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O Ficções Humanas é um blog literário sobre fantasia e ficção científica.

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Jack Torrance consegue um emprego como zelador no Hotel Overlook durante o inverno, o que parece ser sua última chance de fazer a coisa certa pela sua família. Isolados pela neve, a família Torrance precisa enfrentar monstros mais terríveis que o próprio clima e sobreviver ao Overlook prova-se o verdadeiro desafio.



Sinopse:

Um clássico de Stephen King. Edição especial, com tradução revisada e prólogo e epílogo inéditos.

“O lugar perfeito para recomeçar”, é o que pensa Jack Torrance ao ser contratado como zelador para o inverno. Hora de deixar para trás o alcoolismo, os acessos de fúria, os repetidos fracassos. Isolado pela neve com a esposa e o filho, tudo o que Jack deseja é um pouco de paz para se dedicar à escrita.

Mas, conforme o inverno se aprofunda, o local paradisíaco começa a parecer cada vez mais remoto... e mais sinistro. Forças malignas habitam o Overlook, e tentam se apoderar de Danny Torrance, um garotinho com grandes poderes sobrenaturais.

Possuir o menino, no entanto, se mostra mais difícil do que esperado. Então os espíritos resolvem se aproveitar das fraquezas do pai... Um dos livros mais assustadores de todos os tempos, O iluminado é um clássico de Stephen King. Edição especial com tradução revisada e prólogo e epílogo inéditos.


Só trabalho, sem diversão, faz do Jack um bobão


Uma das obras mais consagradas do terror, O Iluminado foi um dos primeiros livros escritos e publicados por Stephen King e um dos seus trabalhos mais notáveis. Sua história foi imortalizada em uma adaptação de Stanley Kubrick que, apesar de controversa e um bocado diferente do livro, tornou-se referência para o terror cinematográfico. Hoje, O Iluminado é um clássico e nada mais justo do que falar sobre um livro tão marcante no nosso Setembro King.


O Iluminado é um dos livros mais impressionantes que eu li em toda a minha vida (e não foram poucos!). Como narrativa de terror, é incomparável a qualquer outra com a qual já tive contato, enquanto que, em termos de escrita, é uma experiência realmente excepcional. É complicado pôr em palavras as razões para elogios tão abertos, mas vamos por partes.



Os Torrance dependem desesperadamente do emprego que Jack consegue como zelador para a temporada de inverno do Overlook, período no qual o hotel fica fechado para visitantes e inacessível por causa da sua localização nas montanhas do Colorado. Jack é um alcoólatra em recuperação com um histórico de agressividade e pouca credibilidade profissional. O hotel representa sua última chance, a redenção de Jack Torrance, a esperança de reconstrução dessa família tão machucada pelos abusos e inconstâncias. É importantíssimo compreender o que isso significa para os três, especialmente para Jack, para conseguirmos entrar de verdade na história, e só a completa imersão poderá proporcionar ao leitor a dimensão de tudo que está sendo contado.


“Este lugar desumano cria monstros humanos.”

A verdadeira magia por trás de O Iluminado é a construção minuciosa dos personagens e a personificação do terror. Stephen King é mais do que conhecido por seus inúmeros ícones do terror e por sua habilidade em dar vida – e humanidade – a suas criações. Conhecer a família Torrance, portanto, foi algo surreal. Jack, Wendy e Danny são descritos com tantos detalhes que parecem realmente existir, como aparições que nos acompanham durante a leitura e tornam-se reais para nós. Dificilmente vou esquecê-los, ainda que se passe bastante tempo. Existem alguns personagens secundários, como o cozinheiro Halloran e o gerente Ullman, mas o autor se dedicou de corpo e alma à família. Menos personagens, mais desenvolvimento e qualidade.



A evolução de cada um deles avança junto com a narrativa e é feita de forma gradativa, tão natural que força uma empatia imediata com o leitor (e um desespero terrível enquanto vemos tudo se desenrolar, diga-se de passagem). Todos têm um background explorado, uma história de vida, traços marcantes de personalidade, sonhos, anseios e medos. A dinâmica familiar criada é impressionante. Questões práticas como o isolamento, o clima, a “iluminação” de Danny (e suas consequências, como os pesadelos e visões que o menino experimenta diversas vezes) e as próprias características individuais de cada personagem servem de gatilhos para cenas dramáticas e tenebrosas. Mas um personagem em especial age como o propulsor da trama: o próprio hotel Overlook. Ele é o grande enigma, a entidade desconhecida e soberana que alicerça toda a história, que move os personagens e conduz o leitor a momentos de puro horror. Cada cena, cada trecho narrativo envolvendo o Overlook é de arrepiar até a alma.


“Você pode fugir de um estranho, mas não pode fugir de si mesmo.”

A narrativa é em terceira pessoa e divide-se ora acompanhando a percepção de um personagem, ora de outro, mudando sutilmente o estilo para um discurso de convencimento do ponto de vista em questão. São pequenas alterações que dão a sensação de intimidade com cada um deles e fazem a história fluir muito bem. O tempo todo a narração é interrompida por pensamentos, dúvidas e sentimentos do personagem em foco, como se estivéssemos ao mesmo tempo dentro e fora da cabeça deles, dando ampla dimensão à história e gerando (muita) tensão narrativa. Apesar de ser um livro de tamanho médio, a velocidade de leitura é bastante rápida e sem dificuldades. E, a partir do momento em que o terror começa a ganhar contornos mais sérios, é simplesmente impossível interromper a leitura. O tom da leitura, no entanto, é pesado, dramático e profundamente inquietante. A sensação de que algo terrível está prestes a acontecer não nos abandona em momento algum.


Apesar do terror ser percebido de maneira muito particular por cada leitor, a qualidade do horror psicológico do King em O Iluminado é inegável. O autor utiliza recursos de escritas extremamente refinados e complexos, como a ligeira regressão na linha temporal em certos momentos e a mudança de perspectiva narrativa, além de diálogos inteligentes não apenas em conteúdo, mas também no formato narrativo. Alguns mistérios e pequenas pistam conectam-se a todo momento, exigindo máxima atenção, e há toda uma aura de suspense maligno em volta de algumas impressões de Danny, como por exemplo a palavra Redrum, uma sacada genial do autor, considerando a idade do personagem. As metáforas também são muito exploradas e dão grande profundidade à trama e aos personagens. São esses elementos que constroem a tensão e pouco a pouco dão sentido ao quadro geral do Overlook.


Um ponto que pode parecer uma desvantagem para leitores menos atentos ou que não se entregaram à narrativa, como frisei anteriormente, é o volume de detalhes e extensas descrições sobre o Overlook. Os corredores, a cozinha, o porão, os jardins, as topiarias, tudo é muito, muito descrito, parecendo até mesmo uma repetição. Mas esse elemento faz parte da aura de terror que emana do Overlook e todas as descrições são absolutamente necessárias para criar o clima de tensão e claustrofobia. A dica mais valiosa que posso dar sobre a leitura de O Iluminado é a entrega sem reservas à história. Se não estiver disposto a passar por essa experiência, adie a leitura para outro momento.


A Companhia das Letras trouxe O Iluminado em uma edição de luxo em capa dura, com prólogo e epílogo inéditos em anexo. A edição da Biblioteca Stephen King está linda, o trabalho de revisão e tradução está impecável e o material adicional contextualiza melhor o histórico do Overlook, explorando pequenas histórias sobre os hóspedes do hotel ao longo de suas décadas de funcionamento. O Iluminado foi uma das minhas melhores leituras desse ano de 2018, e talvez a melhor experiência que já tive com o gênero até hoje.


















Ficha técnica:


Título: O Iluminado

Autor: Stephen King

Tradução: Betty Ramos de Albuquerque

Editora: Suma

Páginas: 520

Ano de lançamento (no Brasil): 2017


Livro cedido em parceria com a editora Companhia das Letras.


Tags: #oiluminado #theshining #stephenking #ciadasletras #ficcoeshumanas #terror #horror #hoteloverlook #torrance #jacktorrance #leiaterror #amoterror #classicos





Na última história desta fantástica trilogia criada por esta talentosa dupla, vemos O Pistoleiro que fugiu para o norte e agora vive com O Garoto. Tem coisas de seu passado sombrio que não vão ficar enterradas para sempre. E não importa o quanto ele vá para longe, o passado nunca fica enterrado.

Atenção: Tem spoilers dos outros dois volumes


Sinopse:


No terceiro capítulo da série, o clima árido do Sul foi deixado para trás. Obrigado a fugir, o pistoleiro se depara com novos desafios e responsabilidades num ambiente ainda mais opressor. Mas, se ele quiser conquistar a salvação, terá que lidar com seu pior inimigo... a própria consciência.




Pondo fim a um ciclo de violência


Atenção: Tem spoilers de Gatilho e Redenção.





A trilogia Gatilho buscou trabalhar ao longo de três edições como os protagonistas lidavam com a violência. No primeiro volume tivemos o Escocês e o quanto ele foi capaz de destruir a vida de uma pessoa a partir de um único ato. A vingança se tornou o mecanismo que movia a sua vida até o momento em que esta se voltou contra ele. No segundo volume, Legado, temos O Pistoleiro, alguém movido pelas consequências do que aconteceu no primeiro volume levando sua vida. Mas, o que ele precisou fazer no primeiro volume acabou forjando o seu caráter e o transformou em um pistoleiro amargo. Isso o levou ao embate com o que estava chegando de novo ao Velho Oeste, demonstrando a ele que não havia mais lugar para um homem como O Pistoleiro. No final, ele consegue resgatar um menino e segue em direção ao pôr-do-sol. Neste terceiro volume, descobrimos que O Pistoleiro seguiu para o norte e vive uma vida tranquila criando O Garoto. Sendo alguém que ele resgatou, ele busca criá-lo de uma boa maneira, mas o passado tem o hábito de ressurgir.


O Pistoleiro parece estar sofrendo de um mal debilitante nos pulmões. O roteiro não explica bem o que é, mas parece ser algo grave. Ou seja, o protagonista sabe que não viverá mais muito tempo. Doc diz a ele que seria melhor ele retornar para o sul, mas O Pistoleiro não deseja rever velhas feridas e permanece lá. Mas, um homem chamado Billy pede a ajuda dele para chegar até a cidade de Eastwood. Rapidamente o protagonista entende que se trata de alguma missão de vingança que Billy tem a tratar na cidade. O homem é bem hostil a indígenas e faz questão de matar alguns que ele encontra pelo caminho. Enfim, a gente percebe no começo que o passado do Pistoleiro vai ter alguma consequência nefasta ao final da narrativa.


Não tenho como não falar da arte do Pedro Mauro até porque ela acaba se mesclando ao roteiro do Carlos Estefan. A arte do Pedro está magnífica neste terceiro volume. Ouso dizer que, se eu for levar só a arte em consideração, Redenção é disparado o ápice da arte dele. Mas, o primeiro volume continua a ser o meu favorito por causa da junção do maravilhoso roteiro do Carlos Estefan com a arte do Pedro Mauro. Aqui, me parece que o Carlos deu mais espaço para os quadros do artista. Como se ele tivesse dado um bom roteiro ao Pedro e simplesmente deixado com que ele fizesse aquilo que ele sabe fazer melhor. Vou começar falando dos quadros e do cenário. Meu deus, e que quadrinização maravilhosa a gente consegue ver aqui. Amplos quadros, detalhismo por toda a parte. O norte gelado nunca pareceu tão vivo e vibrante como aqui. A neve parece realmente que vai congelar o leitor... os espaços são enormes e a sensação é de desolação total. Ele emprega páginas com 3 a 5 quadros, mas os quadros parecem ser infinitos. Meus olhos brilharam pela HQ inteira.



Redenção tem todo o jeitão de uma HQ da Bonelli. Aquela exigência do perfeccionismo e do dinamismo que fez personagens como Tex e Zagor se tornarem lendários. O trabalho meticuloso com o design de personagens. O Pistoleiro realmente parece ser um homem devastado pela vida. Seus olhos estão carregados de história, de sofrimento e de angústia. Os índios são apresentados como qualquer outro personagem no cenário, e não como selvagens e bárbaros. Essa apresentação comum deles, como se fossem apenas diferentes dos personagens da história, faz das ações de Billy ainda mais repreensíveis. Tem uma cena excelente que Pedro faz de forma muito contida: nós temos O Pistoleiro, Billy e O Garoto atravessando um rio onde tem uma família de índios chegando. Billy começa a atacá-los subitamente alegando que eles estariam fazendo uma emboscada contra eles. Mas, a expressão facial dos indígenas de medo e pavor é excelente. Talvez se caísse nas mãos de qualquer outro artista, a cena poderia ter tido um impacto completamente diferente. Ela se torna genial, porque o artista se focou nos sentimentos dos índios diante de tamanha ameaça à vida deles.


Acabei deixando o roteiro do Carlos meio em segundo plano, mas, como eu disse no começo, a sensação que eu tive é que ele acabou deixando o artista livre. O roteiro tem apenas um detalhe que eu achei legal: ele brinca novamente com a temporalidade narrativa já que o começo se liga ao final. Não dá nem para falar muito porque eu posso acabar dando algum spoiler. Mas, a temática explorada é a do ciclo de violência. E a ideia toda é encerrar esse ciclo de alguma forma. O Pistoleiro se incomoda com o fato de O Garoto querer aprender a matar com a pistola. Para ele, esse instrumento só serviu para desgraçar sua vida. E o que vai se sucedendo na trama é encarado pelo Pistoleiro como uma repetição de tudo aquilo de ruim que aconteceu em sua vida. Não é o que ele deseja para este menino que lhe custou tanto salvar.


Ao mesmo tempo, temos uma pequena história no fundo: a de Doc. Embora ajude o personagem no começo, ele vai acabar descobrindo quem é O Pistoleiro e tomando a vida dele em suas mãos. A questão é: vale a pena isso ou é melhor deixar as coisas de lado? Uma recompensa vale a alma de uma pessoa? O mais legal é que mesmo a história se desenvolvendo em segundo plano, a gente acaba considerando o personagem secundário demais para achar que vai dar em alguma coisa. E de repente, booom... Carlos Estefan te entrega uma cena absurda como aquela.



O Garoto é a esperança do Pistoleiro de que o mundo ainda tem conserto. A gente vê o personagem se apegando a essa verdade universal por toda a narrativa. De que mesmo ele tendo feito muitas coisas ruins às pessoas, ainda poderia deixar para trás algo de bom para esse mundo. Quando ele vê o personagem sendo envenenado por Billy é como se uma última coisa se partisse dentro dele. Ao final, o que aconteceu no norte vai se resolver de forma explosiva. O ciclo de violência irá continuar? Ou chegará ao fim? Leiam e descubram.


Para mim, esta HQ fez eu relembrar o que fez eu gostar tanto de Tex Willer e Kit Carson na minha adolescência. Mas, ao mesmo tempo é um ótimo quadrinho para se pensar o que nos leva a realizar atos terríveis. Será que vale a pena? O que deixamos para trás? Carlos Estefan nos entrega um bom roteiro que cai nas mãos de um gênio na arte de pintar quadros e expor cenas dinâmicas. A gente sente cada disparo do Colt ou da Winchester... nos preocupamos com nossa segurança de olho em uma emboscada, e olhamos por cima do ombro com medo de um punhal enfiado nas costas. Se você não leu esta trilogia, pare o que estiver fazendo e faça isso agora mesmo.




Ficha Técnica:


Nome: Redenção Autor: Carlos Estefan

Artista: Pedro Mauro

Série: Gatilho vol. 3

Editora: Auto-publicado

Gênero: Western/Drama

Número de Páginas: 90

Ano de Publicação: 2019


Outros Volumes:

Gatilho

Legado


Tags: #redencao #carlosestefan #pedromauro #western #drama #opistoleiro #ogaroto #fuga #violencia #vinganca #pecados #passado #ficcoeshumanas




Uma das principais editoras que publicam literatura young adult no Brasil revelou os seus lançamentos para este ano. Vejam aqueles relacionados a fantasia e ficção científica.


Regras básicas desta coluna:


1 - Todas as informações são especulações feitas a partir da divulgação da editora em sua fanpage.

2 - Lançamentos podem ser adiados. O que fazemos é uma estimativa.

3 - Não respondo pelas editoras. Se houve algum problema no lançamento como atraso ou cancelamento, peço que entrem em contato com a editora em questão.

4 - No final, eu faço algumas apostas. Mas, apostas são isso mesmo: apostas. Nada garantido.*

*Este ano especificamente eu vou estar evitando fazer muitas apostas. Isto porque se a editora conseguir cumprir o seu próprio cronograma de lançamentos já vai ser uma vitória. O resto é lucro. Portanto, não esperem que eu vá apresentar notícias bombásticas porque elas não existem.

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Desempenho da editora em 2019:


A Plataforma 21 manteve o seu ritmo de publicações em 2019. Assim como várias editoras, eles precisaram pisar um pouco no freio com os lançamentos. Mesmo assim a variedade foi grande passando por títulos desde o final da duologia A Canção das Águas da Sarah Tolcser, o mais recente título da Madeleine Roux (que se tornou praticamente uma autora da casa) e o título que os fãs de fantasia mais gostaram que foi o segundo volume das Crônicas da Quase Noite, Godsgrave. Infelizmente nem tudo são flores e a gente precisa pegar no pé onde deve. Embora as edições sejam caras, a formatação não chega a agradar o público e isso já foi motivo de bastante reclamação nas redes sociais da editora: o uso de um papel branco quase transparente, problemas na revisão e uma nem sempre tão grande transparência com o público. Acredito que sejam reclamações que a editora já percebeu que se tornaram comuns. Se eles vão fazer alguma coisa, não sei dizer. Uma segunda reclamação tem a ver com o terceiro volume da série Mar de Tinta e Sangue, A Oradora, que eles preferiram lançar em uma tiragem sob encomenda (a um preço bem salgado) e preferiram divulgar apenas o e-book. Não tenho nada contra lançar ebooks para o público quando sabe-se que um título não vai dar lucro. Mas, deixar para fazer isso no último volume da série é complicado. É óbvio que isso vai atiçar a ira do público. Agora a editora abriu uma loja virtual e parece ter feito uma tiragem para a compra. Vamos ver se o público responde como se deve para a editora, comprando aquilo que eles pediram para a editorar imprimir.


1 - "Darkdawn - As Cinzas da República" (As Crônicas da Quasinoite vol. 3) de Jay Kristoff


Ficha Técnica:


Nome: Darkdawn - As Cinzas da República

Autor: Jay Kristoff

Série: As Crônicas da Quasinoite vol. 3

Gênero: Fantasia

Tradutor: Clemente Pereira

Número de Páginas: 704


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Sinopse: Nobre amigo, depois de um breve silêncio, podemos enfim voltar os olhos para a saga de nosso pequeno corvo. É certo que você deve estar curioso para saber o que aconteceu após os eventos sanguinários que abalaram as arenas de Godsgrave. Com o irmão caçula nos braços, Mia Corvere saboreia seu triunfo. Foi uma longa jornada até aqui. A menina assustada que presenciara o enforcamento do pai tornou-se a assassina mais temida de toda a República de Itreya. Passados oito anos desde que começou a planejar sua vingança, Mia finalmente instaurou o caos na Cidade das Pontes e dos Ossos ao ceifar a vida do grão-cardeal e do cônsul. No entanto, nem tudo é glória na vida da Faz-Rei. Os soldados luminatii e os servos da Igreja Vermelha estão à sua caça. Mercurio foi capturado e Mia deve salvá-lo antes que seu querido mentor pereça dentro dos muros da escola de assassinos. Entre sua fuga e o resgate do velho, ela precisa conquistar a confiança de Jonnen, seu irmão. Pois, neste momento, o que sobrou de sua família deseja vê-la morta. Além disso, há algo mais assombrando seu destino. Um enigma fúnebre que cresce sob Godsgrave à medida que a veratreva se aproxima: os muitos eram um e serão de novo. Quando a noite chegar, talvez em definitivo, Mia Corvere conseguirá sobreviver num mundo em que até a luz dos sóis pode morrer?


2 - "Mais Fortes, Mais Velozes, Mais Belos" de Arwen Elys Dayton


Ficha Técnica:


Nome: Mais Fortes, Mais Velozes, Mais Belos

Autora: Arwen Elys Dayton

Gênero: Ficção Científica

Tradutor: Edmundo Barreiros

Número de Páginas: 360


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Sinopse: Carne, sangue e osso. Hoje, é isso o que somos. A força de nossa identidade física está nesses três elementos. Porém, a ciência avança a toda velocidade. Chegará o momento em que não temeremos doença alguma. Chegará o momento em que poderemos ser o que quisermos. Um mundo totalmente tecnológico, sem regras para as modificações genéticas que desejamos. Seremos mais saudáveis, mais inteligentes, mais bonitos. O futuro nos reserva a perfeição. No entanto, quando formos cientificamente perfeitos, ainda seremos humanos? Premiado internacionalmente, Mais fortes, mais velozes, mais belos traz seis histórias interligadas que tratam de um futuro maravilhoso e, ao mesmo tempo, aterrorizante – um tempo em que a religião, a ciência e a humanidade são levadas ao limite.


3 - "Sombria e Solitária Maldição" de Brigid Kemmerer


Ficha Técnica:


Nome: Sombria e Solitária Maldição

Autora: Brigid Kemmerer

Gênero: Fantasia

Tradutora: Carla Bitelli

Número de Páginas: 504


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Sinopse: Quando um reino é amaldiçoado, o amor floresce nos lugares mais sombrios. O reino de Emberfall está sob ameaça. Amaldiçoado por uma poderosa feiticeira, o príncipe Rhen foi condenado a repetir seu aniversário de dezoito anos por sucessivos outonos. E, com a chegada desta estação, ele se transforma num monstro que destrói tudo e todos que cruzam seu caminho. A maldição só será quebrada se uma garota se apaixonar por ele. A vida de Harper nunca foi fácil. A garota nasceu com uma restrição de movimento causada por uma paralisia cerebral. O pai da jovem abandonou a família há muito tempo, e sua mãe está morrendo. Além disso, seu irmão assumiu as dívidas do pai e está envolvido com gente barra-pesada. Porém, um dia, ela tenta salvar uma desconhecida nas ruas de Washington DC e é atraída para um reino encantado. Harper não sabe onde está ou em que acreditar. Um príncipe? Uma maldição? Um monstro? Mas, quanto mais ela convive com Rhen nessa terra amaldiçoada, mais ela compreende o que está em jogo. Ao mesmo tempo, o príncipe percebe que Harper não é só mais uma garota – ela é sua única esperança. Entretanto, forças poderosas se erguem contra Emberfall e será necessário mais do que uma maldição quebrada para salvar Harper, Rhen e seu povo da ruína total.


4 - "A Farsa de Guinevere" de Kiersten White


Ficha Técnica:


Nome: A Farsa de Guinevere

Autora: Kiersten White

Gênero: Fantasia

Tradutora: Lavínia Favero

Número de Páginas: 384


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Sinopse: GUINEVERE CHEGOU A CAMELOT para casar-se com um desconhecido: o carismático Rei Arthur. Foi Merlin, o velho feiticeiro, que enviou a princesa para desposar e proteger o monarca dos perigos que assombram as fronteiras da cidade e daqueles que esperam pela queda da idílica Camelot. No entanto, há um detalhe essencial nesta trama. O nome e a identidade verdadeira de Guinevere são um segredo. Houve uma troca, e ela é apenas uma jovem que desistiu de tudo para proteger o reino. Para manter o rei a salvo, Guinevere precisará transitar entre uma ultrapassada e uma nova corte. Entre aqueles avessos às mudanças e aqueles que anseiam por uma maneira melhor de se viver. Ela também sabe que, no coração das florestas e na profundeza dos lagos, a magia aguarda pelo momento de reclamar aquelas terras lendárias. Combates mortais, cavaleiros misteriosos e romances proibidos não são nada comparados ao maior perigo de todos: a garota de longos cabelos negros que cavalga pela escuridão da floresta em direção a Arthur. Afinal, quando toda a sua existência é uma mentira, como sequer confiar em si mesma?


5 - "Tomb of Ancients" (A Casa das Fúrias vol. 3) de Madeleine Roux


Ficha Técnica:


Nome: Tomb of Ancients

Autora: Madeleine Roux

Série: A Casa das Fúrias vol. 3

Gênero: Fantasia/Terror

Número de Páginas: 384
















Sinopse: Ao libertar os pesadelos da Casa Coldthistle, Louisa e seus amigos se abrigaram em uma bela casa em Londres. Mas, fanáticos religiosos do exército do pastor estão chegando em grande número na cidade e alguns avisos assustadores estão sendo deixados na porta da casa de Louisa.


Com a influência maligna do espírito de seu pai ficando mais poderosa, Louisa sabe que terá que escolher um lado na guerra que se aproxima entre os velhos deuses, ela gostando ou não.


Louisa fará qualquer coisa para salvar a si mesma - mesmo se isso significar retornar para a Casa Coldthistle. E quando ela faz outro pacto com Mr. Morningside, ela é forçada a se unir a sua equipe sobrenatural em uma jornada rumo a um portal entre mundos, um lugar de lendas: a Tumba dos Antigos.


Mas, como sempre, Louisa sabe que tem uma pegadinha...


6 - "Strange Grace" de Tessa Gratton


Ficha Técnica:


Nome: Strange Grace

Autora: Tessa Gratton

Gênero: Fantasia

Número de Páginas: 400
















Sinopse: Uma vez, uma bruxa fez um pacto com um demônio. A lenda diz que eles amaram-se um ao outro, mas podemos confiar na história?


Há muito tempo atrás, uma vila fez um acordo com o demônio: para assegurar sua prosperidade, quando a Lua da Matança surgir no céu, a vila deve sacrificar um jovem rapaz nas profundezas da Floresta do Demônio.


Só que este ano, a Lua da Matança apareceu mais cedo do que o esperado.


Presos pelo dever, por segredos e o amor que eles compartilham um pelo outro, Mairwen, uma bruxa espirituosa; Rhun, o santo esperado; e Arthur, um fugitivo inquieto, cada um deles tem um papel a ser realizado quando o demônio exige um corpo para cumprir a barganha. Mas, o demôno que estes amigos encontram não é aquele que eles esperavam, e as mentiram que eles descobrem irão virar sua vila - e seus corações - de cabeça para baixo.


7 - "The Night Country" (Hazel Wood vol. 2) de Melissa Albert


Ficha Técnica:


Nome: The Night Country

Autora: Melissa Albert

Série: Hazel Wood vol. 2

Gênero: Fantasia

Número de Páginas: 368
















Sinopse: Na continuação de Hazel Wood, Melissa Albert mergulha de volta no mundo assustador e encantador que cativou leitores do primeiro livro. Siga Alice Prosperine e Ellery Finch enquanto eles aprendem que a Hazel Wood era apenas o começo de mundos além, "um lugar cujas histórias e a vida real se interligam, onde a magia contém a verdade, e o mundo como ele é parece falso, e onde tudo pode acontecer, particularmente nas páginas de um bom livro.


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