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A fascinante vida de um homem dedicado à revolução. Jose Hernandez oferece cores e arte àquela que é considerada uma das biografias mais marcantes da vida de Ernesto Che Guevara. Vamos conhecer desde a sua formação até o fim melancólico na Bolívia.


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Sinopse:


Buenos Aires, 1953. O jovem Ernesto Guevara acaba de se formar em medicina e decide empreender uma viagem por diversos países da América Latina em busca de algo que possa dar sentido a seu incipiente desejo revolucionário.


Aos poucos, vamos às entranhas da Revolução Cubana e assistimos ao nascimento do comandante Che Guevara, que, após a vitória em Cuba, decidirá levar sua luta a outras terras até a morte na Bolívia, encerrando assim uma trajetória de sacrifícios e sonho que se confunde com a própria história do continente.


Inspirada na obra de Jon Lee Anderson, autor da melhor e mais completa biografia sobre Ernesto Che Guevara já escrita, e com arte poderosa de José Hernández, este romance gráfico revive com assombrosa precisão e dramaticidade a vida de uma figura central da história do século XX. As três partes que compõem a série ― “O doutor Guevara”, “Os anos de Cuba” e “O sacrifício necessário” ―, reunidas aqui num só volume, são um trabalho impecável que faz jus às virtudes e contradições deste personagem que mudaria para sempre o rosto da América.






Este quadrinho é uma adaptação do romance de mesmo nome escrito pelo jornalista norte-americano Jon Lee Anderson. O livro de Anderson é considerado uma das obras mais completas sobre a vida do revolucionário e detalha sua adolescência, suas escolhas, seu período em Cuba e até mesmo os anos em que ele esteve "perdido" em outras guerrilhas espalhadas pelo mundo. A obra foi adaptada em quadrinhos pelo quadrinista e caricaturista mexicano Jose Hernandez. Hernandez não adaptou ipsis litteris a obra do jornalista, preferindo se concentrar em momentos mais centrais e marcantes de sua vida. O resultado é uma HQ honesta e sincera sobre o homem que revolucionou o mundo e deixou como legado o espírito de luta e a vontade de se sacrificar por um ideal.


A edição da Companhia das Letras pelo selo Quadrinhos na Companhia está em capa brochura, impresso em papel offset Alta Alvura o que fornece uma maciez na pegada do quadrinho. Não sou muito sommelier de papel, mas achei o papel elegante para o quadrinho embora ele acabe transbordando para o outro lado. Por ser um papel mais fino e o lápis de Hernandez ser bem carregado, isso provoca transparências. Nada que tenha me atrapalhado em especial, mas sei que com certeza vai ter gente reclamando. A tradução foi feita por Julia Codo e ela está muito boa mesmo, fazendo com que o texto seja acessível mesmo a quem não conhece muitos detalhes históricos. E isso porque estamos falando de um quadrinho extenso e que tem bastante texto. Não há extras na obra, embora tenha um prólogo bem legal escrito por Jon Lee Anderson falando sobre a figura de Che Guevara e como ele foi abordado com a proposta de transformar o seu romance em uma HQ. Para aqueles que estão preocupados com o tamanho da HQ e o fato de ela ser brochura, achei o quadrinho muito bem encadernado e chega até a ter menos problemas que outras HQs da Companhia que me deram trabalho soltando páginas ou outros acidentes. Parabéns mesmo para a editora por esse material tão respeitosamente bem acabado.


A arte do Jose Hernandez é um absurdo. Algumas páginas me faziam passar vários minutos admirando o traço, o lápis e as escolhas feitas por ele. É um estilo expressivo que emprega uma palheta de cores mais escura, mas que possui um grau de precisão incrível. Gosto demais de ver o traçado que ele faz para os personagens e oferece uma vivacidade e sentimento a cada um deles. Algumas cenas de um Che mais maduro vemos os fios de cabelo ou as bolsas embaixo dos olhos demonstrando o seu cansaço ou o olhar sagaz sempre em busca de algo. Os cenários de fundo possuem um detalhamento que deve ter sido fruto de uma imensa pesquisa porque os prédios correspondem aos locais. Alguns dos locais mais famosos vocês podem pesquisar pelo Google e vão encontrar suas correlações. Boa parte do quadrinho se passa nas selvas de Cuba ou mesmo no interior da África e o leitor é apresentado à sujeira de uma trincheira, aos dilemas da guerrilha. As cores mais puxadas para o verde e o marrom fornecem esse clima da selva onde cada lugar esconde um perigo próximo.


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Gosto de como Hernandez encontrou soluções para encaixar os textos de Che no meio dos quadros. Seja com citações diretas, frases que ele retirou de livros ou cartas enviadas a seus parentes ou a Fidel. Cada um deles ajuda a compor uma cena que conta mais um pouco sobre o revolucionário. Vários recortes de jornal e relatórios ajudam a contar o contexto geral da relação entre Che e os norte-americanos. Mesmo nos chamados anos perdidos, temos muita informação sobre o destino dele na África e depois na América do Sul, fruto de uma pesquisa intensa feita por Jon Lee Anderson. A quadrinização também é excelente com as páginas possuindo de 3 a 6 quadros. Vez ou outra ele coloca páginas inteiras, mas não são muito comuns. O emprego de imagens que ocupam vários quadros como se fosse uma espécie de vitral é bastante comum e formam imagens lindas. Algumas das páginas desta HQ dariam quadros incríveis dada a estética da composição. Até o momento em que escrevi esta resenha é a HQ que eu mais gostei no aspecto gráfico.


O texto de Jon Lee Anderson é bem adaptado pelo artista e vale destacar como o jornalista não se deixar cair no aspecto da idolatria que é comum aos biógrafos de Che. É um personagem incrível, com uma vida única e uma personalidade muito carismática. Só que quando caímos na idolatria acabamos deixando passar algumas de suas falhas de caráter. Afinal, Che é um ser humano, de carne e osso como todos nós, passível de qualidades e defeitos. Anderson aborda, por exemplo, a maneira ruim como ele lidou com os seus dois casamentos e os filhos que ele teve nestes dois relacionamentos. Algo que ele descartava com grande facilidade. Ao se dedicar à revolução, ele abdicou de sua vida comum. O que pode ser bonito e altamente idealista, mas esconde nas entrelinhas graves problemas que ele teve ao longo de sua vida. Ele teve problemas com o próprio Fidel ao colocá-lo em situações inusitadas por conta de sua perseguição a um ideal mais puro da revolução. Na última parte da HQ, temos a reprodução de um relato de Che em que ele próprio admite que algumas de suas escolhas foram erradas. Como historiador, gosto de pensar nestas figuras extraordinárias da História como pessoas que foram fruto de seu tempo e tiveram seus caminhos guiados por seu coração. E nem sempre nossos corações nos colocam no caminho mais acertado. Por isso é importante fugirmos dessa busca incessante de colocarmos tais pessoas em um pedestal.


A HQ é dividida em três partes: a primeira contando o período de formação de Che até ele conhecer Fidel, o segundo se passa em Cuba e na guerrilha em Sierra Maestra e o terceiro mostra os anos na África e o final na Bolívia. Originalmente a HQ foi publicada em três volumes, que a Companhia das Letras reuniu em uma edição integral. O primeiro volume publicado foram os anos de Cuba porque a editora acreditava que seria o mais interessante dos três, depois o período de formação e por último o terceiro volume. De fato, o trecho mais interessante é o período em Cuba, mas para mim o terceiro livro me trouxe uma série de informações novas que desconhecia sobre a vida de Che. Vale destacar ainda que a abordagem de Hernandez é diferente daquele feita por Hector Oesterheld, Alberto e Enrique Breccia em sua famosa HQ que já resenhamos aqui. Enquanto que na HQ de Oesterheld o roteiro vai mais para a atuação de Che em momentos-chave, aqui temos os bastidores, as situações familiares, os encontros e desencontros. É uma HQ rica em informações, mas que ao mesmo tempo nos emociona ao viver aquele período tão conturbado. É um destaque para a ótima adaptação de Hernandez que conseguiu fazer o texto de Anderson ganhar tridimensionalidade.


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Analisando cada um dos livros, o primeiro vai abraçar mais os períodos formativos de Che. E aqui a história se concentra na inquietação dele com o seu destino. Desde o começo já dava para imaginar que Che não ficaria muito tempo na Argentina. Ele não tinha o pendão para uma vida comum, para algo que se voltasse para o público, uma família e uma casa tranquilas. Ele estava em busca de sua própria identidade, mas para fazer isso, ele colocou uma mochila nas costas e saiu pelo continente. Ao se deparar com a miséria vivida pelas populações mais humildes do continente, ele percebeu a desigualdade social latente por toda a parte. E que havia a necessidade de se buscar algo melhor. Talvez o momento definidor de seu destino foi a guerrilha na Guatemala ao lado de Arbenz quando tudo indicava ser possível obter a vitória quando uma escolha ruim dos líderes do movimento levou à prisão de todos. Fica um elogio ao jornalista por mostrar o contexto da relação de poder que a Fruit Company tinha na região e todo o conceito de repúblicas das bananas, algo nem sempre abordado por quem fala desse período. Talvez o pior foi ter perdido o apoio popular. Isso fez com que Che adotasse uma postura mais estrita em relação ao movimento guerrilheiro. Conhecer Fidel e Raul Castro foi quase como uma consequência ou um sinal do universo.


A segunda parte vai se debruçar sobre os anos em Cuba e em como a guerrilha ganhou atenção internacional. Nesse ponto acho até que o texto de Anderson procura valorizar mais o movimento guerrilheiro colocando quase como se eles fossem os 300 de Esparta. E não era bem assim. Historicamente sabemos que Fidel e Che eram muito habilidosos em ludibriar seus oponentes fornecendo falsas informações. Eles trabalharam muito com a desinteligência, algo que Che aprendeu com os soviéticos. Aqui a história se concentra na busca pela libertação de um país. A luta contra Fulgêncio Batista era a alma do movimento. Perceber que os americanos apoiavam Fulgêncio foi a gota d'água para estabelecer claramente a divisão entre os guerrilheiros e os americanos. A maneira como a vitória de Fidel abalou as estruturas de Washington é espertamente colocada por Hernandez na forma de recortes de jornal que apresentaram a indignação com o fato de Cuba se tornar uma ponta de lança para a URSS na Guerra Fria. Claro que há também as discussões e as pressões de Che e Fidel com Nikita Kruschev que apenas pretendia usar Cuba como moeda de barganha com Kennedy.


Dramático é o mínimo que se pode dizer acerca da última parte do quadrinho. E é triste perceber o quanto Che acabou desiludido no final. Provavelmente essa é uma desilusão advinda de uma maneira literal demais de se pensar o marxismo e sua aplicabilidade em um mundo dominado pelo capitalismo. A visão estrita de Che não levou em consideração as especificidades locais que poderiam impor obstáculos à guerrilha como um todo. A vitória em Sierra Maestra foi uma tempestade perfeita, algo complicado de ser replicado em outras regiões. Che percebeu rapidamente o quanto os micro-poderes no continente africano não eram fáceis de serem disciplinados ou administrados. Isso o levou de volta à América do Sul onde ele precisou escolher entre ir para a Bolívia ou de volta à sua terra natal, Argentina. Talvez se Che tivesse ido para a Argentina, ele poderia ter tido mais sucesso aliado ao peronismo e quem sabe mudando-o para ser alguma coisa mais palatável. Seguir para a Bolívia foi fatal e a HQ aborda bem esse período com um guerrilheiro aceitando o seu destino e entendendo que o sacrifício poderia ser mais importante do que uma vida indiferente. Ele entra para a História como um ícone, e mesmo tendo tido uma vida nem sempre agradável se tornou uma influência para inúmeros movimentos sociais até os dias de hoje. A HQ consegue captar bem essas diversas facetas do homem e colocá-las no chão, muito mais do que criar um mito. Para mim, uma das melhores leituras que fiz este ano.


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Ficha Técnica:


Nome: Che - Uma Vida Revolucionária

Autor: Jose Hernandez

Adaptado do livro de Jon Lee Anderson, Che - Uma Vida Revolucionária

Editora: Companhia das Letras

Gênero: Biografia

Tradutora: Julia Codo

Número de Páginas: 440

Ano de Publicação: 2023


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*Material recebido em parceria com a Companhia das Letras







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Atualizado: 1 de dez. de 2023

Mais uma editora que apostou forte no gênero Young Adult e que teve bastante destaque no ano que passou. Mas, quais os planos futuros? O que poderemos esperar?


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Só revisando as regrinhas básicas desta postagem:


1 - Todas as informações são especulações feitas a partir da divulgação da editora em sua fanpage ou de cadastros de ISBN na Câmara Brasileira do Livro (CBL).


2 - Lançamentos podem ser adiados. O que fazemos é uma estimativa.


3 - Não respondo pelas editoras. Se houve algum problema no lançamento como atraso ou cancelamento, peço que entrem em contato com a editora em questão.


4 - No final, eu faço algumas apostas. Mas, apostas são isso mesmo: apostas. Nada garantido.


Caso as editoras desejem entrar em contato comigo, estou à disposição no ficcoeshumanas@gmail.com.


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Desempenho da editora em 2022:


A Plataforma 21 é mais uma do trio de editoras que trabalham especificamente com literatura Young Adult (Seguinte, Galera Record e P21). Nesse sentido a editora faz um trabalho bastante competente. Bastante ativa e engajada nas redes sociais, eles conseguem fazer seus títulos ganharem tração, por menos hypado que ele seja. Os lançamentos de 2022 foram bastante acertados, acredito que até mais que os da Galera Record. A diferença é que a P21 não possui o mesmo alcance do que o selo da Record. Samantha Shannon foi a galinha dos ovos de ouro da editora e achei a aposta bastante acertada. O Priorado da Laranjeira é um livro muito, muito bom, inclusive está no meu radar embora não seja exatamente algo que eu curta demais. É curioso pensar que a Samantha já foi publicada no Brasil antes por uma editora grande, a Rocco, que não conseguiu trabalhar bem o marketing do livro. Muitos que compraram Temporada dos Ossos nem souberam que o volume 2 foi publicado na época. Já os livros atuais da Samantha foram tão divulgados pela editora que os vi em vários canais sempre recebendo destaque. Não sei se isso é fruto de um trabalho agressivo de marketing junto aos parceiros ou se são méritos do próprio livro. Tendo a crer em um pouco das duas coisas. Mas, nem só de Samantha Shannon vive a editora e tivemos umas edições lindas da série Crônicas da Quase Noite do Jay Kristoff sendo publicada. A editora está de parabéns pelo trabalho e sempre costumo ressaltar o trabalho dela, que passa meio despercebida por muita gente, mas que faz um trabalho muito competente. Poderia melhorar na questão de preços, mas okay, a gente entende o quanto é complicado avaliar o custo gráfico e editorial. Para 2023, não tenho muitas informações sobre as publicações da editora mais porque não tenho contatos por lá, então, estou colocando mais o que eu sei e a editora divulgou nas redes sociais.



1 - "Um dia de céu noturno" (As Raízes do Caos vol. 1) de Samantha Shannon


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Ficha Técnica:


Nome: Um dia de céu noturno

Autora: Samantha Shannon

Série: As Raízes do Caos vol. 1

Gênero: Fantasia

Tradutor: Alexande Boide

Número de Páginas: 672


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Sinopse: Tunuva Melim é uma irmã do Priorado. Como todas as mulheres de sua família, desde que nasceu ela vem se preparando para defender o mundo do retorno do Inominável ― um wyrm que foi derrotado pela primeira vez há mais de 500 anos. Enquanto aguardam por um inimigo que tarda a aparecer, as novas gerações de irmãs estão começando a questionar o propósito do Priorado. A Oeste, no Rainhado de Inys, Sabran, a Ambiciosa, se casa com o novo Rei de Hróth. Juntos, eles estabelecem uma aliança capaz de fortalecer ambos os reinos e salvá-los da ruína. Agora, espera-se que a filha deles, Glorian, dê continuidade a sua linhagem de rainhas, a única maneira de manter a humanidade a salvo. Glorian, porém, está longe de se sentir à altura da tarefa. No Leste, os dragões ali adorados como divindades se recolheram para dormir há mais de 200 anos. No alto de uma montanha seiikinesa, Dumai vive clamando pelo despertar dos deuses. Entretanto, ela irá se deparar com revelações que colocarão em xeque tudo em que sempre acreditou. Quando uma nova ameaça surge e tudo parece sair de controle, essas três mulheres de mundos tão diferentes terão que encontrar forças para enfrentar o inimigo e cumprir seu dever, enquanto tentam não deixar de lado os desejos do coração. Épico, emocionante e repleto de reviravoltas, ao mesmo tempo em que narra alguns dos acontecimentos que moldaram o riquíssimo mundo apresentado em O Priorado da Laranjeira, este primeiro volume de Um dia de céu noturno apresenta novos detalhes e personagens poderosas do universo criado por Samantha Shannon.


2 - "Um Dia de Céu Noturno vol. 2" (As Raízes do Caos vol 2) de Samantha Shannon


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Ficha Técnica:


Nome: Um Dia de Céu Noturno vol. 2

Autora: Samantha Shannon

Série: As Raízes do Caos vol. 2

Gênero: Fantasia

Tradutor: Alexandre Boide

Número de Páginas: 608


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Sinopse: O Sino Rainha ressoou. Os deuses despertaram. Depois que a dragoa Furtia Tempestuosa convoca a nova herdeira do trono de Seiiki para combater o perigo que se alastra pelas profundezas da terra, Dumai testemunha a magnitude da ameaça. Agora, enquanto o céu é tomado por dragões, Dumai precisará partir em uma nova missão para buscar maneiras de enfrentar o perigo iminente. Ao mesmo tempo em que arrisca sua posição na corte, ela também pode, quem sabe, descobrir mais sobre a figura de seus sonhos. Tudo isso enquanto lida com a proximidade perigosa de Nikeya. Prestes a se tornar rainha, Glorian não pode mais adiar seu destino: se casar e dar à luz uma herdeira para assegurar o futuro de Inys e defender seu povo. Ao Norte, Wulf, o único sobrevivente da tragédia que recaiu sobre a Virtandade, precisa voltar a Inys para proteger a amiga de infância em meio ao trauma e à desconfiança sobre sua origem misteriosa. Tunuva Melim presenciou a ascensão de criaturas aladas do Monte Temível, bem como a destruição de uma cidade inteira pelo fogo. Entretanto, quando a enigmática Canthe lhe revela que pode saber o paradeiro de seu filho, a guerreira terá que enfrentar a dor de seu passado no momento mais crucial da história do Priorado. Em um mundo marcado por lendas, segredos, medo do desconhecido e forças que parecem se opor e se complementar, a vida dos personagens criados por Samantha Shannon se entrelaça de modo surpreendente neste segundo volume, apresentando o desfecho magnífico e emocionante de "Um dia de céu noturno".


3 - "Belladonna - O Gosto da Morte" de Adalyn Grace


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Ficha Técnica:


Nome: Belladonna - O Gosto da Morte

Autora: Adalyn Grace

Gênero: Fantasia Young Adult

Tradutora: Lavinia Favero

Número de Páginas: 432


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Sinopse: Órfã quando ainda era bebê, por dezenove anos Signa foi criada por uma sequência de tutores mais interessados em sua fortuna do que em seu bem-estar, e todos tiveram mortes prematuras. Os únicos parentes que lhe restaram foram os ardilosos Hawthorne, uma excêntrica família que mora na Quinta dos Espinhos, uma propriedade tão glamorosa quanto sombria. O patriarca dos Hawthorne tenta esquecer a morte da esposa promovendo grandes festas, enquanto a filha sofre de uma misteriosa doença e o filho se esforça para recuperar a reputação da família. Mas, quando o espírito atormentado da Sra. Hawthorne aparece afirmando que foi envenenada, Signa percebe que a família da qual depende pode estar em grave perigo. A jovem, então, conta com a ajuda de um simples cavalariço para encontrar o assassino. Entretanto, Signa sabe que para descobrir quem é o criminoso deve fazer uma aliança com a Morte – uma fascinante, porém perigosa sombra que nunca sai do lado da garota. Embora faça da vida de Signa um inferno, a Morte mostra a ela que esta crescente conexão pode ser mais poderosa – e mais irresistível – do que a jovem ousava imaginar. Da autora best-seller Adalyn Grace, Belladonna é o primeiro volume de um refinado e delicioso romance gótico, repleto de segredos, desejos e traição.


4 - "A Promessa do Dragão" (Os Seis Grous vol. 2) de Elizabeth Lim


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Ficha Técnica:


Nome: A Promessa do Dragão

Autora: Elizabeth Lim

Série: Os Seis Grous vol. 2

Gênero: Fantasia

Tradutor: Luan Daylon

Número de Páginas: 464


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Sinopse: A PRINCESA SHIORI prometeu à sua madrasta, no leito de morte desta, que devolveria a pérola de dragão ao seu dono. Mas manter essa promessa é mais perigoso do que ela imagina. Shiori viaja para Ai’long, onde navega por águas traiçoeiras e acaba presa numa perigosa teia de intrigas entre dragões, humanos e demônios. A pérola manifesta poder, ora ajudando a princesa, ora traindo-a. Enquanto isso, Shiori precisa não só afastar aqueles que desejam a pérola para si, como também encontrar uma forma de lidar com a própria magia proibida. Antes que seja tarde demais, a princesa deve evitar que novos e antigos inimigos destruam sua família e cortem o fio do destino que a une a seu noivo, Takkan. Assim, Shiori reunirá toda força que conseguir para defender a vida e o amor que tanto lutou para conquistar. A promessa do dragão é a empolgante sequência de Os seis grous, completando a história de Shiori. Nesta elogiada série, Elizabeth Lim nos transporta para um universo fantástico cuidadosamente construído com elementos da mitologia asiática, em um inesquecível reconto do clássico Os seis cisnes, dos Irmãos Grimm.


5 - "Aves Noturnas" de Kate J. Armstrong


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Ficha Técnica:


Nome: Aves Noturnas

Autora: Kate J. Armstrong

Gênero: Fantasia YA

Tradutor: Edmundo Barreiros

Número de Páginas: 496


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Sinopse: As Aves Noturnas são o segredo mais bem guardado da cidade de Simta: garotas capazes de compartilhar sua magia única e poderosa com um simples beijo. Alguns matariam para possuí-las; a Igreja as queimaria imediatamente. Mas protegidas pelas Grandes Casas, as Aves Noturnas são tesouros bem escondidos. Como Aves Noturnas desta estação, Matilde, Æsa e Sayer passarão as noites concedendo seus dons para clientes em troca de bons pagamentos. Assim que a estação terminar, espera-se que cada uma se case com um senhor de uma Grande Casa e se torne mãe da próxima geração de Aves Noturnas antes que seus poderes desapareçam. Entretanto, quando elas se veem no centro de um esquema político que ameaça além dos seus segredos, suas próprias vidas, o futuro delas de repente se torna incerto. Quando descobrem que há outras garotas como elas e que sua magia é muito mais do que lhes foi contado, elas veem o sistema Aves Noturnas como realmente é: uma gaiola dourada. Agora elas devem fazer uma escolha – permanecer como pássaros cativos ou assumir o controle, reconstruindo a cidade que ousou cortar suas asas.


6 - "O Príncipe Cativo" (O Príncipe Cativo vol. 1) de C.S. Pacat


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Ficha Técnica:


Nome: O Príncipe Cativo

Autora: C.S. Pacat

Série: O Príncipe Cativo vol. 1

Gênero: Fantasia

Tradutor: Edmundo Barreiros

Número de Páginas: 296


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Sinopse: Damen é um herói para o seu povo e o legítimo herdeiro do trono de Akielos. Mas, depois da morte do pai, seu meio-irmão toma o poder e o vende como escravizado. O guerreiro, então, é obrigado a servir Laurent, o príncipe da poderosa nação inimiga. Para manter sua identidade em segredo, Damen aceita a condição submissa. Mas Laurent é o que há de pior na corte de Vere. E, como nos meios políticos nada é o que parece, Damen é obrigado a estar ao lado do tirano, ainda que o odeie mais do que a qualquer pessoa. Para Damen, só existe uma regra: jamais revelar sua verdadeira identidade. Este é o primeiro volume da trilogia best-seller mundial de C. S. Pacat. Com ritmo de tirar o fôlego, O príncipe cativo traz à tona temas políticos e culturais, ao mesmo tempo em que entrelaça brilhantemente jogos de poder e sedução.


7 - "A Jogada do Príncipe" (O Príncipe Cativo vol. 2) de C.S. Pacat


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Ficha Técnica:


Nome: A Jogada do Príncipe

Autora: C.S. Pacat

Série: O Príncipe Cativo vol. 2

Gênero: Fantasia

Tradutor: Edmundo Barreiros

Número de Páginas: 400


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Sinopse: As intrigas políticas entre os reinos de Vere e Akielos estão intensas. E as marcas do passado ainda perseguem Damen que, para sobreviver, precisa manter sua verdadeira identidade em segredo. Paralelamente, Laurent já tem 20 anos e logo deve reivindicar o trono. Mas seu tio, o regente de Vere, não quer renunciar e fará de tudo para impedir o sobrinho. Ambos, Laurent e Damen, são herdeiros de seus respectivos reinos; e eles precisam formar uma aliança improvável a fim de impedir um plano letal. Mas, à medida que a confiança entre eles aumenta, uma relação intensa e ardente também se fortalece. Com uma narrativa pulsante, A jogada do príncipe transporta o leitor para um universo épico, sedutor e repleto de tramas políticas. Este é o segundo volume de uma saga capaz de fazer os fãs de obras como Game of Thrones vibrarem.


8 - "A Ascensão dos Reis" (O Príncipe Cativo vol. 3) de C.S. Pacat


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Ficha Técnica:


Nome: A Ascensão dos Reis

Autora: C.S. Pacat

Série: O Príncipe Cativo vol. 3

Gênero: Fantasia

Tradutor: Edmundo Barreiros

Número de Páginas: 360


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Sinopse: A identidade do herdeiro do trono de Akielos foi revelada. Agora, Damen deve enfrentar seu mestre, o príncipe Laurent, como Damianos de Akielos – o homem que o herdeiro do trono de Vere havia jurado matar. À beira de uma importante batalha, o futuro de ambos os reinos está em jogo. Ao mesmo tempo, a única esperança de Damen recuperar o trono de Akielos é lutando ao lado de Laurent contra os usurpadores, numa aliança forçada. Ainda que a frágil confiança construída entre Laurent e Damen resista à verdadeira identidade deste, eles sobreviverão à batalha contra os regentes neste perigoso jogo pelo trono? A ascensão dos reis é a estonteante conclusão da trilogia que conquistou o mundo todo. Equilibrando romance, política e grandes batalhas, C. S. Pacat brinda os leitores com um final épico.





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Mausoléu foi a primeira coletânea de histórias curtas do Duda Falcão, um dos maiores autores nacionais especialistas no weird e no terror. Agora, a Avec Editora republica para nós essa preciosidade, onde poderemos conhecer alguns dos contos que projetaram a carreira desse grande autor.


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Sinopse:


Se você ainda não conhecia o Mausoléu agora é a hora! Deixe a atmosfera macabra do horror invadir suas noites. Aventura, ficção científica, fantasia sombria, terror, tudo fervendo em um mesmo caldeirão para alimentar seus pesadelos.






Mausoléu foi um dos primeiros livros por onde conheci o trabalho do Duda Falcão. Na época de seu lançamento, há bastante tempo atrás, volta e meia a coletânea aparecia na minha timeline. Mas, por incrível que pareça, no meio de tantas coisas que lia naquele momento, passou longe das minhas mãos. Anos depois, pus as mãos em Comboio de Espectros por onde pude conhecer os personagens e os mundos imaginados por ele. Quando fui correr atrás de Mausoléu, já era um livro bem complicado de encontrar. Então fiquei muitos anos só na vontade de ler. Agora a Avec Editora traz novamente essa coletânea que tem uma diversidade de histórias, com personagens que podem ou não se repetir. Alguns dos cenários que ele cria aqui vão reaparecer em contos presentes em outras coletâneas como Treze ou Mensageiros do Limiar. Isso aqui é o puro suco do pulp, do weird, do horror cósmico. O leitor vai conseguir ter acesso a todas as referências do Duda como Edgar Allan Poe, Bram Stoker, Mary Shelley, Robert Chambers e tantos outros. Acho até que Mausoléu é a melhor porta de entrada dentre todas as coletâneas.


Como se tratam de histórias curtas, vou fazer alguns breves comentários sobre alguns deles para destacar aspectos da escrita do autor. Poderia começar por Mausoléu, primeiro conto da coletânea e que dá nome a ela, mas vou falar de Museu do Terror, uma das minhas histórias favoritas desse livro e a que muitos consideram como tendo sido o cartão de apresentação do Duda. Nele, somos colocados em uma espécie de museu de horrores dentro de um parque de diversões. Um pai e um filho estão acessando o seu interior e o pai não vê graça e até fica meio preocupado com a estranheza do lugar. Mas, seu filho, como qualquer criança curiosa vai seguindo por entre as salas do local e conhecendo todo o tipo de artefato bizarro. Duda vai mostrando as leituras que fez pelas salas e de onde vem suas inspirações. Tem a Pata do Macaco de W.W. Jacobs, um gato preto falando de Edgar Allan Poe e até uma máquina para prender uma criatura a ser reanimada, retirando a ideia cinematográfica dos antigos filmes de Frankenstein. Tudo é apresentado com calma e o nível de estranhamento vai crescendo pouco a pouco. Aqui a gente percebe uma qualidade do Duda: ele não tem pressa. Parece contraditório em um autor de histórias curtas, mas é bem isso mesmo. O Duda sabe usar bem o pouco espaço que tem. Usa com eficiência e as descrições são precisas o suficiente para instigar a curiosidade e provocar a tensão no leitor. O final é de derrubar a gente bonito. A gente não espera aquilo.


Tem vários contos que nos remetem a Edgar Allan Poe, um autor que está marcado na escrita do Duda assim como H.P. Lovecraft. Poderia citar vários desses contos que trazem lembranças ou de O Corvo, ou de O Gato Preto, ou de A Queda da Casa de Usher. Mas, para mim o conto que define a maneira como Duda pensa Poe é A pena do corvo. Neste conto, um homem compra uma pena que o contrabandista afirma ter pertencido ao próprio Poe. O comprador testa o seu novo brinquedo e começa a ter uma estranha sensação criadora. A pena flutua pelas páginas como se tomada de vida própria. Ele perde a própria noção do tempo e quando ele finalmente sai do cômodo, existe uma estranha obsessão em conseguir outros artefatos de Poe. Será isso um desejo inconsciente do próprio Duda de encarnar a habilidade quase onírica do famoso poeta do trágico? Quantos de nós já não desejamos nos tornar um autor que idolatramos apenas para produzir algo no mesmo nível? É um estranho desejo que este conto consegue entregar com um horror súbito.


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O autor gosta também consegue entregar boas histórias pós-apocalípticas. Em Antigos, ele nos leva a um mundo habitado por criaturas de muitas patas semelhantes a aranhas. Uma delas, Quetza, nosso protagonista, ficou incumbido de entrar na Cidade Proibida onde obterá o conhecimento dos antigos, algo reservado apenas a uma casta de sacerdotes. Com essa premissa, Duda usa o protagonista como nossos olhos e ouvidos já que suas observações nos fazem descobrir mais sobre esse estranho lugar e seus mistérios. Mais ou menos no final, o personagem fica sabendo como o mundo chegou ao lugar em que se encontra. A narrativa serve para apresentar Quetza como um guardião do conhecimento, cuja difusão entre seus semelhantes não é interessante já que destruiria boa parte de suas crenças. Quetza fica em uma encruzilhada onde ele precisa pesar se a verdade é realmente necessária; se a ignorância pode ou não ser mais benéfica. Isso se apresenta a ele como um fardo terrível, algo que é contestado depois por um de seus semelhantes. Aliás, será o seu conhecimento sobre a Cidade Proibida que o salvará dos perigos desse estranho novo mundo. Se refletirmos um pouco sobre em que gênero podemos encaixar Antigos, podemos dizer que é a aventura de Duda Falcão pela weird fiction, que ganhou popularidade nos últimos anos graças a Jeff Vandermeer.


A partir da página 100 vamos começar a conferir alguns personagens ou cenários mais recorrentes do autor como os reinos de Lyu. Nas próximas coletâneas terão outras histórias passadas neste local. Aqui é o Duda entrando no universo das histórias de capa e espada, e sua pegada lembra demais a de Robert E. Howard (nome este forte nestes cenários recorrentes). Temos três histórias consecutivas neste cenário, mas queria destacar a primeira delas chamada Sem Lembranças daquele inverno. É aquela história típica do gênero com feiticeiros, maldições, mercenários, mulheres tentadoras e mortais. Na história um anão, servo do grande mago Gimedjin, está à procura de um mercenário famoso da região chamado Atreil. O mago deseja contratá-lo para recuperar um artefato de imenso poder roubado por sua discípula. O que parece ser uma tarefa simples se revela complicada já que a aluna se revela uma poderosa domadora de animais e o mercenário precisará de toda a sua habilidade para superar os desafios. É uma grande aventura em que os leitores irão se divertir com uma história bem direta neste sentido. Tem uma virada narrativa lá no final que vai nos pegar de surpresa.


Outro personagem do Duda Falcão que se tornou famoso é Kane Blackmoon, o caçador de recompensas que enfrenta poderosas criaturas sobrenaturais. De certa forma, Bisão do Sol Poente é a história de origem do Kane. Aqui a gente descobre como o personagem acabou se envolvendo com um mundo ao qual ele nada conhecia antes. Na história, Kane está atrás de Hector Calderón, o chefe de um grupo de bandoleiros que tem assaltado bancos e diligências da região. A recompensa é polpuda e Kane precisa de uns trocados para se manter por alguns meses. Só que quando ele chega até o local onde o bando parece ter se escondido, ele descobre que os membros do bando foram mortos junto com toda a população da cidade. Somente Calderon não é encontrado. Seguindo o encalço do líder do bando, Kane esbarra em Sunset Bison, um xamã sioux que parece conhecer mais do legado da família Blackmoon do que Kane poderia ter imaginado. Junto com estas informações, vem o aviso de que Calderon está sendo protegido por forças além de nossa imaginação. Duda cria um mundo baseado no gênero do faroeste estranho que Howard também tornando famoso. Gosto que o Duda moderniza o gênero e dá um rosto próprio ao que está escrevendo. Ele poderia ficar confortável apenas se baseando nos clichês do Howard e conseguindo um sucesso semelhante. Na minha opinião, o que Duda escreve está mais para os roteiros do Gianfranco Manfredi em Mágico Vento do que para o Robert E. Howard.


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Mas, Duda também consegue passar pela história e pela cultura brasileira, dando uma pitadinha do estranho em momentos específicos. Massacre na Caravela é um bom conto que se utiliza do choque cultural e da resistência indígena à chegada dos portugueses no Brasil colonial. É até uma maneira de fugir da falsa noção de que os portugueses foram recebidos de forma aberta e igual por todas as tribos indígenas dessa época. A protagonista possui uma característica especial: ela foi empossada por um espírito animal e desde então é dotada de algumas habilidades sobre-humanas. Quando os portugueses chegaram e não obtinham o que desejavam, eles partiam para o massacre das tribos indígenas locais. Algumas das tribos passaram a pegar em armas e a resistir à instalação dos mesmos no Brasil. Só que a diferença tecnológica oferecia uma vantagem devastadora a eles. É então que a protagonista entra: em dias de lua cheia, ela sofre uma terrível transformação e obtém uma força capaz de fazer frente a essa diferença entre colonizador e indígenas. Sim, é a releitura de Duda Falcão ao mito do lobisomem. Uma boa história!


O último conto do qual gostaria de fazer um breve comentário é o último chamado Humanos, Monstros e Máquinas. É a homenagem do Duda Falcão a Mary Shelley. Ele mostra a sua versatilidade criando um universo steampunk marcado por criaturas sobrenaturais. Mary, ainda solteira, adentra em um mundo de homens e mulheres exóticos ao conhecer Percy Shelley. Seu interesse por ciência vem do seu contato com seu mentor, o brilhante dr. Frankenstein. Ao se encantar por Percy, ela não sabe de onde vem essa súbita atração. Ao conhecê-lo melhor, ela se defronta com um mundo obscuro que vive nas margens de Londres. O desaparecimento de seu mentor vai suscitar uma série de desconfianças quanto a esse grupo com o qual ela se envolveu. Duda consegue manter a atmosfera do século XIX, colocando tecnologias avançadas aqui e ali para mudar a visão que temos desse mundo. É um conto bastante original que revisita algumas das histórias mais tradicionais da era vitoriana.


Poderia falar sobre vários dos outros contos, mas acho que vale a pena o leitor descobrir por si só a magia dos mundos e personagens criados pelo autor. É lógico que nenhuma coletânea é perfeita e vão haver aqueles contos menos interessantes ou aquele gênero de histórias que o leitor vai preferir pular. Normal. Aprendi nos anos em que analisei coletâneas que elas são um tema bastante subjetivo para cada leitor. Mas, a magia delas é que elas não tem uma ordem para serem lidas. O leitor pode iniciar por qualquer uma delas, seja indo desde o começo, escolhendo uma com um título interessante ou abrindo uma página aleatoriamente. Vai do gosto de cada um. Mas, admito que sempre consigo curtir as histórias do Duda. E acho que elas vão agradar a quem curte uma boa aventura ou uma história de terror daquelas bem pauleira.








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Ficha Técnica:


Nome: Mausoléu

Autor: Duda Falcão

Editora: Avec Editora

Número de Páginas: 272

Ano de Publicação: 2022


Avaliação:

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*Material recebido em parceria com a Avec Editora






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Conversa aberta. Uma mensagem lida. Pular para o conteúdo Como usar o Gmail com leitores de tela 2 de 18 Fwd: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br Caixa de entrada Ficções Humanas Anexossex., 14 de out. 13:41 (há 5 dias) para mim Traduzir mensagem Desativar para: inglês ---------- Forwarded message --------- De: Pedro Serrão Date: sex, 14 de out de 2022 13:03 Subject: Re: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br To: Ficções Humanas Olá Paulo Tudo bem? Segue em anexo o código do anúncio para colocar no portal. API Link para seguir a campanha: https://api.clevernt.com/0113f75c-4bd9-11ed-a592-cabfa2a5a2de/ Para implementar a publicidade basta seguir os seguintes passos: 1. copie o código que envio em anexo 2. edite o seu footer 3. procure por 4. cole o código antes do último no final da sua page source. 4. Guarde e verifique a publicidade a funcionar :) Se o website for feito em wordpress, estas são as etapas alternativas: 1. Open dashboard 2. Appearence 3. Editor 4. Theme Footer (footer.php) 5. Search for 6. Paste code before 7. save Pode-me avisar assim que estiver online para eu ver se funciona correctamente? Obrigado! Pedro Serrão escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:42: Combinado! Forte abraço! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:41: Tranquilo. Fico no aguardo aqui até porque tenho que repassar para a designer do site poder inserir o que você pediu. Mas, a gente bateu ideias aqui e concordamos. Em qui, 13 de out de 2022 13:38, Pedro Serrão escreveu: Tudo bem! Vou agora pedir o código e aprovação nas marcas. Assim que tiver envio para você com os passos a seguir, ok? Obrigado! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:36: Boa tarde, Pedro Vimos os dois modelos que você mandou e o do cubo parece ser bem legal. Não é tão invasivo e chega até a ter um visual bacana. Acho que a gente pode trabalhar com ele. O que você acha? Em qui, 13 de out de 2022 13:18, Pedro Serrão escreveu: Opa Paulo Obrigado pela rápida resposta! Eu tenho um Interstitial que penso que é o que está falando (por favor desligue o adblock para conseguir ver): https://demopublish.com/interstitial/ https://demopublish.com/mobilepreview/m_interstitial.html Também temos outros formatos disponíveis em: https://overads.com/#adformats Com qual dos formatos pensaria ser possível avançar? Posso pagar o mesmo que ofereci anteriormente seja qual for o formato No aguardo, Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:15: Boa tarde, Pedro Gostei bastante da proposta e estava consultando a designer do site para ver a viabilidade do anúncio e como ele se encaixa dentro do público alvo. Para não ficar algo estranho dentro do design, o que você acha de o anúncio ser uma janela pop up logo que o visitante abrir o site? O servidor onde o site fica oferece uma espécie de tela de boas vindas. A gente pode testar para ver se fica bom. Atenciosamente Paulo Vinicius Em qui, 13 de out de 2022 12:39, Pedro Serrão escreveu: Olá Paulo Tudo bem? Obrigado pela resposta! O meu nome é Pedro Serrão e trabalho na Overads. Trabalhamos com diversas marcas de apostas desportivas por todo o mundo. Neste momento estamos a anunciar no Brasil a Betano e a bet365. O nosso principal formato aparece sempre no topo da página, mas pode ser fechado de imediato pelo usuário. Este é o formato que pretendo colocar nos seus websites (por favor desligue o adblock para conseguir visualizar o anúncio) : https://demopublish.com/pushdown/ Também pode ver aqui uma campanha de um parceiro meu a decorrer. 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Vou conversar com os demais membros do site a respeito e te dou uma resposta com esses detalhes em mãos e conversamos melhor. Atenciosamente Paulo Vinicius (editor do Ficções Humanas) Em qui, 13 de out de 2022 11:50, Pedro Serrão escreveu: Bom dia Tudo bem? O meu nome é Pedro Serrão, trabalho na Overads e estou interessado em anunciar no vosso site. Pago as campanhas em adiantado. Podemos falar um pouco? Aqui ou no zap? 00351 91 684 10 16 Obrigado! -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! 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