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Um mês abarrotado de novidades. Temos um clássico das histórias de faroeste, mais livros do Box Brown e muitos, mas muitos quadrinhos nacionais. Fiquem ligados na postagem deste mês que está pegando fogo!


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"Uma entidade observa tudo" e "Poderoso" de Box Brown


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Ficha Técnica:


Nome: Uma entidade observa tudo Nome: Poderoso

Autor: Box Brown Autor: Box Brown

Editora: Skript Editora: Skript

Gênero: Ficção Científica Gênero: Humor

Tradutor: Carlos Rutz Tradutor: Carlos Rutz

Número de Páginas: 152 Número de Páginas: 40


Prazo da campanha: 25/07

Data de entrega: agosto de 2023



Sinopse (Uma entidade observa tudo): UMA ENTIDADE OBSERVA TUDO traz contos de ficção científica e exploração mental escritas e desenhadas por Box Brown. Cada história é destacada com uma variedade de cores e incluem contos sobre aliens, a caçada pelo waffle perfeito, um guerreiro das estrelas, um culto às mídias sociais e a importância da pizza.


Sinopse (Poderoso): PODEROSO é uma grande sátira a Donald Trump, ex-presidente de extrema direita dos EUA. Na HQ somos apresentados a um megalomaníaco em conflito com sua rica família. Mas... o que aconteceria se ele decidisse seguir suas inclinações artísticas ao invés de um projeto de poder? Hilária, passional e imprevisível, como só Box Brown sabe ser.


Principais Formas de Apoio:


1 - Combo: R$54,00


- Hqs impressas (limitado a 100 exemplares)

- frete calculado ao final da compra


2 - Uma entidade observa tudo: R$54,00


- Hq impressa

- frete calculado ao final da compra


3 - Poderoso: R$24,00


- Hq impressa

- frete calculado ao final da compra


"As Melhores de um Sábado Qualquer" de Carlos Ruas


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Ficha Técnica:


Nome: As melhores de um sábado qualquer

Autor: Carlos Ruas

Editora: Independente

Gênero: Humor

Número de Páginas: 208

Prazo da campanha: 12/07

Data de entrega: setembro de 2023



Sinopse: Meu povo! Estou lançando novo livro “O melhor do Um Sábado Qualquer”. Nestes 13 anos de trabalho produzi mais de 2 mil tiras, destas, selecionei as melhores. Elas foram atualizadas, repensadas e redesenhadas, além de ter acrescentado pensamentos e textos autorais, para que vocês possam conhecer mais do autor que está por trás dos desenhos.


Algumas tiras estavam em baixa resolução, outras com o humor datado, por isso a necessidade de, não só selecioná-las, mas revê-las com o olhar atualizado. Acredite, eu redesenhei todas! Foi bem trabalhoso, mas super gratificante. Considero este livro a versão definitiva, que resume tudo o que preguei em meus quadrinhos do USQ na última década.


Principais Formas de Apoio:


1 - Minha nuvem minha vida: R$68,00


- Hq impressa

- Hq em PDF

- Brindes

- Frete calculado ao final da compra


2 - Salvação com Deck: R$130,00


- Hq impressa

- Hq De onde viemos impressa

- Hq em PDF

- Brindes

- Frete calculado ao final da compra


3 - Salvação Pet Plus: R$140,00


- Hq impressa

- HQ A bíblia gatólica

- HQ O livro sagrado pacão

- Hq em PDF

- Brindes

- Frete calculado ao final da compra


4 - Salvação Ostentação: R$200,00


- Hq impressa

- HQ A bíblia gatólica

- HQ O livro sagrado pacão

- Hq De onde viemos impressa

- Hq em PDF

- Brindes

- Frete calculado ao final da compra


"História do Oeste vols. 1 e 2" de Gino D'Antonio


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Ficha Técnica:


Nome: História do Oeste vols. 1 e 2

Autor: Gino D'Antonio

Editora: Saicã

Gênero: Faroeste

Tradutor: não informado

Número de Páginas: 216 (vol. 1) e 204 (vol. 2)

Prazo da campanha: 27/07

Data de entrega: setembro de 2023



Sinopse: Storia del West, um dos maiores sucessos dos quadrinhos de faroeste do mundo, foi criada por Gino D'Antonio e Renzo Calegari em 1967, na Itália, pelo selo da EDIZIONI ARALDO, atual SBE. Em seus 73 números contou a colonização dos Estados Unidos da América, através da saga da famíla MacDonald. Além dos dois criadores, outros renomados desenhistas italianos trabalharam na série, como Sergio Tarquinio, Renato Polese, e Giorgio Trevisan.

O clã MacDonald vai passando de geração em geração, acompanhando os principais acontecimentos do Oeste, como a corrida do ouro na Califórnia, a batalha de Álamo e as diversas guerras indígenas. A ficção se mistura com a realidade, e ao lado dos heróis fictícios desfilam personagens reais como o General Custer, Wild Bill Hickok, Buffalo Bill, Calamity Jane, Kit Carson, Jim Bridger, Billy the Kid, Geronimo e Cochise, entre outros.


Entendendo que os personagens do inicio da série, Brett e Sicaweja, haviam sido pouco explorados, quando a série foi reeditada, Gino D'Antonio incorporou mais 200 páginas inéditas, entre os números 1 e 3 da coleção, espichando a série para 75 números, e é essa a versão que a EDITORA SAICÃ vai trazer para você, nessa que é a terceira passagem de HISTÓRIA DO OESTE no Brasil (mais tarde contaremos em detalhes toda sua trajetória em solo verde-amarelo), dessa vez com a beleza das cores, e em capa dura.


Principais Formas de Apoio:


1 - Combo 1: R$180,00


- História do Oeste vols. 1 e 2 impressa

- encartes destacáveis com as capas

- frete calculado ao final da compra


2 - Combo 2: R$90,00


- História do Oeste vols. 1 impressa

- encarte destacável com a capa

- frete calculado ao final da compra


"Clube dos 27" de Wes Oliveira e Isaque Sagara


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Ficha Técnica:


Nome: Clube dos 27

Autor: Wes Oliveira

Artista: Isaque Sagara

Editora: Ub Editora e Trem Fantasma

Gênero: Terror

Número de Páginas: 100

Prazo da campanha: 14/07

Data de entrega: agosto de 2023











Sinopse: Um jovem escritor, fascinado pelo mistério que envolve músicos e artistas, se vê envolvido em uma trama cada vez mais instigante e perigosa.


É possível que haja mais do que uma mera coincidência nas abreviadas vidas de jovens talentos?


O quadrinista e músico Isaque Sagara se une ao roteirista Wes Oliveira para apresentarem uma história completa de suspense, cheia de rostos conhecidos e que narra a busca da verdade sobre o "clube dos 27" - um conjunto de grandes e famosos artistas que morreram misteriosamente com a mesma idade.


Principais Formas de Apoio:


Clube dos 27: R$54,00


- Hq impressa

- frete calculado ao final da compra


"Dossiê Grandes Revistas: Superman e Batman" de Editora Heroica


Ficha Técnica:


Nome: Dossiê Grandes Revistas - Superman e Batman

Organizado por Editora Heroica

Editora: Heroica

Gênero: Não-ficção

Número de Páginas: não informado

Prazo da campanha: 01/07

Data de entrega: julho de 2023



Sinopse: Depois de lançar seis volumes da coleção DOSSIÊ GRANDES REVISTAS – focados nos primeiros gibis da Marvel publicados pela Editora Abril –, partimos agora para desvendar os bastidores do universo DC na empresa dos Civita.


E o lançamento é duplo, composto pelos novíssimos volumes # 7 (Super-Homem, de 1984-2002) e # 8 (Batman, de 1984-2002), que estão em fase final de edição e revisão.


Esses dois dossiês mostram o esforço da redação Abril em trazer o lado mais moderno da editora do Homem de Aço e do Homem-Morcego. Além disso, as primeiras revistas DC/Abril seriam recheadas de aventuras marcantes da Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman, Liga da Justiça...


Principais Formas de Apoio:


1 - Kit 1 - Dossiê 7: R$27,00


- dossiê Superman

- infoposter 24 x 45cm

- frete calculado ao final da compra


2 - Kit 2 - Dossiê 8: R$27,00


- dossiê Batman

- infoposter 24 x 45cm

- frete calculado ao final da compra


3 - Kit 3 - Dossiê 7 e 8: R$50,00


- dossiê Superman e Batman

- 2 infoposter 24 x 45cm

- frete calculado ao final da compra


"O Fantasma da Ópera em São Paulo" de Larissa Palmieri e Al Stefano


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Ficha Técnica:


Nome: O Fantasma da Ópera em São Paulo

Autora: Larissa Palmieri

Artista: Al Stefano

Editora: Zapata Edições

Gênero: Terror

Número de Páginas: 96

Prazo da campanha: 16/07

Data de entrega: julho de 2023








Sinopse: Livremente inspirado no livro de Gaston Leroux, esta versão de o Fantasma da Ópera traz os personagens do clássico francês para a Semana de Arte Moderna de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, com uma caracterização steampunk e uma visão única nas mãos de Larissa Palmieri e Al Stefano.


Principais Formas de Apoio:


HQ Impressa: R$36,00


- HQ impressa

- Autógrafo na edição

- Frete calculado ao final da compra


"Deusas da Terra" de Larissa Dias e Piero Bagnariol


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Ficha Técnica:


Nome: Deusas da Terra

Autora: Larissa Dias

Artista: Piero Bagnariol

Editora: Quadriculando

Gênero: Fantasia

Número de Páginas: 132

Prazo da campanha: 24/06

Data de entrega: julho de 2023








Sinopse: Deusas da Terra é o primeiro quadrinho nacional da Editora Quadriculando, publicado em formato de álbum, com roteiros de Larissa Dias e desenhos de Piero Bagnariol.


A HQ apresenta os temas da mitologia comparada e do sagrado feminino na imagem de uma guerreira de uma aldeia mágica e sagrada, uma Sacerdotisa da Terra, que luta para conter as catástrofes ambientais que ameaçam o nosso planeta. Toda a história parte da premissa de um terrível acontecimento: a destruição da Grande Serpente, a guardiã da Mãe-Terra, durante o ritual de iniciação da nossa heroína. Mas algo muito pior está por vir, pois o mundo também corre um grande perigo que somente Mirela e seus companheiros poderão evitar.


Principais Formas de Apoio:


Deusas da Terra: R$79,00


- HQ impressa

- ecobag para os 50 primeiros compradores

- frete calculado ao final da compra


"Inko 2023.1 - Aeroporto Alienígena" organizado por Rapha Pinheiro


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Ficha Técnica:


Nome: Inko 2023.1 - Aeroporto Alienígena

Organizado por Rapha Pinheiro

Editora: Autopublicado

Gênero: Ficção Científica

Número de Páginas: variável

Prazo da campanha: 07/07

Data de entrega: outubro de 2023










Sinopse: Inko é o resultado do trabalho dos alunos dos cursos da escola de mesmo nome, produzidos ao longo de um semestre de aulas e produção.


Temos histórias e ilustrações de todos os gêneros com apenas uma coisa em comum: todas abordam o tema Aeroporto Alienígena.


No início do curso, todos são apresentados ao tema e precisam trabalhar para preparar um trabalho final para concluirem o aprendizado. Esse trabalho é publicado aqui, no Inko, que serve tanto como portfólio quanto como prova de que eles são sim capazes de terminar um projeto artístico.


O Inko também acaba sendo uma espécie de divisão de base do Universo Guará, visto que muitos alunos acabam trabalhando para a editora. Temos veteranos trabalhando até para o mercado internacional! É um lugar para conhecer colegas artistas, fazer parcerias e, acima de tudo, produzir arte. Depois que o curso acaba, os alunos continuam com acesso à comunidade no Discord, os grupos de Whatsapp com os colegas e continuam produzindo cercado de gente que também está querendo publicar.


Todo o processo de produção foi colaborativo e fazer uma campanha de financiamento coletivo só ajuda a galera a entender como se integrar na cena de quadrinhos brasileira.


Depois do sucesso das campanhas do Cabana Tropical (2021.1), Emboscada (2021.2), Ruínas Submersas (2022.1) e Churrasco na Laje (2022.2), estamos produzindo o livro do semestre que está acabando agora, 2023.1.


Principais Formas de Apoio:


Inko - Aeroporto Alienígena: R$36,00


- HQ impressa

- Frete grátis


"Mundinho Linhadotrem" de Raphael Salimena


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Ficha Técnica:


Nome: Mundinho Linhadotrem

Autor: Raphael Salimena

Editora: Draco

Gênero: Humor

Número de Páginas: 240

Prazo da campanha: 12/07

Data de entrega: novembro de 2023





Sinopse: A primeira coletânea de tirinhas do Linha do Trem escritas e desenhadas pelo Raphael Salimena foi um sucesso absoluto aqui no Catarse. Por isso, decidimos publicar uma continuação com outro compilado de todas as tirinhas produzidas em 2021!


Desde que começou a produzir 5 tiras por semana, o premiado autor encontrou um caminho de trabalhar apenas com quadrinhos: um grupo de assinantes que recebe as tiras com exclusividade. Por isso, suas tiras insanas e cheias de experimentalismo continuam inéditas para o grande público.


Como todos os principais trabalhos de Salimena são publicados pela Editora Draco, era uma questão e tempo para publicarmos o segundo livro de suas tirinhas. E foi assim que nasceu: "Mundinho Linhadotrem".


Principais Formas de Apoio:


Mundinho Linhadotrem: R$85,00


- HQ impressa

- cupom de 20% de desconto no site da editora Draco

- nome nos agradecimentos

- todas as metas estendidas

- frete calculado ao final da compra


"Corazon parte III" de Dan Borges


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Ficha Técnica:


Nome: Corazon Parte III

Autor: Dan Borges

Editora: Autopublicado

Gênero: Ficção Científica

Número de Páginas: 92

Prazo da campanha: flexível

Data de entrega: dezembro de 2023












Sinopse: Após ficar viúva, Rosário Lopez (Rose) se dedicou inteiramente a criar seu filho Miguel e levar uma vida tranquila. Mas seu mundinho feliz desaba quando descobre que invadiram sua casa e seu filho está desaparecido! Em um lugar marcado pela corrupção e violência como Iztapalapa (México), tudo sempre é mais do que aparenta, e logo Rose descobre que este incidente em sua vida é apenas uma parte de algo muito mais complexo.


Principais Formas de Apoio:


1 - Corazon parte III: R$40,00


- HQ impressa

- autógrafo na edição

- nome nos agradecimentos

- frete calculado ao final da compra


2 - Corazon completo: R$110,00


- todas as HQs impressas

- autógrafo na revista Corazon parte III

- nome nos agradecimentos

- frete calculado ao final da compra


"Urubu-Rei" de Fabio Gimovski


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Ficha Técnica:


Nome: Urubu-Rei

Autor: Fabio Gimovski

Editora: Urukum

Gênero: Ficção

Número de Páginas: 120

Prazo da campanha: 15/07

Data de entrega: novembro de 2023






Sinopse: Benedito não conheceu seus pais, não tem nome de família e nem herança. Traído por um coiteiro de seu próprio bando, formado por excluídos, quilombolas e ex-escravos, é assassinado e seu pequeno mundo se torna um inferno pessoal. Enquanto seu espírito percorre um mundo sombrio, seu corpo é encontrado por um Caboclo Juremeiro que o conduz a um mergulho na própria história em um ritual com a entidade indígena Urubu-Rei.


Nessa jornada, conhecemos a origem de Benedito, agora Urubu-Rei, e também conhecemos alguns outros personagens que o influenciam, como: Caroço, um cão de 3 cabeças, Beato, um profeta do sertão inspirado em Antonio Conselheiro e Camacuã, cabocla de Nanã.


Principais Formas de Apoio:


Urubu-Rei: R$55,00


- HQ impressa

- marcador de páginas

- frete calculado ao final da compra



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Depois de ajudar seus companheiros e fugir de um vórtice dimensional, Norrin Radd acaba caindo em um estranho planeta na aurora dos tempos. Lá ele vai se deparar com um ser que é pura escuridão. Ele vai revisitar alguns de seus maiores pecados e no meio disso lutar para não se tornar aquele que ele mais teme: a própria morte.


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Sinopse:


O caos reina em toda a galáxia após o assassinato de Thanos por sua filha adotiva Gamora. Durante a leitura do testamento do Titã Louco, a Ordem Negra — a milícia particular de Thanos — ataca os convidados e os abre um buraco negro no meio da cerimônia. Alguns dos maiores heróis do cosmo vão parar nesse abismo, entre eles o Surfista Prateado, que precisa sobreviver a essa jornada pela escuridão. (Silver Surfer: Black 1-5)






O Surfista Prateado é um personagem clássico criado pela dupla Stan Lee e Jack Kirby que proporcionaram algumas das histórias mais recordadas do personagem. Desde então poucos roteiristas conseguiram captar a verdadeira essência dele e o que o leva a ser essa criatura virtuosa que ele é. Tivemos algumas boas fases e momentos em que ele fez parte de equipes como o Quarteto Fantástico, os Defensores ou até os Guardiões da Galáxia. Mas, sempre me volto para as histórias do velho Stan quando quero me recordar dele. Donny Cates, um dos roteiristas mais elogiados dos últimos anos com histórias que incorporam aquele fator diversão, tenta trazer uma nova história do personagem, sendo influenciado pela visão clássica dele. Ao seu lado está um dos desenhistas mais diferenciados atualmente, Tradd Moore, que traz uma abordagem bem psicodélica para as páginas. Junte diversão e psicodelia a esse personagem, coloque no caldeirão e o resultado é um material bem exótico do catálogo da Casa das Ideias.


Depois de lidar com uma situação perigosa quando a Ordem Negra vai resgatar o corpo do então falecido Thanos, o Surfista e os Guardiões da Galáxia acabam sendo capturados por um vórtice que tem tudo para destruir a todos caso ele não seja capaz de lidar com o problema. Usando seus poderes cósmicos, Norrin Radd consegue atacar o ponto fraco do vórtice e libertar seus companheiros. Mas, como consequência disso, ele acaba usando a maior parte de seus poderes e ficando em um estado de suspensão enquanto é carregado pelo tempo e espaço. Quando desperta, ele se vê atraído por um imenso planeta que parece estar engolindo os outros com sua escuridão. Ele pega sua prancha e vai até lá descobrir o que está acontecendo. O cenário ao seu redor é desolador, com cinza e trevas por toda a parte além de estranhas criaturas as quais ele nunca havia visto antes. É então que ele chega a um titânico portão protegido por três guardiões. O surfista pede aos guardiões para poder falar com o líder do planeta para tentar ajudá-lo a retornar a seu tempo, mas ele é atacado logo em seguida. Sem entender o que está acontecendo, a única justificativa dada é que o surfista é brilhante demais. O que está acontecendo neste planeta?


É inegável como Donny Cates bebeu das histórias originais do personagem escritas por Stan Lee. A gente percebe algumas das motivações de redenção e culpa que tanto formam este ser virtuoso. O roteiro dele explora uma jornada de redenção e aceitação do mesmo enquanto procura dar sua própria cara à história, introduzindo alguns de seus conceitos que serão aproveitados em futuros quadrinhos roteirizados por ele. É importante destacar que a série não é uma cópia do que Stan fez, mas sim algo pensado por uma mente atual como a do Cates. Só isso já valida o trabalho do autor: ele se baseia no que havia antes, mas dá a sua identidade a ela. Geralmente ouço muitos críticos do Cates dizendo que ele se importa mais com o fator diversão e suas HQs não tem tanta reflexão assim. Não sei quanto a outros trabalhos do autor, mas não é o caso aqui. Existe sim uma história bem cheia de altos conceitos, mas a exploração do que faz o surfista funcionar é bastante interessante e há um arco claro de desenvolvimento pessoal dele. Ao final da série, Norrin é uma nova pessoa com uma nova visão sobre si e seu papel no universo. Apesar de fazer referências a outras histórias, como o que fez o surfista estar no início da história naquela situação, não há uma necessidade absoluta de ler outras coisas. Dá para ler numa boa sem se inteirar no universo Marvel, basta só conhecer o básico sobre o personagem. Apesar de que até isso Cates explora bem no começo apresentando ao leitor quem ele é, o que faz e por que ele é do jeito que é.


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A arte do Tradd Moore é um escândalo. Sua maneira de pensar as páginas, os quadros e o seu preenchimento foge aos manuais de regras clássicas. Seus quadros não são retos ou geométricos, mas angulares, curvilíneos. Isso oferece uma outra visão a como os quadros e as sarjetas são usadas. Fornece ao artista mais liberdade para a montagem da página. Claro, não dá para ser tão livre o tempo inteiro, sendo que ele retoma o modelo tradicional quando as cenas não exigem isso, mas quando Moore dá aquela pirada, é de ficarmos pasmos com o que ele consegue fazer. Mesmo os ângulos de visão onde ele situa a câmera para o personagem são estranhos como um visual de baixo para cima em um efeito meio contra-plongée. É bizarro porque o personagem parece em uma escala estranha, mas ao mesmo tempo curiosa. Suas composições de cena também fogem ao parâmetro com o emprego de quadros curvos que oferecem uma psicodelia que combina perfeitamente com a história. A estranheza das criaturas do planeta onde Norrin vai parar ou a própria visão de um Ego, o Planeta Vivo, em sua infância. É trippy e faz com que a HQ pareça ter saído dos anos 70. A representação da escuridão buscando corromper o corpo metálico do surfista também é lindo. O leitor fica apreensivo porque é uma situação crescente à medida em que a história avança, mas Moore consegue entregar um modelo de personagem lindíssimo. A brincadeira entre luz e sombras se estende por todas as cinco edições.


As cenas de ação são muito bem construídas. E aí ajuda o fato de roteiro e arte estarem em completa sintonia. Logo na primeira edição temos uma batalha épica entre o surfista e os três guardiões. É legal que como o Moore foge das convenções, suas cenas ganham em originalidade e não seguem um padrão comum, podendo acontecer em um plano de horizonte maior. Não diria tridimensionalidade, porque pensar espaço é pensar tempo também, então todos os personagens se movimentam de maneira inesperada. Tem uma cena brutal do surfista passando por baixo de um dos guardiões e a prancha vindo em sentido oposto acertando o adversário. Com a progressão da história, as situações vão ficando cada vez mais abstratas até que os momentos de luta ultrapassam as meras convenções humanas. A gente se perde em toda uma riqueza de detalhes e coisas acontecendo nos quadros. Ao final o clímax parece mais uma batalha de abstrações com energias que se vinculam á própria criação. É o puro suco da ficção científica em sua plenitude. A escolha do Tradd Moore foi muito acertada aqui.


Só que não podemos esquecer do colorista, Dave Stewart. Sei que a arte do Tradd Moore é maravilhosa, mas as escolhas ousadas de cores também ajudam bastante a oferecer toda a potencialidade que a arte esboça. E é bastante curioso pensarmos em como uma HQ cujo título é Surfista Prateado - Escuridão é tão colorida e lisérgica como ela é. E eu não conseguiria pensá-la de outra maneira. Stewart consegue sair desde as cores pálidas do planeta na aurora dos tempos, passando pelas manipulações energéticas no espaço, à variedade de cores do planeta vivo e às lembranças de outros tempos de Norrin. Se os ângulos estranhos do Tradd Moore são impressionantes, a escolha e a certeza de uma palheta de cores tão variada são o sinal de um colorista de mão cheia. Imaginem se as cores empregadas fossem foscas ou só ficassem em uma palheta mais escura para combinar com o clima de tristeza e culpa do enredo?


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Essa é uma aventura na qual o surfista vai pensar em todas as suas ações realizadas até hoje como arauto de um devorador de mundos como é Galactus. O quanto no começo de seu papel ao lado deste ser ele apenas observava com frieza o momento da destruição acontecendo. E ele nada fazia por aqueles que estavam nos planetas até porque ele não entendia o porquê de ele dever ajudar. Aos poucos sua mente foi se tornando menos gélida e seu coração foi se compadecendo com os gritos de trilhões de vidas destruídas. O surfista se sente culpado por não ter feito nada antes por aqueles que precisavam. Durante a aventura lhe é dada a escolha de alterar o passado e talvez evitar tantas mortes. Uma única ação em um momento de formação do universo poderia causar inúmeras repercussões. A questão ética é, se ele faz isso e muda para sempre a história do universo, isso vai realmente satisfazê-lo. Será que é o fim que importa e não a jornada? O Norrin de hoje é formado por um somatório de experiências passadas que o fizeram chegar até esse momento específico. O passado já acabou, não há como remediar. Uma ação tão vil não faria dele igual àquele que ele deseja destruir?


Cates nos traz também a questão do equilíbrio universal, algo que Stan Lee nos trouxe décadas atrás. É compreensível pensarmos em Galactus como um destruidor de mundos, um vilão com poderes absurdos. Mas, será que o universo seria realmente melhor sem ele? Tudo na existência é formado por dicotomias, bem x mal, luz x escuridão, vida x morte. Isso é parte da existência e negar algo pode colocar tudo em desequilíbrio, causando distorções na maneira como a existência se forma. Por várias histórias Galactus já foi pensado como uma espécie de regulador universal, destruindo quando existe a necessidade de fazê-lo. Nos números finais da série, Cates nos apresenta esse argumento colocando alguns níveis a mais na conversa. Ao mesmo tempo ele introduz o Rei da Escuridão, Knull. Este seria a representação da escuridão ancestral, quando o universo ainda se formava e a luz era negada a qualquer custo. Knull não é necessariamente maligno, mas uma essência da verdadeira escuridão que enxerga no brilho um inimigo natural. Ele não representa a morte, mas a submissão às trevas. Se almejamos a individualidade, as trevas operam a partir da coletividade, da negação do pensamento individual.


Surfista Prateado - Escuridão é uma ótima série que procura dar um novo objetivo a um personagem que não foi tão explorado assim há tantos anos. Cates traz consigo a diversão e o entretenimento de sua pegada clássica ao mesmo tempo em que bebe dos criadores do personagem. A escolha por Tradd Moore como artista foi muito acertada e faz com que a HQ ganhe individualidade, psicodelia e estranheza o que a faz se diferenciar na estante. Não considero um roteiro memorável, mas certamente é bastante divertido e apresenta um outro lado para o personagem. E ainda abre portas para outras possibilidades em futuras histórias.


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Ficha Técnica:


Nome: Surfista Prateado - Escuridão

Autor: Donny Cates

Artista: Tradd Moore

Colorista: Dave Stewart

Editora: Panini Comics

Tradutor: Leo "Kitsune" Camargo

Número de Páginas: 120

Ano de Publicação: 2020


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Uma das animações mais famosas de todos os tempos entre as animações da Disney. Ela nos leva a um mundo estranho onde nada parece fazer sentido. Nossa protagonista, Alice, busca desesperadamente uma maneira de voltar para casa, mas tudo o que ela consegue é ficar grande ou pequena. E agora?


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Considerado um daqueles filmes em animação que são sinônimo do que é a Disney, ao lado de outros como Branca de Neve e os Sete Anões, O Mágico de Oz e Cinderela, Alice no País das Maravilhas representa muito do que é a inocência e a curiosidade infantil. Não é preciso dizer que a animação não envelheceu tão bem assim, até porque ela é de 1951, mas a colorização ajudou a dar mais tempo de vida ao longa-metragem. Existe uma série de reservas acerca da animação, principalmente no que diz respeito à adaptação do material original em si (spoiler: muita liberdade de adaptação ficando diferente do original) e em relação ao ritmo e fluidez da história. Mesmo assim, a Walt Disney Animations conseguiu trazer um filme que é atemporal e consegue ser assistido por todas as idades. Alice faz parte da cultura infantil talvez até mais do que o livro de Lewis Carroll ou a famosa adaptação cinematográfica estrelada por Judy Garland. Até mesmo o físico e as vestimentas da personagem se tornaram memoráveis graças à animação.


Sendo um filme de 1951, a animação de Alice tem uma história bastante curiosa. Foi um dos primeiros roteiros para o cinema produzidos pelo próprio Walt Disney quando ele ainda trabalhava na Laugh-O-Gram Studio. Disney chegou a produzir um curta metragem em animação para uma série da Laugh-O-Gram que também era vagamente parecido com os livros de Carroll. Só que a empresa faliu em 1923 e Disney nunca viu seu roteiro ver a luz do dia. Só que a produção acabou se tornando uma espécie de portfolio para ele quando embarcou para Hollywood. Lá ele buscou o apoio de seu irmão mais velho Ron e convidou vários de seus antigos companheiros da Laugh-O-Gram como Ub Iwerks (um dos criadores do Mickey Mouse), Rudolph Iseng, Fritz Freleng, Carman Maxwell e Hugh Harman que vieram a compor o Disney Brothers Studio. Em 1933 eles tentaram emplacar mais uma vez uma adaptação dessa vez em live-action estrelando a atriz Mary Pickford, só que acabaram optando por Branca de Neve e os Sete Anões para não competirem com a adaptação da Paramount que tinha Charlotte Henry como Alice. Mais uma vez o projeto foi engavetado. Isso aconteceu principalmente por causa dos altos custos de animações como Bambi, Pinóquio e Fantasia. É aí que vem o pós-Segunda Guerra e Walt Disney tem uma ideia um tanto inusitada: convida Aldous Huxley (sim, o autor de Admirável Mundo Novo) para reescrever seu roteiro para o longa. As ideias de Huxley foram exóticas demais para aquilo que Disney queria e ele deixou o projeto de lado mais uma vez. Em 1946, Disney abandona de vez a ideia de produzir um live action porque acreditava que o livro de Carroll seria melhor adaptado em uma animação. Por conta de algumas disputas legais, a animação só saiu nos cinemas em 1951.


A direção ficou a cargo de três pessoas: Clyde Geronimi, que dirigiu vários curta-metragens estrelando o Mickey além de outros longas da empresa como Dumbo e Bambi; Wilfred Jackso, responsável por dirigir as sequências de animação de vários filmes como Branca de Neve e Bambi; e Hamilton Luske, que atuava como supervisor de animação e era um dos homens de confiança de Walt Disney. O roteiro ficou a cargo de toda uma equipe que envolvia além dos diretores, roteiristas responsáveis por cada segmento de cena da animação. Esse é um método repetido inúmeras vezes pelo estúdio nesses anos iniciais e que chegou até o período do Renascimento da Disney. Hoje é que os roteiros possuem uma equipe menor do que foi no passado. A trilha sonora ficou a cargo de Oliver Wallace que atuou em diversos filmes dessa fase de ouro da Disney como Dumbo, Bambi, Cinderela. Também foi um dos responsáveis pelas músicas e sons dos curta metragens do Mickey. Curiosamente a primeira exibição de Alice no País das Maravilhas foi um fracasso de bilheteria. A crítica foi bastante negativa e frisava em o quanto a animação destoava do material original. Na década de 1970, houve o relançamento da animação nos cinemas e neste segundo momento houve uma recepção bem melhor com várias salas de cinema ficando com lotações esgotadas para os horários de exibição. O marketing da época foi bastante inteligente usando o período mais psicodélico com toda a vibe do Paz e Amor e de Woodstock como gatilho para atrair um público fora da bolha.


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Meu problema com esse longa metragem nem é tanto pela animação. Gosto bastante dela e a sequencialidade dada às cenas é impressionante até os dias de hoje. Imaginem que cada quadro dessa animação foi desenhado à mão por uma enorme equipe de animadores. A gente pode ter uma vaga ideia de quantas pranchas de animação foram feitas para criar esse clássico com pouco menos de 90 minutos de duração. Mesmo com alguns cenários mais chapados, vale a pena prestarmos atenção nos movimentos dos personagens. Toda a animação é repleta de movimentos e piruetas por toda a parte. Em nenhum momento estranhei os exageros ou as piadas de movimento. Parece que o filme foi feito para elas. Tem duas cenas específicas que demonstram o quanto esse filme é incrível: a festa do chá do Chapeleiro Maluco e o jogo de croqué com a Rainha de Copas. Se vocês puderem, observem calmamente essas cenas e pensem: este é um filme de 1951. Sem nenhuma das técnicas que usamos hoje para animar personagens. Mesmo as animações da década de 1990. O que se consegue fazer aqui era pioneiro em vários sentidos. O estúdio criou coisas a partir do nada. Sim, havia a experiência de mais de uma década com os curtas do Mickey, mas nada se compara a um projeto feito para ser exibido na tela grande do cinema por mais de uma hora.


Agora o roteiro... Talvez me incomode mais porque já devo ter lido o livro de Lewis Carroll umas cinco ou seis vezes, pelo menos (Alice esteve até em uma citação na minha dissertação de mestrado onde discutia sobre teoria da História). Então, conheço muito bem a obra de cabo a rabo. A animação se propôs a pegar cenas dos dois livros, Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho. Então não estranhem ver Humpty Dumpty, a Lagarta, a Lebre de Março, o Gato de Cheshire e o Chapeleiro na mesma aventura. Isso porque Walt Disney excluiu o Jabberwocky que iria aparecer na floresta. A intenção de Disney era traduzir a história para um público maior, então ele acaba tomando várias liberdades em relação ao material original. Cenas que não necessariamente existiam, personagens dos dois livros que se encontram, ou até materiais que foram excluídos por falta de tempo. Cadê a tartaruga sabida???? Por mais que Disney tenha tentado fazer o roteiro ser mais dinâmico, o acha repetitivo em alguns momentos e precisei parar duas vezes de assistir. Apesar disso, adorei a cena do julgamento e era assim que imaginava que seria. Toda a confusão e a corrida para lá e para cá. A solução para o final me agradou de maneira mediana.


A história tenta beber um pouco do nonsense de Lewis Carroll. A narrativa do livro muitas vezes não tem sentido algum e a personagem explora um mundo mágico sem muita direção, seguindo sua curiosidade e senso de aventura. Só que existe uma diferença grande entre nonsense e incoerência. Em diversos momentos da história, uma cena acontece apenas porque sim. Não tem a ver com a exploração do mundo ou até uma tentativa de sair do País das Maravilhas, mas algo feito para criar uma sequência musical ou algo de impacto. Talvez essa incoerência venha da sobreposição das duas histórias. Carroll pode ter escrito uma história que usa e abusa da falta de sentido, no entanto existe uma lógica insana em como as coisas se sucedem. Por outro lado, gosto de como Disney soube ser bastante lisérgico na história. Algumas das cenas o espectador precisa ter ingerido algum cogumelo para entender. A festa do chá do Chapeleiro é bizarra. Faço ideia de como a Alice deve ter se sentido com o diálogo maluco entre a Lebre de Março e o Chapeleiro. Fiquei tentando encontrar uma lógica por trinta segundos e depois desisti. E é divertido para caramba.


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Adoro que a protagonista é uma criança bem petulante. Sim, nada de Alice bobinha. Ela é uma personagem malandra em algumas cenas, faz algumas coisas apenas porque pode e não tem medo de intimidar quando precisa para sair de apuros. Alice representa as crianças curiosas: ela investiga o mundo porque quer saber o que tem nele. Ela experimenta a balinha ou o cogumelo para ver qual efeito tem. Quantas crianças não fazem besteiras como essas? Por outro lado, ela não conhece o mundo em sua amplitude e quando a lagarta tenta explicar a ela o que precisa (mesmo do seu jeito lisérgico e insano), Alice não entende. E não entende não porque a mensagem não chegou, mas porque não quer entender. No fundo, ela deseja que as coisas aconteçam à sua maneira, afinal ela foi parar ali porque queria se livrar de um momento chato. Quando ela se dá conta de que acabou se colocando em uma enrascada, ela bate o pé e chora. Só quando ela sai da floresta e consegue entender mais ou menos o que o gato de Cheshire disse a ela é que a personagem está preparada para o seu confronto final com a Rainha. É ali que ela vai precisar colocar em prática o que aprendeu durante a jornada.


Apesar de seus problemas internos, Alice é uma história maravilhosa. Para uma criança, toda a tempestade de coisas que acontecem em tela é fascinante. Cores, formas e cheiros que inundam tudo. Embora prefira o livro de onde a história foi adaptada, preciso admitir o quanto a animação de Disney consegue agradar a um público que nunca tomou conhecimento do material de Lewis Carroll. Algumas das cenas ficaram marcadas para sempre na história do cinema. As canções são interessantes e bebem da fonte original das histórias, mesclando a imagem que está sendo mostrada com o som ou a canção que se deseja ser ouvida. É um desenho atemporal, embora tenha alguns problemas de fluidez aos mais atentos. É um daqueles filmes que são obrigatórios serem assistidos uma vez na vida. Apenas tire um tempo para entender nesse mundo insano de criaturas que não te explicam nada e te colocam em confusões.


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Conversa aberta. Uma mensagem lida. Pular para o conteúdo Como usar o Gmail com leitores de tela 2 de 18 Fwd: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br Caixa de entrada Ficções Humanas Anexossex., 14 de out. 13:41 (há 5 dias) para mim Traduzir mensagem Desativar para: inglês ---------- Forwarded message --------- De: Pedro Serrão Date: sex, 14 de out de 2022 13:03 Subject: Re: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br To: Ficções Humanas Olá Paulo Tudo bem? Segue em anexo o código do anúncio para colocar no portal. API Link para seguir a campanha: https://api.clevernt.com/0113f75c-4bd9-11ed-a592-cabfa2a5a2de/ Para implementar a publicidade basta seguir os seguintes passos: 1. copie o código que envio em anexo 2. edite o seu footer 3. procure por 4. cole o código antes do último no final da sua page source. 4. Guarde e verifique a publicidade a funcionar :) Se o website for feito em wordpress, estas são as etapas alternativas: 1. Open dashboard 2. Appearence 3. Editor 4. Theme Footer (footer.php) 5. Search for 6. Paste code before 7. save Pode-me avisar assim que estiver online para eu ver se funciona correctamente? Obrigado! Pedro Serrão escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:42: Combinado! Forte abraço! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:41: Tranquilo. Fico no aguardo aqui até porque tenho que repassar para a designer do site poder inserir o que você pediu. Mas, a gente bateu ideias aqui e concordamos. Em qui, 13 de out de 2022 13:38, Pedro Serrão escreveu: Tudo bem! Vou agora pedir o código e aprovação nas marcas. Assim que tiver envio para você com os passos a seguir, ok? Obrigado! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:36: Boa tarde, Pedro Vimos os dois modelos que você mandou e o do cubo parece ser bem legal. Não é tão invasivo e chega até a ter um visual bacana. Acho que a gente pode trabalhar com ele. O que você acha? Em qui, 13 de out de 2022 13:18, Pedro Serrão escreveu: Opa Paulo Obrigado pela rápida resposta! Eu tenho um Interstitial que penso que é o que está falando (por favor desligue o adblock para conseguir ver): https://demopublish.com/interstitial/ https://demopublish.com/mobilepreview/m_interstitial.html Também temos outros formatos disponíveis em: https://overads.com/#adformats Com qual dos formatos pensaria ser possível avançar? Posso pagar o mesmo que ofereci anteriormente seja qual for o formato No aguardo, Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:15: Boa tarde, Pedro Gostei bastante da proposta e estava consultando a designer do site para ver a viabilidade do anúncio e como ele se encaixa dentro do público alvo. Para não ficar algo estranho dentro do design, o que você acha de o anúncio ser uma janela pop up logo que o visitante abrir o site? O servidor onde o site fica oferece uma espécie de tela de boas vindas. A gente pode testar para ver se fica bom. Atenciosamente Paulo Vinicius Em qui, 13 de out de 2022 12:39, Pedro Serrão escreveu: Olá Paulo Tudo bem? Obrigado pela resposta! O meu nome é Pedro Serrão e trabalho na Overads. Trabalhamos com diversas marcas de apostas desportivas por todo o mundo. Neste momento estamos a anunciar no Brasil a Betano e a bet365. O nosso principal formato aparece sempre no topo da página, mas pode ser fechado de imediato pelo usuário. Este é o formato que pretendo colocar nos seus websites (por favor desligue o adblock para conseguir visualizar o anúncio) : https://demopublish.com/pushdown/ Também pode ver aqui uma campanha de um parceiro meu a decorrer. 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Vou conversar com os demais membros do site a respeito e te dou uma resposta com esses detalhes em mãos e conversamos melhor. Atenciosamente Paulo Vinicius (editor do Ficções Humanas) Em qui, 13 de out de 2022 11:50, Pedro Serrão escreveu: Bom dia Tudo bem? O meu nome é Pedro Serrão, trabalho na Overads e estou interessado em anunciar no vosso site. Pago as campanhas em adiantado. Podemos falar um pouco? Aqui ou no zap? 00351 91 684 10 16 Obrigado! -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! 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