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Em um laboratório, Melanie acorda todos os dias para ser presa e amordaçada até o local onde vai realizar suas aulas. Em sua mente infantil, ela não entende por que vive em tal realidade. Sua vida se anima com as aulas da senhora Justineau, que alimenta seus sonhos e ilusões.


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Sinopse:


Cultuado autor de quadrinhos e roteiros da Marvel e da DC Comics, entre eles algumas das mais elogiadas histórias de X-Men, O Quarteto Fantástico e Hellblazer, o britânico M. R. Carey apresenta uma trama original e emocionante em sua estreia como romancista com A menina que tinha dons, lançamento do selo Fábrica231. Aclamado pela crítica, o livro se tornou um bestseller imediato na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos ao contar a história de Melanie, uma menina superdotada que faz parte de um grupo de crianças portadoras de um vírus que se espalhou pela Terra e que são a única esperança de reverter os efeitos dessa terrível praga sobre a humanidade. Levados à popularidade pelos filmes de George A. Romero na década de 1970, os zumbis têm sido explorados desde então no cinema e na literatura e estão cada vez mais em voga, são ícones da cultura pop, vide uma série de jogos de videogame e a série norte-americana de sucesso The Walking Dead. A questão é: depois de tanta coisa já feita sobre o tema, restou alguma carne no cadáver? Com sua larga experiência como roteirista de quadrinhos, M.R. Carey mostra que sim, com uma abordagem humanista e inovadora em A menina que tinha dons. Uma comovente história sobre amor, perda e companheirismo encenada num futuro distópico.






Em um mundo tomado pela destruição e pelo desespero, quando deixamos de ser verdadeiramente humanos? Quando os nossos valores são substituídos apenas por justificativas de sobrevivência? Essa é uma história carregada de simbolismos e que, mesmo com o jeitinho doce da Melanie no começo da história, revela um grau de violência que salta aos olhos. E não é uma violência explícita, mas algo simbólico, dos olhares, dos gestos e da dor no fundo da alma. Por mais que tentemos imaginar aquelas crianças como famintos, é impossível não deixar de observar a doçura e a inocência do olhar. Por mais que elas possam se virar contra nós em um piscar de olhos.


Essa é a história de Melanie, uma menina muito especial que vive em um laboratório no interior da Inglaterra. Ela sonha com os deuses gregos, com a história de Pandora e de tantos outros. A aula que ela mais gosta é a da senhora Justineau, alguém que ela sabe que tem um olhar doce e bondoso. Tem outras aulas menos legais, mas uma coisa ela percebe: todos os professores parecem ter medo dela e das outras crianças. Eles olham para baixo, nervosos e parecendo que estão vendo algum tipo de fantasma. Está chegando a hora de ir para mais um dia de aulas. Os soldados vem, apontam uma arma para sua testa, a amarram com força em uma cadeira de rodas, de forma que ela não possa mexer braços, pernas ou sequer o pescoço. Melanie sente o nervosismo dos soldados que evitam sequer encostar nela. Ela não entende muito bem o motivo de tanta preocupação. Ao mesmo tempo, ela quer saber o que aconteceu com os seus dois amigos. Desde que foram levados ao laboratório da dra. Caldwell, eles nunca mais retornaram. Hora de mais uma aula da senhora Justineau!


Estamos diante de uma distopia bem fundamentada pelo autor. O cenário é desesperançoso e desolador. O começo da narrativa se passa em um laboratório onde ele passa algumas informações básicas sobre o que aconteceu com este mundo, como as pessoas reagiram e as alterações sociais consequentes. Tudo é apresentado de uma maneira bastante sutil, através de comentários aqui ou ali ou de menções feitas pelos personagens. Nesse ponto, não houve tanto info dumping da parte do autor. A história segue um estilo cinematográfico em três atos, sendo que o primeiro se passa no laboratório, depois acontece uma situação que os coloca em movimento e por último a chegada a um local específico onde os dramas finais irão se desenrolar. A narrativa é em terceira pessoa, vista a partir de pontos de vista. E ele alterna bastante entre os personagens apesar de o centro da narrativa ser a própria Melanie. No que diz respeito à compreensão da trama ou do mundo em si, a história é bem tranquila e o leitor não vai se sentir perdido. Há uma alternância entre personagens mais "científicos" que vão explicar em termos específicos o que está acontecendo, mas tem também pessoas como Melanie e Parks que procuram entender o que acontece ao seu redor com olhos mais do senso comum.


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Essa é uma história sobre o que nos faz humanos. Todos vivem sob uma situação-limite e as crianças são versões especiais dos famintos, um tipo de zumbis que devoraram quase inteiramente a humanidade. Esses famintos foram infectados por um tipo de fungo que que acabou com sua humanidade e os transformou em máquinas de matar pessoas. Eles foram responsáveis pela destruição da maior parte dos grandes centros urbanos do mundo inteiro. Famintos só possuem dois estágios: o de caça, quando eles saem atrás de outros seres humanos para se alimentar e o estático quando eles ficam parados olhando o nada. Só que entre os famintos apareceram algumas crianças que, mesmo infectadas, conseguiram manter a consciência. São tão perigosas quanto um faminto que, ao sentir o cheiro de sangue ou de feromônios, partem para cima das pessoas. Essas crianças podem significar a chave para entender a infecção desses fungos. Essas crianças passaram a ser caçadas para serem mantidas em laboratório e estudadas. Criou-se todo um sistema de aprendizado para ver como as funções cerebrais podem se manter. Só que ao mesmo tempo todos dentro do laboratório sabem como elas são perigosas e as mantém sob máxima segurança.


O grande problema da trama é perceber o quanto elas ainda são crianças. Boa parte de seus pensamentos e conclusões são os de uma criança. Elas observam o mundo com curiosidade, não compreendem exatamente o que está acontecendo e se entristecem com a situação a qual são submetidas. Imaginem o impacto mental a um médico ou a um soldado precisar lidar com uma criança que pode ser um monstro de uma hora para a outra. Normalmente as crianças representam o símbolo da inocência e da ingenuidade. E no fundo elas são, na história. Só que todos ali precisam encarar o nível de ameaça representado por elas. Essa dicotomia apresentada pelo autor é de partir o coração. O leitor fica em dúvida se recrimina ou não aqueles que estão envolvidos em toda essa situação. Claro que a dra Caldwell é uma exceção a tudo isso, mas ficamos divididos ao buscar entender o lado de Parks e Gallagher.


Melanie é uma criança especial mesmo entre os seus companheiros vítimas do fungo. Por conta de sua alta inteligência, o parasita parece não ter tomado completamente suas funções cognitivas. Então, apesar de ela ter os anseios de outros de sua espécie, ela ainda mantém sua capacidade de raciocínio. E ela se pega em um dilema terrível. Sendo uma garota bastante inteligente, ela logo conclui o que se trata sua situação e, em sua mente infantil, tenta entender se é uma humana ou um monstro. Mesmo ela compreendendo o quanto ela pode ser perigosa para aqueles ao seu redor, dói em seu coração não ter a agência sobre si mesma. Para poder estar ao lado da pessoa que ela ama, Melanie precisa se submeter a algumas situações bem difíceis como andar com uma guia presa em seu pescoço, ter mãos e braços amarrados, andar com uma focinheira. É um aspecto visual bem forte. Isso sem falar que por toda a sua vida ela foi criada em laboratório e subitamente ela se vê em um mundo maior que ela não compreende. Tudo é novo e maravilhoso para ela, mesmo ela se deparando com uma realidade em ruínas.


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Justineau representa a consciência humana tentando sobreviver a todo esse cenário desolador. Ela luta para manter o que a faz ter um mínimo de compaixão e amor. Mesmo entendendo o perigo que as crianças representam, ela tenta enxergar a bondade em seus corações. Esse espírito puro é o que faz Melanie se apegar tanto a ela. Podemos até entender Justineau e Caldwell como pólos exatamente opostos da questão. Se Caldwell é a fria cientista que deseja encontrar as respostas para suas pesquisas, não se importando com os meios para isso, Justineau é aquela que vai dar um soco na cara (literalmente) daqueles que se aproveitam de seu poder para fins escusos. Lógico que a visão da personagem é ingênua e estreita; tem alguns momentos da história em que ela é lembrada do perigo que as crianças representam. Mesmo assim, ela quer acreditar na possibilidade de um mundo melhor. Não podemos culpá-la por querer enxergar uma luz em tanta escuridão. Se formos entender a partir da premissa do livro, é possível até afirmar que uma possível morte dela acabaria com toda e qualquer esperança ainda existente. O que seria um golpe terrível para o grupo estranho ao qual ela se vê obrigada a fazer parte.


Só um parênteses antes de encaminhar nossas conclusões finais. Carey usou um artifício que fazia tempo que não via em narrativas de ficção científica: os fungos. Normalmente, ao criar histórias de zumbi, os autores preferem usar vírus ou patógenos quaisquer para indicar a infecção, o que se encaixa bem no desenvolvimento contemporâneo. Meio que deixamos de lado outras espécies diferentes. Só que não sabemos muita coisa sobre os fungos. Eles não pertencem nem ao reino animal e nem ao vegetal. Sua própria formação possui várias lacunas e alguns autores de ficção científica exploraram-nas no passado. A última grande história memorável foi Day of the Triffids, do grande autor John Wyndham. É uma pena que um clássico como esse, vencedor de inúmeras premiações e sempre nas listas de livros importantes do século XX, não tenha uma edição recente em prateleiras.


A menina que tinha dons é um livro duro em sua maneira de conduzir a história. A escrita por vezes pode ser pesada, no sentido em que ficamos presos no parágrafo e eles parecem mais longos do que realmente são. Mas, se trata de uma temática tão importante que vale a pena ser lido. Parece que vivemos hoje em uma sociedade que caminha para uma ruína como nesse mundo. Não uma literal, mas uma no sentido de que estamos no esquecendo o que nos torna humanos em um mundo em constante transformação. Parece que vivemos cercados de famintos, pessoas que se transformam em entes primitivos buscando devorar os outros. Essa metáfora do zumbi se coloca em uma conjuntura político-ideológica em que as pessoas parecem estar perdendo aquilo que as torna humanas. Caçamos quem está ao nosso redor. Devoramos quem pensa diferente. E somos deixados com crianças famintas que não compreendem o que está acontecendo ao seu redor. E que parecem encerradas em laboratórios onde se busca a "cura" para a inocência. Carey conseguiu escrever uma história com muitas camadas. Não se trata de nada memorável, mas certamente nos faz refletir sobre o mundo em que vivemos.


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Ficha Técnica:


Nome: A menina que tinha dons

Autor: M.R. Carey

Editora: Rocco (Fábrica 231)

Tradutora: Ryta Vinagre

Número de Páginas: 383

Ano de Publicação: 2014


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Um mês repleto de coisas boas como a Figura trazendo uma edição integral do clássico Hombre. E por falar em clássicos, a Saicã dá continuidade ao seu projeto ambicioso de trazer História do Oeste. Confiram estes e muito mais!


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"Almanaque Mister No vol. 2" por Editora 85


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Ficha Técnica:


Nome: Almanaque Mister No vol. 2

Autor: não informado

Artista: Fabio Civitelli

Editora: 85

Gênero: Ficção Científica/Aventura

Tradutor: Julio Schneider

Número de Páginas: 500

Prazo da campanha: 10/03

Data de entrega: maio de 2024



Sinopse: Mister No retorna, após um hiato em 2023, em uma generosa edição de 500 páginas com 5 histórias completas e inéditas pra ninguém botar defeito! A coleção italiana Almanacco dell'Avventura se dividia anualmente entre Zagor e Mister No. Todas as cinco edições que tiveram HQ do nosso piloto permaneciam inéditas no Brasil. Este volume da Editora 85 vai compilar essas cinco aventuras fechando mais uma lacuna editorial de Jerry Drake por aqui. Como de praxe, a tradução do nosso livro fica por conta de Júlio Schneider!


Para quem ainda não o conhece, agora um pouco sobre Mister No: em junho de 1975 chegou nas bancas italianas o primeiro número daquele que estava cotado por seus criadores para ser uma minissérie de apenas cinco episódios, mas o que se viu foi completamente diferente, foi um sucesso absoluto! Mister No é como é chamado o piloto americano Jerry Drake, um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial que abandonou sua pátria, desiludido pela violência e as imposições da sociedade ocidental. Em sua fuga, escolhe viver em Manaus, no coração da Amazônia. E é nessa cidade que compra um velho Piper e passa a ganhar a vida como guia turístico. Honesto, sincero, amante do álcool e de mulher bonita, é um rebelde por natureza, como demostra o seu apelido.


Principais Formas de Apoio:


1 - Combo 001: R$65,00


  • quadrinho impresso

  • frete calculado ao final da compra


2 - Combo 002: R$105,00


  • Almanaque Mister No vols. 1 e 2 impressos

  • frete calculado ao final da compra


"História do Oeste vols. 3 e 4" de Gino D'Antonio


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Ficha Técnica:


Nome: História do Oeste vols. 3 e 4

Autor: Gino D'Antonio

Artistas: Sergio Tarquinio, Renzo Calegari e Renato Polese

Editora: Saicã

Gênero: Faroeste

Tradutor: Paulo Guanaes

Número de Páginas: 308 cada

Prazo da campanha: 20/03

Data de entrega: abril de 2024



Sinopse: Passados os esforços introdutórios, a História do Oeste começa a ganhar corpo: o protagonista Brett MacDonald deixa a ingenuidade europeia para trás e ganha maturidade à medida que os problemas decorrentes da colonização começam a atravessar o seu caminho. Contada em um tom cada vez mais e mais sombrio, a iminência da guerra no Oeste americano tira o fôlego dos leitores a cada novo desdobramento - sempre através dos textos hábeis de Gino D'Antonio.


Principais Formas de Apoio:


1 - História do Oeste vols. 3 e 4: R$200,00


  • quadrinhos impressos

  • marcadores e postais exclusivos

  • frete calculado ao final da compra


2 - História do Oeste vols. 1 a 4: R$400,00


  • quadrinhos impressos

  • marcadores e postais exclusivos

  • frete calculado ao final da compra


"Hombre" de Jose Ortiz e Antonio Segura


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Ficha Técnica:


Nome: Hombre

Autor: Antonio Segura

Artista: Jose Ortiz

Editora: Figura

Gênero: Ficção Científica

Tradutor: não informado

Número de Páginas: 544

Prazo da campanha: 05/03

Data de entrega: maio de 2024



Sinopse: Em um mundo pós-apocalíptico de cidades subterrâneas na Lua e voos tripulados a Marte, a Humanidade empobrecida que foi deixada para trás pelos mesmos que destruíram a Terra, morria de fome, pragas, pandemias e guerras. Vigiados constantemente nestas cidades cadeia, só os mais fortes e cruéis conseguiam sobreviver. Entre eles, está Hombre.


Figura traz um dos grandes clássicos do quadrinho distópico, pelas mãos de dois mestres do quadrinho espanhol: José Ortiz e Antonio Segura, a mesma dupla criativa de As mil caras de Jack, o Estripador. Publicado na Espanha desde o início dos anos 1980, e chegando a 14 países, Hombre se mostra, segundo o quadrinista Paco Roca, “mais atual do que nunca”.


A série, iniciada na revista Cimoc em 1981, e brevemente publicada também pela revista K. O. Comics, continuou até 1994. Estamos falando de 43 histórias, assim que a dúvida sobre publicar em um volume ou dois não foi fácil de resolver, mas decidimos fazer uma edição histórica, definitiva: Um volume integral com 544 páginas, em suas versões originais (24 HQs em preto e branco, e 18 HQs coloridas). Será o maior livro da Figura Editora até agora. E só será possível com o apoio de vocês.


Hombre traz o ápice criativo de dois gigantes do quadrinho europeu: o texto mordaz e desencantado de Segura junto ao estilo detalhista e impactante do mestre Ortiz. Participe da pré-venda no Catarse e tenha seu nome impresso nesta edição de tirar o fôlego.


Principais Formas de Apoio:


Hombre: R$153,00


  • quadrinho impresso

  • marcador de páginas

  • nome nos agradecimentos

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"Thun'da Tales" de Frank Frazetta


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Ficha Técnica:


Nome: Thun'da Tales

Autor: Frank Frazetta

Editora: Monumental

Gênero: Aventura

Tradução: Studio Patinhas

Número de Páginas: 32

Prazo da Campanha: 12/04

Data de entrega: maio de 2024



Sinopse: Em janeiro de 1952, pela editora americana Magazine Enterprises, surgiu a revista "THUN'DA, KING OF THE CONGO", a primeira e única história em quadrinhos ilustrada e concebida pelo lendário Frank Frazetta. O roteiro foi elaborado por Gardner Fox, o criador do Flash e conhecido pelo conceito do multiverso DC. Em 1987, Fantagraphics relançou a obra em capa cartão com o título "Thun'da Tales". Agora em 2024, em parceria com a Fantagraphics, a Monumental Editora digitalizou as páginas para uma nova edição em capa dura, compilando todas as páginas ilustradas por Frazetta em um volume único com começo meio e fim.


O livro "Thun'da Tales" da Monumental Editora e Fantagraphics reúne exclusivamente a primeira edição da série original. Isso se deve ao fato de que nas edições subsequentes da série mensal, Frank Frazetta foi substituído por outro artista, e o conceito original, que envolvia elementos pré-históricos, foi removido pelo editor Ray Krank. Diante dessas mudanças criativas, Frank optou por deixar o título, buscando oportunidades além do mercado de quadrinhos. Thun'da, é a única história em que Frank Frazetta teve participação artística e conceitual na história. Isso destaca sua contribuição significativa para essa obra.


Principais Formas de Apoio:


1 - Thun'da Tales: R$48,00


  • quadrinho impresso

  • marcador de páginas

  • frete calculado ao final da compra


2 - Combo Thun'da Tales e 1.000.000 de anos atrás: R$96,00


  • quadrinho impresso

  • 1.000.000 de anos atrás, de Joe Kobert, impresso

  • marcador de páginas

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"Storm Integral vol. 5" de Don Lawrence e Martin Lodewijk


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Ficha Técnica:


Nome: Storm Integral vol. 5

Autor: Martin Lodewijk

Artista: Don Lawrence

Editora: Tundra

Gênero: Ficção Científica

Tradutor: não informado

Número de Páginas: 212

Prazo da campanha: 16/03

Data de entrega: abril de 2024



Sinopse: Quatro novas histórias.


O Mundo Distorcido

Há mil gerações que a cidade de Halfway é acessível apenas através do deserto monumental e a única forma de atravessar com vida é fazendo a viagem de comboio. Isso também é o que Storm, Ember e Nomad fazem. Storm e Nomad descem do trem, mas a ruiva sai em busca da mochila que ficou para trás. Quando o trem é sequestrado pela fugitiva Boforce e seus homens Twello e Varakker, Ember é levada também. O pior é que o trem ultrapassa a fronteira e entra em outra dimensão chamada de Mundo Distorcido.


Os Robôs de Danderzei

Storm, Ember e Nomad são levados por Mother Krone, a capitã do Shiftwind. Quando Nomad descobre que o navio é um coletor de escravos, ele quer intervir. Mas Storm e seus amigos estão em menor número e não são páreo para os marinheiros de Mother Krone. Os escravos são entregues a Danderzei e servem como animais de estimação para os robôs que habitam o lugar. Mas nem todos os robôs parecem concordar com o tratamento dispensado às criaturas de carne, como são chamados os escravos. Ember consegue escapar, mas Storm e Nomad são levados para a arena onde as criaturas de carne têm que lutar entre si até a morte.


O Retorno do Príncipe Vermelho

Uma força estranha toma posse do corpo de Nomad e ele sai da cidade em transe, caminhando por dias a fio, até que acorda no topo de uma cordilheira nevada e explica por que veio até este lugar. Acontece que Nomad é na verdade o príncipe herdeiro da Terra do Fogo. Ele foi chamado de volta ao seu reino por uma voz misteriosa porque seu pai está morrendo e ele deve sucedê-lo. Mas nem todos estão felizes com a sua chegada. Uma prima de Nomad, Prowesse, gostaria de se tornar rainha. Nem é preciso dizer que Nomad não quer que isso aconteça.


A Máquina de Von Neuman

O planeta vivo Pandarve tem outra missão para Storm. Nos últimos milhões de anos ela tem estado ocupada resolvendo o último teorema de Fermat, um problema matemático que deixa muitos cientistas noites sem dormir. Como resultado, ela não consegue se concentrar adequadamente na solução de um problema muito maior, um enorme asteróide que se dirige em direção a Pandarve a uma incrível velocidade. Cabe a Storm e seus amigos intervir. Ajudados por Rakel e alguns de seus companheiros, mas também por Marduk e seus guardas, e pela própria Mãe Pandarve, Storm e seus amigos viajam para o multiverso com sua nave espacial construída por eles mesmos.


Principais Formas de Apoio:


Storm Integral vol. 5: R$130,00


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  • frete grátis


"Zico" organizado por Ub Editora


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Ficha Técnica:


Nome: Zico

Organizado por Ub Editora

Editora: Ub Editora

Gênero: Biografia

Número de Páginas: 116

Prazo da campanha: 10/03

Data de entrega: abril de 2024












Sinopse: Com parceria da Memorabília do Esporte e da Editora Universo Fantástico, Zico traz uma coletânea de histórias para celebrar a vida e a carreira do jogador.


Encantando toda uma geração como um dos principais jogadores do país durante muito tempo, Zico seguiu impressionando os amantes do futebol, no mundo todo, mesmo após seu “adeus” aos gramados.


Admirado mesmo por quem não vestia as mesmas cores que ele, o “Galinho de Quintino” reúne até hoje fãs no Brasil e no Mundo, torcedores de diversos clubes que reconhecem sua contribuição ao esporte – principalmente no Japão, onde ensinou um país a amar o futebol.


Dando sequência à parceria de sucesso que já lançou Oscar e o Pan 87 e Garrincha, a Ultimato do Bacon Editora, a Memorabília do Esporte e a editora Universo Fantástico, produziram uma nova HQ, tratando deste ídolo do futebol.


Principais Formas de Apoio:

Zico: R$50,00


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Uma narrativa poderosa sobre os dois anos em que Kate passou em campos de petróleo no Canadá. E ela viveu inúmeras situações bastante degradantes para uma mulher. Confiram no post!


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Sinopse:


Kate Beaton se formou e não tem como pagar o financiamento estudantil, por isso resolve deixar a terra natal e seguir tantos outros que foram trabalhar em campos de petróleo em busca de um bom salário. Isolada num mundo dominado por trabalhadores homens, a jovem descobre um mundo marcado pelo assédio diário e pelo sexismo. Com humor e sensibilidade, neste quadrinho ela faz uma síntese da história do Canadá, da política econômica e de sua experiência individual. Kate nos expõe, num relato contundente e íntimo, a violência no ambiente de trabalho, nas relações humanas e na exploração dos recursos naturais. Prêmio Eisner de melhor quadrinho autobiográfico (2023) Prêmio Eisner de melhor roteirista/artista (2023)





Esse é, certamente, um daqueles quadrinhos para ficar na lista de melhores do ano de qualquer um. É uma história provocante, reflexiva, poderosa sobre ambientes de trabalho completamente nocivos para uma mulher. Kate Beaton nos descreve os dois anos que passou em campos de petróleo canadenses em que ela precisou trabalhar para pagar sua dívida estudantil. São anos repletos de surpresas, decepções, traumas e amadurecimento. Anos terríveis nos quais ela tenta nos contar de uma forma leve mas que, em determinados momentos, te dá um soco no estômago e diz a você o quanto homens podem ser perfeitos canalhas. Algumas páginas dão asco de ler e não são exagero da autora ou "lacração", como parte da cultura conservadora gosta de comentar. Isso é vida real e é por isso que Patos dói tanto de ler. Mas é uma jornada e uma discussão necessárias nessa sociedade patriarcal que temos.





Deixando um aviso básico: nas linhas a seguir vamos tratar de temas como violência, assédio e estupro. Fica o meu aviso de gatilho. Não leiam caso sejam temas sensíveis a vocês.






Falando rapidamente sobre a arte porque ela não é o essencial, necessariamente, aqui. Para essa história em particular, faz-se necessário que a arte consiga fornecer ao leitor duas coisas: o encaminhamento da mensagem e a capacidade de causar impacto. Beaton tem uma sensibilidade fora de série e o sequenciamento narrativo funciona muito bem. Há uma clara conexão entre balões de diálogo e a intencionalidade do quadro. Como Beaton é a roteirista e a artista, ela consegue fazer essa conexão com mais facilidade e as cenas possuem uma coerência muito boa. Elas fazem sentido no todo. O ato de causar impacto é obtido a partir do momento em que um quadro ou uma sequência de quadros é capaz de lhe passar algum sentimento ou passam a mensagem que o leitor precisa saber. A primeira cena de estupro não é explícita, mas você consegue dizer o que está acontecendo a partir das três páginas anteriores. É a intencionalidade do que está sendo feito. O traço de Beaton é claramente inspirado na linha clara europeia com um design simples, porém eficiente. Aliás, é perfeitamente notável que se trata de algo voltado para ser publicado na internet já que várias páginas conseguem ser lidas sozinhas, apenas sabendo o contexto geral da narrativa. Para Patos, a arte funciona como uma luva, não havendo necessidade de algo altamente realista.


O roteiro possui muita verdade atrelado a ele. Dá para perceber a relação entre a história contada por Beaton e o impacto que esse momento de sua vida teve nela. Apesar de o eixo central de Patos ser toda a questão do assédio e do preconceito de gênero, Beaton ainda consegue trabalhar outras temáticas como a desigualdade social, a falta de perspectiva e a denúncia de o quanto os empréstimos estudantis quebram a vida de estudantes mais humildes. A autora não força a barra em nenhum momento e seu timing irônico/satírico é excepcional a ponto de ela conseguir transformar momentos bizarros em situações em que você se pega rindo. Mas, sabe aquela risada culpada? Quando você se sente parte daquilo que a autora denuncia, por mais que você seja diferente ou não ou não faça parte da realidade dela? A narrativa é bem tranquila de ler, Beaton possui um roteiro claro e simples e o leitor se pega passando rapidamente as páginas. A pesar de haver uma alta rotatividade de personagens devido às mudanças constantes da autora, a gente consegue pegar com certa facilidade quem é quem e o traço da autora é claro o suficiente para distinguirmos entre eles. É uma narrativa sobre vida real, então ele não segue os parâmetros de uma narrativa com altos e baixos. Ou seja, é uma biografia mesmo só que mais localizada naquilo que a autora deseja comentar.


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Já vi alguns questionamentos sobre o motivo de Beaton ter ido parar nos campos de petróleo se ela tinha uma faculdade e uma formação boa. E me pego perguntando se alguns leitores realmente entenderam o que leram. Isso porque ela explica bem o que a levou a estar naquele lugar. Por ela ser de uma comunidade pobre e afastada como Cape Breton, não havia muitas oportunidades de emprego para ela. Como qualquer jovem, ela desejava ascender socialmente e dar uma vida confortável a seus pais. Com uma dívida estudantil grande a ser paga lhe restavam poucas opções. Ela expressa em várias ocasiões o quanto a sua escolha por se envolver em algo que nada teve a ver com a sua formação lhe doía. Essa é a realidade de várias pessoas, mesmo no Brasil, que se originam de comunidades pobres. O leque de opções envolve estar com a família, trabalhar em algo que não é o seu sonho e se livrar de dívidas. Perseguir um sonho é uma possibilidade para poucos e envolve muitos sacrifícios. A menos que você tenha tido uma criação privilegiada. Não é o caso de Beaton e nem de suas irmãs.


E aí se insere a personagem em um ambiente de trabalho que é, em sua maior parte, masculino. Ela poderia ter ido a um local diferente? No caso dela, não, porque ela desejava quitar sua dívida e isso exigia uma grande entrada de dinheiro. Tem um momento no quadrinho em que ela está em um momento bem ruim e ela sai dos campos e vai trabalhar em Vitória, uma outra região canadense, em um museu, algo que ela sempre quis para si. O resultado disso é que ela não consegue mais quitar sua dívida embora tenha a tranquilidade que ela tanto almejava. Isso ilustra como é a vida de estudantes que partiram para o financiamento educacional após sua saída da escola ou da universidade. É fato que a maior parte sai com estas dívidas que eles passam boa parte da vida pagando. Os juros dessas dívidas são cruéis e tiram a possibilidade de escolha deles. Muitos se veem precisando trabalhar em áreas completamente díspares do que fizeram no seu período universitário. Esse é um problema social que afeta tanto os EUA como o Canadá. Recomendo até um documentário da série Explicando (da Netflix) sobre Financiamento Estudantil que explica os dilemas vividos por adolescentes que passam por esses problemas.


Mas, Patos é sobre assédio e abuso contra mulheres em campos de petróleo. E vamos deixar claro aqui que a autora faz um bom apanhado de situações que são consideradas corriqueiras. Os comentários são basicamente aqueles que vemos em ambientes como o da construção civil, da mecânica e outros onde o homem é maioria nesses espaços. O que começa como comentários idiotas vai tomando outras proporções à medida em que os dias se passam. Beaton se sente cercada por homens que a enxergam como um pedaço de carne. O isolamento e a falta de controle nessas regiões fazem de qualquer funcionário do sexo masculino um predador em potencial. Beaton descreve situações bizarras como quando ela estava na ferramentaria e formou-se uma fila quilométrica de homens que queriam ferramentas que não precisavam apenas para ficarem secando ela durante o dia inteiro. E quando ela reclamava, dizia-se que ela deveria se sentir privilegiada de ser alvo de tanta atenção. É a velha história masculina: se você está recebendo elogios de homens por seus dotes físicos, não deveria se indignar, mas ficar alegre. Só que não. O processo de objetificação nesses espaços é violento e selvagem.


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Quando Beaton buscou o apoio de outras mulheres em seu setor, ela encontrou condescendência da parte delas. Várias sugeriram para ela usar o seu corpo para ganhar mais dinheiro. Ou arrumar um "macho" para protegê-la de outros "machos". Só que Beaton queria apenas ficar na dela. Tem um trecho mais para a segunda metade em que um funcionário mais velho se indigna por ela não estar usando seu corpo todas as noites e que ela teria uma mina de ouro nas mãos. São comentários estarrecedores que você se questiona o motivo disso já que a maioria é formada por homens casados e com família. Sim, esse é outro aspecto cruel da coisa. Aqueles que buscam assediar Beaton são casados ou com o dobro da idade dela. É aí que a autora discute o conceito do "comportamento de manada". O local é isolado e a maior parte dos funcionários se encontram em turnos que podem pegar vários dias com folgas bastante espaçadas. Não raros são os casos onde os homens passam meses sem ver suas famílias. A própria Kate fazia horas extras em um ritmo excessivo para conseguir dinheiro. O que a autora alega é que esses comportamentos só se sucedem porque eles se encontram em grupos de homens que precisam provar sua masculinidade. Há toda uma necessidade de aceitação entre seus pares e pegar uma mulher desprotegida faz parte desse ritual bizarro. Alguns dos comportamentos deles são tão explícitos e fora do padrão que chocam o leitor. Como o do cara que sai do armário da irmã da Kate ou das dezenas de caras que só faltam torcer o pescoço para olhar por baixo da saia da Becky.


O assédio vem também na forma dos comentários e das fofocas. Sejam palavras sobre o corpo da Kate ou boatos infundados sobre o fato de ela ter se envolvido com fulano ou ciclano. Ou até um nervosismo e frustração da parte dos colegas porque Kate é fechada demais e não aceita numa boa os comentários estúpidos. Isso é um somatório de coisas. Até ameaças veladas acontecem a ela. Só que precisamos comentar sobre o estupro. Ou os estupros, no plural. Em um determinado momento, ela se encontra em uma situação de fragilidade e tentando curtir com as colegas enquanto bebe umas cervejas, quando um cara a leva para um quarto e se aproveita desse momento. Algo que se repete outras vezes porque quando Kate se dá conta do estupro em si, sua mente apaga. Ela não consegue processar o ato de violência que aconteceu a ela somado a todo o processo de objetificação e sexualização pelo qual ela passa diariamente. É uma armadilha emocional: ela não pode sair do lugar porque perderia as condições de pagar suas dívidas e nem pode permanecer porque a violência moral e física agora são reais. Para quem está de fora é fácil criar uma lógica de "ah, ela não sai porque não quer" quando na verdade existe todo um impacto na vítima do estupro. É algo do qual somente quem viveu a situação pode ser capaz (ou não) de opinar ou comentar, se é que deseja comentar sobre o caso.


Outros temas fazem parte do escopo da HQ como a ultraexploração dos trabalhadores, a falta de segurança no ambiente de trabalha, denúncias do uso de drogas pesadas. Enfim, daria um belíssimo debate e é por essas e outras razões que Patos ganhou diversas premiações por onde passou. Por causa de sua verdade e de sua capacidade de debater temas bastante sensíveis. Kate Beaton faz isso com uma classe única e me espanta ela ser tão aberta sobre o que aconteceu nestes dois anos em se tratando de situações tão traumáticas. A HQ é bastante necessária para todos nós, para revermos nossos conceitos sobre o papel da mulher em determinadas profissões e ambientes que são "tipicamente" masculinos. A maneira como elas devem ser tratadas e a possibilidade de abrir canais de diálogo e denúncia para quando casos como o que se sucedeu a Kate acontecem.


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Ficha Técnica:


Nome: Patos - Dois anos nos campos de petróleo

Autora: Kate Beaton

Editora: Wmf Martins Fontes

Gênero: Biografia

Tradutora: Caroline Chang

Número de Páginas: 440

Ano de Publicação: 2023


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Conversa aberta. Uma mensagem lida. Pular para o conteúdo Como usar o Gmail com leitores de tela 2 de 18 Fwd: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br Caixa de entrada Ficções Humanas Anexossex., 14 de out. 13:41 (há 5 dias) para mim Traduzir mensagem Desativar para: inglês ---------- Forwarded message --------- De: Pedro Serrão Date: sex, 14 de out de 2022 13:03 Subject: Re: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br To: Ficções Humanas Olá Paulo Tudo bem? Segue em anexo o código do anúncio para colocar no portal. API Link para seguir a campanha: https://api.clevernt.com/0113f75c-4bd9-11ed-a592-cabfa2a5a2de/ Para implementar a publicidade basta seguir os seguintes passos: 1. copie o código que envio em anexo 2. edite o seu footer 3. procure por 4. cole o código antes do último no final da sua page source. 4. Guarde e verifique a publicidade a funcionar :) Se o website for feito em wordpress, estas são as etapas alternativas: 1. Open dashboard 2. Appearence 3. Editor 4. Theme Footer (footer.php) 5. Search for 6. Paste code before 7. save Pode-me avisar assim que estiver online para eu ver se funciona correctamente? Obrigado! Pedro Serrão escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:42: Combinado! Forte abraço! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:41: Tranquilo. Fico no aguardo aqui até porque tenho que repassar para a designer do site poder inserir o que você pediu. Mas, a gente bateu ideias aqui e concordamos. Em qui, 13 de out de 2022 13:38, Pedro Serrão escreveu: Tudo bem! Vou agora pedir o código e aprovação nas marcas. Assim que tiver envio para você com os passos a seguir, ok? Obrigado! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:36: Boa tarde, Pedro Vimos os dois modelos que você mandou e o do cubo parece ser bem legal. Não é tão invasivo e chega até a ter um visual bacana. Acho que a gente pode trabalhar com ele. O que você acha? Em qui, 13 de out de 2022 13:18, Pedro Serrão escreveu: Opa Paulo Obrigado pela rápida resposta! Eu tenho um Interstitial que penso que é o que está falando (por favor desligue o adblock para conseguir ver): https://demopublish.com/interstitial/ https://demopublish.com/mobilepreview/m_interstitial.html Também temos outros formatos disponíveis em: https://overads.com/#adformats Com qual dos formatos pensaria ser possível avançar? Posso pagar o mesmo que ofereci anteriormente seja qual for o formato No aguardo, Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:15: Boa tarde, Pedro Gostei bastante da proposta e estava consultando a designer do site para ver a viabilidade do anúncio e como ele se encaixa dentro do público alvo. Para não ficar algo estranho dentro do design, o que você acha de o anúncio ser uma janela pop up logo que o visitante abrir o site? O servidor onde o site fica oferece uma espécie de tela de boas vindas. A gente pode testar para ver se fica bom. Atenciosamente Paulo Vinicius Em qui, 13 de out de 2022 12:39, Pedro Serrão escreveu: Olá Paulo Tudo bem? Obrigado pela resposta! O meu nome é Pedro Serrão e trabalho na Overads. Trabalhamos com diversas marcas de apostas desportivas por todo o mundo. Neste momento estamos a anunciar no Brasil a Betano e a bet365. O nosso principal formato aparece sempre no topo da página, mas pode ser fechado de imediato pelo usuário. Este é o formato que pretendo colocar nos seus websites (por favor desligue o adblock para conseguir visualizar o anúncio) : https://demopublish.com/pushdown/ Também pode ver aqui uma campanha de um parceiro meu a decorrer. É o anúncio que aparece no topo (desligue o adblock por favor): https://d.arede.info/ CAP 2/20 - o anúncio só é visível 2 vezes por dia/por IP Nesta campanha de teste posso pagar 130$ USD por 100 000 impressões. 1 impressão = 1 vez que o anúncio é visível ao usuário (no entanto, se o adblock estiver activo o usuário não conseguirá ver o anúncio e nesse caso não conta como impressão) Também terá acesso a uma API link para poder seguir as impressões em tempo real. Tráfego da Facebook APP não incluído. O pagamento é feito antecipadamente. Apenas necessito de ver o anúncio a funcionar para pedir o pagamento ao departamento financeiro. Vamos tentar? Obrigado! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 16:28: Boa tarde Tudo bem. Me envie, por favor, qual seria a sua proposta em relação a condições, como o site poderia te ajudar e quais seriam os valores pagos. Vou conversar com os demais membros do site a respeito e te dou uma resposta com esses detalhes em mãos e conversamos melhor. Atenciosamente Paulo Vinicius (editor do Ficções Humanas) Em qui, 13 de out de 2022 11:50, Pedro Serrão escreveu: Bom dia Tudo bem? O meu nome é Pedro Serrão, trabalho na Overads e estou interessado em anunciar no vosso site. Pago as campanhas em adiantado. Podemos falar um pouco? Aqui ou no zap? 00351 91 684 10 16 Obrigado! -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! 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