seu pai e tomar os poderes mágicos para si. O que vai provocar uma corrida contra o tempo em um cenário de caos absoluto.


Waid consegue nos entregar duas histórias provocativas e repletas de ação. O ritmo é frenético e o desastre está acontecendo por toda a parte. Para que o roteiro pensado por ele funcionasse era preciso o leitor sentir que o mundo está despedaçando. E ele consegue fazer isso com sucesso. Vou descontar o fato de ele ter colocado o Damian como uma espécie de comandante no ato ali porque a ideia básica da minissérie e desse especial era colocar o filho do Batman como o centro das coisas. Em alguns momentos achei forçado, mas coloquei o meu chapéu da suspensão de descrença. Até que ele funciona direitinho e ele tem muito da presença do Bruce dentro de si. Os outros personagens são integrados à cena de maneira bastante orgânica e o ponto central é o universo mágico. Waid quis transformar esse elemento que é menos explorado no universo DC em algo mais selvagem, indomável. Acho que ele consegue dar esse sentido a tudo.


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Outro personagem que recebe bastante destaque neste especial é o Príncipe Macaco. Um personagem criado por Gene Luen Yang como uma forma de introduzir representatividade asiática na DC e que foi claramente inspirado no Su Wukong da Jornada para o Oeste. Só um parênteses: ótimo para quem curtir o personagem já que a Panini não publicou as revistas do personagem aqui no Brasil. Ou seja, vai ter que esperar a boa vontade de trazer um título menos badalado para cá. Boa sorte com isso! Enfim, o Príncipe Macaco nos fornece um lado humano e sensível ao que está acontecendo por toda a parte. Enquanto os outros heróis estão fazendo coisas heróicas, Wukong está ali sendo mais sutil, cuidando da Alice Sombria que ninguém reparou que ela estava ali. Waid quis nos mostrar o sofrimento de uma personagem que foi usada e abusada por Nezha e a Mãe Alma, mas isso poderia ter sido feito melhor na série Batman vs Robin. Quando ela está aqui encolhida e sofrendo, não consigo me empatizar com o sofrimento dela porque isso não foi trabalhado antes. Aliás... foi trabalhado e bem mal. Gostei do diálogo entre Wukong e Alice porque Waid quebra as nossas expectativas ao nos apresentar uma mulher bastante forte e que não deseja ser protegida. Seu sofrimento vem dos abusos sofridos e Wukong oferece as palavras certas que ela precisava ouvir. Alice queria alguém que a escutasse e entendesse seus problemas. Feito isso ela conseguiu recuperar a motivação que precisava para fazer o que fosse necessário.


A arte de Federici é bem bonita. É uma arte que me fez lembrar o Joe Madureira na época dos Vingadores, mas a arte dele é mais polida. Gosto do fato de seus personagens não serem exatamente retilíneos, puxando mais para algo assimétrico. As curvas e imperfeições fazem o estilo ser bem peculiar, algo que me agradou quando li a saga do Mundo Bélico na Action Comics e que aqui pude apreciar em outro conjunto de cenários. Seus personagens passam bastante sentimento e algumas das cenas que mais gostei envolveram o Damian em um momento em que ele precisava fazer uma decisão difícil e outro com a Alice Sombria. No primeiro, Federici escolhe focar nos olhos dele em três quadros. É como se fosse uma transição dos olhos de um menino para os de um comandante que precisa chegar a uma conclusão séria a respeito de um dilema. No outro vemos o quanto Federici soube representar bem a jovem feiticeira ao dar a ela um olhar maligno ao mesmo tempo em que ela dizia coisas que a deixavam vulnerável. Essa mescla de vulnerabilidade e o maligno é bem representado na pose, nos gestos e no olhar dela. Outro elemento da arte dele que gosto é de como os quadros parecem sujos e granulados, quando na verdade é apenas o pincel do artista colocando peso nas cenas.


As demais histórias são vignettes chamando a atenção para histórias com outros personagens como a Ravena/Mutano, o Pistoleiro, o Nuclear, a Morticia, o Questão e a Canário Vermelho. Sendo bem sincero, todas elas são bem fracas e não me deixaram com muita vontade de buscar histórias desses personagens com exceção da do Questão. O roteiro do Alex Segura nos reapresenta à comissária Montoya que precisa colocar novamente o manto do Questão para descobrir pistas a respeito de um assassinato estranho que vem acontecendo em Gotham. A narrativa puxa mais para o aspecto heroico do que detetivesco, o que me frustrou um pouco. O Questão é o tipo de personagem que funciona melhor em narrativas ao estilo noir. Mas, Segura consegue reapresentar bem a personagem, contando suas motivações e seu atual status quo. Só achei o Segura verborrágico demais nessa história, o que atrapalhou a arte do Clayton Henry de respirar. E aí é preciso frisar que a arte dele até é boa, mas faltou isso de investir nesse clima mais da baixa Gotham, de investigação. Apesar de ele ter feito algumas cenas bem brutais no final da história, mostrando que ele tem um bom domínio do aspecto monstruoso. De inserir o estranho em sua narrativa.


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A narrativa da Canário Vermelho tenta ser moderninha e descolada, mas soa mais como forçada e não inspirada. Delilah S. Dawson não conseguiu nos mostrar nessa pequena história o que faz de sua personagem única. Ela parece só uma garota estranha que conhece um amigo com poderes e faz quase tudo para ela. A personagem não teve um momento para brilhar aqui. A arte de Brandon E. Stein é mais puxada para o digital e as cenas são bastante confusas. Não consegui entrar na história completamente com ela. Tem a história do Pistoleiro que agora é parente da Amanda Waller. A gente não tem lá muita explicação do motivo (não me lembro de ter parentesco entre eles) e o personagem se transforma em uma caveira estranha com uns poderes de raios. O roteiro de Chuck Brown é simplesmente pitoresco demais para o meu gosto. A arte da Alitha Martinez até me agradou um pouco com uns toques de surreal e monstruoso. Ela consegue entregar uns designs de personagem bem legais. Só que o roteiro não ajuda nem um pouco. Fraco demais.


Brandon T. Snider traz de volta a Morticia, uma personagem que ficamos conhecendo no Torneio de Lázaro nas mensais do Damian. Como não acompanhei, não sabia muito sobre a personagem e precisei pesquisar. Aliás, o mal de todas essas histórias é não ser capaz de apresentar o personagem E instigar o leitor a continuar acompanhando as histórias. Nenhuma delas me fez querer me interessar pelo personagem e continuar acompanhando. Curiosamente o único que fez isso é o Mark Waid com o Príncipe Macaco que achei um personagem bem interessante, sem falar nessa conexão com as histórias do original asiático. E isso porque o roteirista do Wukong é o Gene Luen Yang. Enfim, a narrativa da Morticia reintroduz um personagem ao universo DC de uma maneira tão fútil que me incomodou terrivelmente. Sei que ninguém fica morto por muito tempo em gibi de hominho, mas é preciso apresentar boas justificativas para isso. Uma reintrodução instigante pode gerar uma modificação no status do personagem ou até um arco de histórias relevantes. Não é o caso aqui. É só uma história curta com um roteiro mediano, uma personagem chata e um clima pouco inspirado.


Tem mais três histórias que nem quero comentar se não vou parecer um velho rabugento. Vamos ao Batman vs Robin 5 que consegue fechar razoavelmente bem a série. Nessa edição acompanhamos as consequências diretas para o Damian e o Bruce dos acontecimentos. Tem um confronto final com Nezha e o Touro de Fogo que acabam trazendo os heróis mágicos para a frente de batalha. É aquele típico momento climático de minisséries que Waid consegue trazer bem. Não é nada memorável, mas é bem executado o suficiente para ser divertido. E no fundo é isso. Batman vs Robin nunca foi nada inesquecível, mas nem sempre um quadrinho precisa ser um clássico instantâneo para entregar ao leitor aquilo que ele deseja. Waid aprofunda a relação entre pai e filho a partir do momento em que passamos a ver esse final de história do ponto de vista do Damian. Ou seja, invertem-se os papeis. Damian entende que foi a fraqueza dele que causou toda essa confusão e ele procura se redimir buscando resolver o problema, assumindo o fardo da responsabilidade. A relação entre ele e o Bruce nunca será perfeita, mas isso não impede os dois de se amarem à sua maneira. Tem um momento na narrativa que alguns acharam piegas, e eu achei bastante singelo. É representativo daquilo que faltava aos dois personagens: se entenderem.


A minissérie Batman vs Robin termina deixando algumas coisas a serem exploradas pelos autores nos próximos meses. Waid retoma algumas coisas em Os Melhores do Mundo, então veremos como isso vai fatorar. Quanto ao especial Planeta de Lázaro, é complicado avaliar porque só o Waid consegue entregar algo que seja realmente relevante. São mais de 150 páginas onde a gente aproveita quase um terço de histórias. O resto é bem sofrível, talvez pela pequena quantidade de páginas, talvez pela falta de inspiração dos envolvidos. É complicado termos vignettes onde o objetivo é levar o leitor a ir buscar o personagem e esse objetivo falha bastante em ser alcançado. Em um mundo ideal, deixaria só Alpha e Omega e tiraria todo o resto fora. Aparentemente ainda teremos mais um especial focado no vulcão de Lázaro e em suas consequências. Espero que seja melhor do que isso.



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Ficha Técnica: Ficha Técnica:


Nome: Planeta de Lázaro Nome: Batman vs Robin 5

Autores: Mark Waid, Nicole Maines, Autor: Mark Waid

Alex Paknadel, Francis Manapul, Alex Artistas: Mahmud Asrar e Scott Godlewski

Segura, Dennis Culver, Brandon T. Snider, Colorista: Jordie Bellaire

Chcuk Brown e Delilah S. Dawson Editora: Panini Comics

Artistas: Riccardo Federici, Skylar Patridge, Tradutor: Diogo Prado

Christopher Mitten, Mike Perkins, Francis Número de Páginas: 48

Manapul, Clayton Henry, Jesús Merino, Laura Ano de Publicação: 2023

Braga, Alitha Martinez, Mark Morales,

Brandt Stein

Coloristas: Brad Anderson, Nick Filardi,

Romulo Fajardo Jr, Francis Manapul, Marcelo

Maiolo, Matt Herms, Alex Guimarães, Brandt

Stein

Editora: Panini Comics

Tradutor: Diogo Prado

Número de Páginas: 152

Ano de Publicação: 2023


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Uma coletãnea natalina com catorze histórias escritas por mulheres do século XIX e início do XX. Temos desde brinquedos que ganham vida até cucos de natal mágicos e milagres natalinos que trazem o amor e a harmonia. Venham comemorar um Natal mágico com essas histórias.


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Sinopse:


A nostalgia dos Natais antigos com a delicadeza da escrita feminina em 14 contos recheados de fantasia, aventuras e afeto para todas as idades. L. M. Montgomery (autora de Anne de Green Gables), Louisa May Alcott (autora de Mulherzinhas), a feminista Mary E. Wilkins Freeman e outras dez autoras apresentam contos sobre um coelho de veludo que quer se tornar um animal de verdade, um ratinho alfaiate encarregado de uma missão, laços familiares que demandam coragem para serem reconstruídos, além de diversos outros enredos selecionados diretamente das bibliotecas do passado. Uma obra encantadora com histórias clássicas e raras de Natais distantes no tempo, mas que agora poderão ficar guardadas para sempre na memória.






O Natal é uma data mágica. Simboliza o renascimento, a confraternização e a reunião das pessoas. Ao longo dos séculos vimos inúmeras histórias sendo escritas contando histórias mágicas que buscam trazer a essência do Natal. O que me atraiu nessa coletânea da editora Wish foi a abordagem mágica e fantástica do Natal através de histórias que busquem trazer positividade para as pessoas. Nada de enredos complexos ou viradas sombrios; apenas o puro espírito dessa época tão bela. A apresentação de Lícia Dalsin nos traz um pouco do significado dessa data e de como ela foi reinterpretada por diferentes culturas. Seja a ideia de presentear as pessoas, a ceia natalina ou os próprios brinquedos e o que eles significam em um contexto maior. A edição da Wish está fantástica e conta com a tradução de Karine Ribeiro que deixou os textos fáceis de serem lidos e apreciados. Alguns leitores tem um pouco de dificuldade com a escrita clássica, mas podem mergulhar tranquilos aqui. Karine deixou os textos fluidos e quando necessário existem algumas notas de tradução que ajudam a entender determinados trechos. A edição está linda, e eu espero que a editora coloque uma nova tiragem à venda porque parece que ela só está disponível no site (a Wish agora faz parte da DarkSide Books). Não sei se virá uma nova edição ou alguma coisa do tipo. Mas, se puderem, peguem.


Vou comentar sobre alguns dos contos que mexem mais com o fantástico. Por exemplo, o primeiro conto é de um tema que me é muito caro: o de brinquedos que ganham vida. A história foi publicada em 1932 pela autora Margery Williams e chama-se O Coelho de Veludo. Ela trata de um coelho de brinquedo que faz parte do conjunto tido por um menino de uma família abastada. O coelho possui consciência própria e deseja acima de tudo poder se tornar real. Mas, ele não sabe como fazer isso e vai precisar entender qual é o seu papel e o de seu dono nesse milagre. É a velha narrativa do brinquedo que deseja se tornar real, muito na linha de histórias como O Quebra Nozes ou até mesmo Pinóquio. Desde que somos pequenos, os brinquedos habitam as nossas vidas. Alguns acabam se tornando mais importantes do que outros, seja porque fez parte de um momento ou nos foi dado por alguém especial. Pode ser um simples boneco velho de veludo ou uma bola de borracha. Nem precisa ser nada muito sofisticado. Na leitura do Natal, esses brinquedos existem com o propósito de integrarem nossas vidas por um momento especial. As memórias que temos desses brinquedos são tão vívidas que, às vezes, uma fada pode aparecer e tornar este brinquedo em algo vivo. Talvez ele saia de nossas vidas; talvez nos reencontremos com ele no futuro.


Em 1856, Francis Browne escreveu uma história bem curiosa chamada de O Cuco de Natal. É a história de dois irmãos chamados Graxa e Borracha que trabalham como sapateiros em um pequeno vilarejo local. Um dia, um novo sapateiro chega à cidade e o negócio deles começa a decair e eles se preocupam com o que será deles. Um dia, um cuco falante chega à casa deles e pede para ficar hospedado até a primavera. Eles o abrigam e o cuco, como compensação, oferece a eles uma pena da alegria e uma pena de ouro. Cada irmão precisa escolher uma. Graxa, ambicioso, pede a pena de ouro enquanto Borracha aceita com tranquilidade a pena da alegria. O que vemos a partir disso é como os dois irmãos vão ser agraciados graças ao poder mágico dessas penas. O Cuco de Natal é a velha história de como a humildade é importante em nossas vidas. Nem sempre o dinheiro e a ambição conseguirão nos dar as coisas que precisamos. Encarar a vida com alegria e tranquilidade pode ser mais compensador. O Natal é uma época em que devemos dar muito mais do que receber. Sermos capazes de nos desapegarmos do materialismo, de presentear os outros apenas porque sim. A verdadeira conquista está nos sorrisos e na felicidade do próximo. Graxa vai ser colocado diante de uma situação bem difícil, justo quando pensava que tinha se tornado rico e confortável. Vai ser no seu momento de maior apreensão que a solução dos seus problemas virá do lugar mais inesperado.


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Louisa May Alcott é mais conhecida pelo clássico Mulherzinhas, mas aqui neste livro conhecemos algumas de suas narrativas curtas. Em Um Sonho de Natal, e Como se Realizou, publicado em 1908, ela nos leva à própria essência do espírito natalino. O sentimento de doar, de levar felicidade, de trazer um sorriso seja àqueles que podem ganhar um presente ou a quem é tão pobre que apenas sobreviver e ter comida na mesa já é uma dificuldade diária. Na narrativa somos apresentados a Effie, uma jovem menina que faz parte de uma família burguesa e que sempre teve lindos natais. Mas, como qualquer criança, ela desperta um espírito petulante e não deseja mais comemorar o Natal. Sua mãe faz todo o possível para encontrar formas de agradar a menina, mas ela parece irredutível. Depois de muita discussão, a menina acaba adormecendo e vai parar no mundo dos sonhos onde tem uma experiência reveladora. Alcott bebe do conto Um Cântico de Natal, de Charles Dickens e até o cita aqui, e esse conto é uma releitura das aventuras de Scrooge. O final da história é muito bonito e toca nessa questão do espírito natalino. Do quanto ele não é apenas um momento para realizar uma grande ceia, ou montar uma árvore incrível ou distribuir inúmeros presentes. É sobre o espírito humano, a capacidade de ficar feliz através da felicidade alheia.


Mas, há espaço para críticas sociais nessa coletânea. Claro que precisamos analisar que se trata de um trabalho do século XIX quando ser escritor era possuir uma vida mais ou menos estável. Mas, Mary E. Wilkins Freeman escreve O Baile de Máscaras Natalino onde ela usa a fantasia de uma maneira bem sutil para falar do grande abismo entre ricos e pobres. Escrito em 1892, a trama gira em torno de um baile de máscaras natalino proposto pelo prefeito da cidade. A ideia do prefeito era fazer uma brincadeira e as crianças usariam fantasias daquilo que mais queriam ser. Curiosamente, as crianças de famílias ricas escolheram ser pastores, costureiras, sapateiros. Coisas que ele nunca poderiam ser por conta de sua posição social. Por outro lado, as crianças pobres quiseram se fantasiar de princesas, de cavaleiros, de ocupações tipicamente nobres e burguesas. Para fazer as fantasias, eles contaram com a ajuda de um estranho costureiro que produziu rapidamente o que lhe foi pedido. O baile transcorreu normal até que quando eles voltaram para casa, as roupas não saíam mais das crianças e suas personalidades passaram a mudar por conta das fantasias. Isso me fez pensar imediatamente na ideia do carnaval brasileiro, um momento de nosso cotidiano quando as posições sociais se invertem por algum tempo e onde as leis comuns não são mais válidas. A ideia original do carnaval surge com esse objetivo de por um dia ou uma semana alterar as convenções. Dessa forma, as tensões sociais seriam aplacadas. A autora foi muito inteligente ao usar o período natalino para fazer suas críticas.


Em Para que Serve, Margaret Arndt nos apresenta um pouco da cultura regional prussiana para nos falar sobre o espírito que rege o Natal. Hansi é uma menininha que pertence a uma família cuja mãe é uma tremenda muquirana. Desejando economizar um pouco mais de dinheiro neste final de ano, a mãe decide não adquirir uma árvore de Natal o que deixa todos os seus filhos tristes. Ela compra presentes bem tolos porque ela não vê utilidade em realizar uma comemoração como o Natal. Mas, Hansi sai na floresta para tentar ajudar seus pais e trazer o sorriso ao rosto de seus irmãos. Ela vai contar com a ajuda dos animais da floresta e até com os Henzilmen, o que acredito terem sido baseados nos sete anões da Branca de Neve. Por falar em sete, esse é um número mágico presente em todo o conto. Na mitologia indo-europeia, o número 7 é entendido como importante como podemos ver na religião católica com os dias da Criação ou na mitologia celta quando o 7 é fundamental em festas ligadas à fertilidade. Esse é um conto curioso no sentido de que a fantasia tem um tom de normalidade na vida dos indivíduos. Quando os Henzilmen trazem algo que Hansi pede a eles, a família não estranha; apenas se maravilha com a graça recebida. Lembrar que o Natal é ligado diretamente ao solstício de inverno e nas culturas mais antigas, não possui ligação necessariamente com o dia 25.

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Sempre temos aquelas histórias natalinas em que precisamos aprender uma lição. Como foi no conto anterior. Mas, Toinette e os Elfos de Susa Coolidge vai se concentrar em uma criança e em como ela precisa aprender a ser mais empática com os outros. Escrito em 1883, a história é sobre Toinette, a mais velha de cinco irmãos. Introvertida, impaciente e meio teimosa ela deseja passar o tempo consigo mesma. Quando seus irmãos a procuram para alguma coisa, ela os dispensa rapidamente. Um dia, ela acaba encontrando um elfo em uma fonte e o ajuda a se livrar de um espinho em suas costas. Como recompensa, o elfo promete a ela trazer sementes de samambaia, itens que apenas os elfos conhecem e que tem a capacidade de tornar as pessoas invisíveis por um dia. Toinette logo se anima com as possibilidades de pregar várias peças em sua mãe e em seus irmãos. Mas, ela acaba escutando algumas coisas sobre o que seus irmãos pensam a respeito dela que a fazem repensar seu comportamento. Um belo conto com aquela pequena dose de reflexão sobre respeitar o próximo para sermos respeitados.


Essa é uma ótima coletânea de contos natalinos. Vale destacar a preocupação da editora Wish em trazer apenas contos escritos por mulheres, o que fornece uma outra dimensão para esta coletânea. O projeto gráfico está impecável como já é de praxe da editora Wish (mas, sempre importantíssimo destacar), a tradução da Karine Ribeiro está excelente e a introdução da Licia Dalsin oferece a contextualização necessária para entendermos a visão do Natal em épocas passadas. Vamos ver várias autoras que não sejam tão conhecidas do público enquanto algumas outras cujos trabalhos mais famosos estão em outra linha. Acho legal ver histórias da Louisa May Alcott ou da Lucy Maud Montgomery que não são aqueles que costumam ser associados a elas. No mais, fica o meu feliz natal a todos! Abracem o espírito natalino e distribuam positividade e amor a todos.











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Ficha Técnica:


Nome: Contos dos Antigos Natais escritos por mulheres

Com contos de Louisa May Alcott, Lucy Maud Montgomery et al

Editora: Wish

Tradutora: Karine Ribeiro

Número de Páginas: 224

Ano de Publicação: 2022


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Conversa aberta. Uma mensagem lida. Pular para o conteúdo Como usar o Gmail com leitores de tela 2 de 18 Fwd: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br Caixa de entrada Ficções Humanas Anexossex., 14 de out. 13:41 (há 5 dias) para mim Traduzir mensagem Desativar para: inglês ---------- Forwarded message --------- De: Pedro Serrão Date: sex, 14 de out de 2022 13:03 Subject: Re: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br To: Ficções Humanas Olá Paulo Tudo bem? Segue em anexo o código do anúncio para colocar no portal. API Link para seguir a campanha: https://api.clevernt.com/0113f75c-4bd9-11ed-a592-cabfa2a5a2de/ Para implementar a publicidade basta seguir os seguintes passos: 1. copie o código que envio em anexo 2. edite o seu footer 3. procure por 4. cole o código antes do último no final da sua page source. 4. Guarde e verifique a publicidade a funcionar :) Se o website for feito em wordpress, estas são as etapas alternativas: 1. Open dashboard 2. Appearence 3. Editor 4. Theme Footer (footer.php) 5. Search for 6. Paste code before 7. save Pode-me avisar assim que estiver online para eu ver se funciona correctamente? Obrigado! Pedro Serrão escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:42: Combinado! Forte abraço! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:41: Tranquilo. Fico no aguardo aqui até porque tenho que repassar para a designer do site poder inserir o que você pediu. Mas, a gente bateu ideias aqui e concordamos. Em qui, 13 de out de 2022 13:38, Pedro Serrão escreveu: Tudo bem! Vou agora pedir o código e aprovação nas marcas. Assim que tiver envio para você com os passos a seguir, ok? Obrigado! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:36: Boa tarde, Pedro Vimos os dois modelos que você mandou e o do cubo parece ser bem legal. Não é tão invasivo e chega até a ter um visual bacana. Acho que a gente pode trabalhar com ele. O que você acha? Em qui, 13 de out de 2022 13:18, Pedro Serrão escreveu: Opa Paulo Obrigado pela rápida resposta! Eu tenho um Interstitial que penso que é o que está falando (por favor desligue o adblock para conseguir ver): https://demopublish.com/interstitial/ https://demopublish.com/mobilepreview/m_interstitial.html Também temos outros formatos disponíveis em: https://overads.com/#adformats Com qual dos formatos pensaria ser possível avançar? Posso pagar o mesmo que ofereci anteriormente seja qual for o formato No aguardo, Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:15: Boa tarde, Pedro Gostei bastante da proposta e estava consultando a designer do site para ver a viabilidade do anúncio e como ele se encaixa dentro do público alvo. Para não ficar algo estranho dentro do design, o que você acha de o anúncio ser uma janela pop up logo que o visitante abrir o site? O servidor onde o site fica oferece uma espécie de tela de boas vindas. A gente pode testar para ver se fica bom. Atenciosamente Paulo Vinicius Em qui, 13 de out de 2022 12:39, Pedro Serrão escreveu: Olá Paulo Tudo bem? Obrigado pela resposta! O meu nome é Pedro Serrão e trabalho na Overads. Trabalhamos com diversas marcas de apostas desportivas por todo o mundo. Neste momento estamos a anunciar no Brasil a Betano e a bet365. O nosso principal formato aparece sempre no topo da página, mas pode ser fechado de imediato pelo usuário. Este é o formato que pretendo colocar nos seus websites (por favor desligue o adblock para conseguir visualizar o anúncio) : https://demopublish.com/pushdown/ Também pode ver aqui uma campanha de um parceiro meu a decorrer. É o anúncio que aparece no topo (desligue o adblock por favor): https://d.arede.info/ CAP 2/20 - o anúncio só é visível 2 vezes por dia/por IP Nesta campanha de teste posso pagar 130$ USD por 100 000 impressões. 1 impressão = 1 vez que o anúncio é visível ao usuário (no entanto, se o adblock estiver activo o usuário não conseguirá ver o anúncio e nesse caso não conta como impressão) Também terá acesso a uma API link para poder seguir as impressões em tempo real. Tráfego da Facebook APP não incluído. O pagamento é feito antecipadamente. Apenas necessito de ver o anúncio a funcionar para pedir o pagamento ao departamento financeiro. Vamos tentar? Obrigado! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 16:28: Boa tarde Tudo bem. Me envie, por favor, qual seria a sua proposta em relação a condições, como o site poderia te ajudar e quais seriam os valores pagos. Vou conversar com os demais membros do site a respeito e te dou uma resposta com esses detalhes em mãos e conversamos melhor. Atenciosamente Paulo Vinicius (editor do Ficções Humanas) Em qui, 13 de out de 2022 11:50, Pedro Serrão escreveu: Bom dia Tudo bem? O meu nome é Pedro Serrão, trabalho na Overads e estou interessado em anunciar no vosso site. Pago as campanhas em adiantado. Podemos falar um pouco? Aqui ou no zap? 00351 91 684 10 16 Obrigado! -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! 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