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O início dessa épica saga criada por uma das mentes mais criativas dos últimos anos. A morte do rei Gavilar por um assassino revela a ascensão dos parshendianos, um subgrupo do povo parshemano que pareciam ser pacíficos, mas que desejam a morte dos alethianos. Uma guerra nas Planícies Quebradas que dura mais de seis anos e não parece ter fim... até que estranhos acontecimentos se sucedem um após o outro.


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Sinopse:


Do autor best-seller n.º 1 do “New York Times” Brandon Sanderson, “O caminho dos reis”, o livro mais aguardado de todos os tempos, chega ao Brasil iniciando uma incrível saga épica. Roshar é um mundo de pedras e tempestades. Essas estranhas tormentas, de incrível poder, varrem o terreno rochoso com tanta frequência que terminaram moldando não apenas a ecologia, mas também a civilização. Animais que se escondem em conchas, árvores de galhos rígidos e uma vegetação que se retrai e se revela. As cidades só podem ser construídas onde a topografia oferece abrigo. Já se passaram séculos desde a queda das dez ordens conhecidas como os Cavaleiros Radiantes, mas suas Armaduras e Espadas Fractais permanecem: objetos místicos que transformam seres comuns em guerreiros praticamente invencíveis. Homens dão seus reinos em troca das Espadas Fractais. Guerras são travadas por elas, e são elas que garantem a vitória. Uma dessas guerras ocorre em uma paisagem inóspita conhecida como Planícies Quebradas. Lá, Kaladin, que abandonou seus estudos de medicina em troca de uma lança para proteger seu irmão mais novo, foi reduzido à escravidão. Agora, em meio a um conflito que parece não fazer sentido, no qual dez exércitos lutam isoladamente contra um único inimigo, Kaladin busca manter seus homens enquanto sonda os outros líderes. O Luminobre Dalinar Kholin comanda um dos exércitos. Assim como seu irmão, o falecido rei, ele é fascinado por um texto antigo chamado “O caminho dos reis”. As visões dos tempos antigos e dos Cavaleiros Radiantes o fazem duvidar até da própria sanidade. Do outro lado do oceano, a jovem Shallan, ainda inexperiente, procura realizar seu treinamento com a Luminosa Jasnah Kholin, a sobrinha herege de Dalinar. Embora aprecie o aprendizado, a motivação de Shallan não é tão nobre assim. Enquanto planeja um roubo um tanto ousado, a pesquisa que faz para Jasnah sugere segredos dos Cavaleiros Radiantes ― e a verdadeira causa da guerra. Após mais de dez anos de planejamento e construção deste universo único, “O caminho dos reis” é o fantástico capítulo de abertura de Os Relatos da Guerra das Tempestades, uma obra-prima de grande magnitude que continua a ser elaborada. Volte a dizer os antigos juramentos: Vida antes da morte. Força antes da fraqueza. Jornada antes do destino. E devolva aos homens os Fractais que outrora portaram. Os Cavaleiros Radiantes devem se erguer novamente.







Finalmente iremos falar a respeito desse colosso que é O Caminho dos Reis, primeiro volume da série Os Relatos da Guerra das Tempestades, publicado no Brasil pela Editora Trama. Colosso em dois sentidos: no editorial e no criativo. Editorial porque cada volume ultrapassa seguramente as mil páginas. Criativamente porque Sanderson planejou uma série com dez volumes (sendo que ele já escreveu até o quarto na data de escrita desta resenha) divididas em dois arcos de cinco volumes. É uma obra grande que exige investimento da parte da editora responsável pela publicação fora do território americano. Não é uma série que conta com uma adaptação, dependendo muito do boca a boca para se manter relevante. O autor é um indivíduo muito habilidoso no marketing pessoal e sua fama se deve bastante à sua alta produtividade e ao contato próximo com os seus fãs. Mas, meu medo é que a série caia nos vícios de outras cuja publicação foi interrompida no Brasil, como assim o foi O Livro Malazano dos Mortos de Steve Erikson, ou O Ciclo das Trevas de Peter V. Brett ou tantas outras séries que, devido às baixas vendas, foram abandonadas por suas editoras (posso encaixar Mistborn no meio, embora a Primeira Era tenha sido publicada completa, mas nunca mais republicada). Nenhum dos livros de Os Relatos da Guerra das Tempestades serão baratos, ainda mais pelo tamanho deles, pela tradução e pela tiragem que vai ser cada vez menor a cada novo volume (isso é totalmente normal em séries longas). Então, você, leitor, será o responsável direto pelo sucesso ou fracasso da série. Quer que ela seja publicada na íntegra? Compre, dê de presente, indique, convença outras pessoas a comprar. E o principal: não adianta reclamar dos preços. Apoie a editora e convença a editora a publicar uma tiragem maior para reduzir o valor final. É o único jeito.


E sobre o que é a história? Estamos no mundo de Roshar, onde cavaleiros podem portar espadas poderosas chamadas Espadas Fractais que pertenceram aos antigos Cavaleiros Radiantes, indivíduos que possuíam poderes quase divinos. Esses artefatos são em pouca quantidade e sua posse vale a riqueza de um reino. A história de Roshar começa a mudar quando o rei Gavilar, de Alethkar, é assassinado por um cavaleiro Fractal chamado Szeth. Apesar de o cavaleiro nunca ter sido encontrado com vida, tendo recebido o apelido de Assassino de Branco, um povo chamado de parshendiano assumiu a autoria do ataque. Os parshendianos são relacionados aos parshemanos, um povo que aparentemente é dócil e subserviente. Um Pacto de Vingança é feito e os alethianos se dirigem às Planícies Quebradas para derrotar os parshendianos a qualquer custo. Isso foi há seis anos atrás. Uma guerra de cerco que dura mais do que o tempo imaginado por aquele que a idealizou, o cavaleiro Dalinar conhecido como o Espinho Negro, e portador da Sacramentadora, uma das fractais. Só que nos últimos meses, Dalinar vem sendo afetado por visões que dizem a ele que esta guerra é um erro e que ele deveria ajudar a unir os grão-príncipes de Alethkar, donos dos pequenos reinos que formam o império. Durante um dos combates, Kaladin, um chefe de pelotão a serviço do Luminobre Amaram, é um homem honrado e que faz o possível para manter seus homens vivos. Só que ele é traído e acaba se tornando um escravo e passa por várias mãos até chegar nas Planícies Quebradas como um carregador de pontes, a pior tarefa que um ser humano pode realizar. A vida de um carregador de pontes é tão valiosa quanto a de uma formiga diante das flechas dos parshendianos. Longe do conflito, a Luminobre Shallan precisa encarar a sua nova realidade: seu pai faleceu e deixou uma enorme quantidade de dívidas que precisam ser pagas antes que sua família pague o preço de seus erros. Para conseguir isso, ela concebe um audacioso plano de se tornar a discípula da poderosa Jasnah Kholin, irmã do rei de Alethkar, e roubar o seu Transmutador, um objeto capaz de transformar qualquer coisa em outra que ela assim desejar. Os caminhos destes três personagens são traçados em uma trama que vai mexer com a própria origem e mitologia de Roshar. Uma força oculta parece estar por trás de todos esses acontecimentos aparentemente díspares.


"Todos vocês agem diferente e pensam diferente. Nada mais é assim... Os animais agem sempre da mesma forma, e os esprenos são, de certo modo, praticamente o mesmo indivíduo. Existe harmonia nisso. Mas em vocês, não; parece que nem dois humanos conseguem concordar em alguma coisa. O mundo inteiro faz o que deve fazer, com exceção dos humanos. Talvez seja por isso que vocês se matem com tanta frequência."

Antes de passar para a resenha em si, vamos falar um pouco do projeto editorial. A tradução ficou a cargo de duas pessoas, Pedro Ribeiro e Paulo Afonso. Acho uma ótima decisão porque traduzir uma obra dessas exige um esforço colossal. A tradução está muito boa e consegue manter a essência da escrita do Sanderson, que é rápida e bastante didática. A Trama optou por publicar os livros em capa cartonada o que acho okay. Não sei o quanto uma capa dura impactaria diretamente no valor final porque tudo depende da tiragem pedida pela editora. Quem imagina que capa dura encarece deve saber que essa é uma resposta bastante subjetiva. Às vezes a diferença é tão insignificante que uma capa dura pode até ajudar na divulgação do produto. Mas, como a editora optou por capa cartonada não creio que a tiragem tenha sido mais do que 3000 ou 4000 unidades. O livro contém uma série de ilustrações interessantes espalhados que revelam mapas, ou desenhos de criaturas ou outras explicações sobre o mundo de Roshar. A editora usou um conjunto diferente de imagens do que na obra original; são ilustrações em PB do que vem em uma edição mais recente desse primeiro volume. O quanto isso altera a compreensão? Não altera. É mais curiosidade mesmo. Poderia ter sido legal adicionar as ilustrações antigas em uma galeria de extras ao final. O papel usado foi o Pólen 70g, o que é graças aos céus... a edição americana usa aquele papel que costumamos chamar de papel de Bíblia, super fino e transparente. Mas, me incomodou um pouco o livro ter tido uma encadernação apenas colada. Isso prejudica o manuseio, ainda mais em um livro tão grande. Em um tamanho como esse o ideal é que seja colado e costurado, para facilitar a abertura. Ou seja, um ponto positivo (o papel) e outro negativo (a encadernação). Elas por elas. Minha crítica pesada vai na revisão. Ela está bem ruim ou não foi feita. Se fossem poucos os erros, acho que ninguém nem comentaria nada, dado o tamanho do livro. Mas não é o caso. São muitos erros de concordância, erros de typos, erros de tradução mesmo. Há de se ter um cuidado com materiais extensos como este livro, até para proteger os tradutores. A etapa da revisão é fundamental para aparar as arestas deixadas. Nenhum tradutor é infalível. Agora deixar passar às vezes dois ou três erros por página, é um sinal de que uma etapa do processo editorial foi pulada ou ignorada. É grave isso. Vou passar um pano dessa vez e não incluir isso na análise, dada a qualidade do que Sanderson escreveu aqui, mas em um segundo volume, isso vai interferir sim na avaliação final. Porque é um desrespeito ao autor da obra e aos tradutores que se esforçaram no projeto. A culpa é, sim, da editora Trama que precisa ter um cuidado principalmente em um livro tão esperado pelos fãs.


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"A ignorância pode residir em um homem se escondendo da inteligência, mas a erudição pode parecer ignorância se escondendo por trás da inteligência."

Esse não é o meu primeiro livro do Sanderson... é o quinto que já li dele. Então estou meio acostumado com a forma como ele aborda as coisas. Se o leitor tiver a oportunidade e a possibilidade, sugiro ler os livros do Sanderson na ordem sugerida pelo próprio autor (Elantris - Mistborn Primeira Era - Emperor's Soul - O Caminho dos Reis). Não só vocês irão entender a adoração por este universo que ele criou, que é a Cosmere, onde as histórias se passam em mundos diferentes embora, de certa forma, conectados, como poderão acompanhar a própria evolução da escrita do autor. Tenho uma relação especial com Elantris que foi um livro do qual gostei muito e foi um dos primeiros escritos por ele, mas admito que demorei a entender o que os fãs viam em Mistborn. Continuo achando que o primeiro volume de Mistborn é bem mediano, o segundo melhora em algumas coisas e o terceiro já é mais maduro. Emperor's Soul é um livro mágico. Não tenho outro adjetivo para falar dele. Então se formos comparar a escrita de O Caminho dos Reis a algum destes projetos passados, posso dizer com tranquilidade que ele está mais próximo de Emperor's Soul em qualidade. Sanderson é um autor que priorizava mais a narrativa do que os personagens, por essa razão seus personagens pareciam pouco aprofundados. Faltava aquele algo mais neles. Por exemplo: Vin é vista como uma queridinha da série Mistborn, mas e Elend? Ou Sazed? Ou qualquer dos outros personagens como Brisa? Aqui em O Caminho dos Reis, Sanderson ainda continua focado mais na narrativa, mas ele já se aprofunda mais no estudo dos personagens. Em Emperor's Soul, Shai é uma personagem que possui múltiplas camadas e suas motivações são mais complexas do que imaginamos em um primeiro momento. Ela não é uma heroína, exatamente. Aqui, seus personagens ganham em complexidade, com dilemas que cada um deles precisa solucionar antes de se voltarem para questões mais centrais. Por exemplo, Kaladin é aquele modelo paladínico de perfeição; mas chega a ser limitante e incômodo em alguns momentos. Só que essa perfeição vem do trauma de não ter protegido seu irmão. Ou Shallan que percebemos ser uma nobre mimada e não acostumada com o mundo. Ao lado dela, a vemos amadurecer como pessoa.


Estamos diante de uma narrativa em terceira pessoa, onisciente, capaz de saber tudo sobre todos a qualquer instante. Embora seja um escritor com inclinações mais contemporâneas, sua escrita é bastante clássica e nos remete a autores como Terry Brooks ou Robert Jordan. Aliás, muitos dos tiques do Sanderson a gente pode relacionar à A Roda do Tempo. O estilo mais amplo de descrição, a escolha de quais núcleos vão receber um foco (uma aprendiz de sábio, um guerreiro desorientado, um homem em busca de seu caminho), e até a maneira como os conflitos de reinos são apresentados. É uma escrita que parece focar mais na narrativa, mas tem um grande dedo de descrição no meio. Nesse aspecto, Sanderson dá um passo além do que Jordan faz em A Roda do Tempo. Ao apenas abordar os aspectos de construção de mundo pontualmente, Sanderson oferece um pouco mais de velocidade à leitura. Mas, não se enganem: é uma leitura carregada. Ele vai descrever com precisão o que você está vendo no mercado portuário de Kharbranth, vai falar sobre as diferentes vestes usadas por cada um dos grão-príncipes e o que está ou não na moda. Vai tecer comentários extensos sobre os papaguampas e sua maneira de enxergar o mundo. Ou até citar trechos inteiros de livros como os Argumentos ou O Caminho dos Reis. Para quem curte esses detalhes mais finos, eles oferecem uma riqueza maior ao mundo de Roshar; para os demais, pode tirar o leitor da fluidez narrativa. A mim me agradou bastante porque não achei tão pesado assim (mas é aquilo... isso é subjetivo, variando de leitor para leitor).


Uma boa estratégia que Sanderson faz na narrativa é a de soltar pequenas informações bem aos poucos. O leitor consegue se dar conta de que algo maior acontece no fundo juntamente com tudo o que os personagens estão vivendo. A narrativa possui três Pontos de Vista principais: Kaladin, Shallan e Dalinar/Adolin (Dalinar divide os seus capítulos com a visão de seu filho Adolin). Entre as diversas partes que compõem esse livro existem interlúdios contados do ponto de vista de outros personagens como a do Assassino Branco, a de um estranho pescador que está em busca de um homem chamado Hoid e a do irmão mais velho de Shallan. Existe um pano de fundo que envolve os Cavaleiros Radiantes, os Arautos e até mesmo a Hierocracia. Não vou detalhar esses conceitos, mas é bom o leitor prestar atenção nos mínimos detalhes porque algo pode lhe escapar. Inclusive os pequenos textos que precedem o início do capítulo. Sanderson constrói um enorme quebra-cabeças que possui várias peças faltando. Eventualmente ele vai lhe dar uma ou duas.


"Alguns problemas não pareciam ter boas respostas; só muitas respostas erradas. Ela podia escolher a fonte da sua culpa, mas não podia escolher livrar-se daquela culpa inteiramente."
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A escrita é bem simples de entender. A gente começa confuso nas páginas iniciais, mas assim que sairmos dos dois prelúdios já vamos estar melhor situados na narrativa. Todos os conceitos são apreendidos com rapidez, desde as vestes, ao sistema de governo, à situação nas Planícies Quebradas ou até mesmo aos petrobulbos, pequenas plantas que compõem a flora de Roshar. Sanderson mescla novas ideias com conceitos já conhecidos como cavalos ou espadas. O que o pessoal gosta é dos sistemas de magia e, sem entrar em muitos spoilers, posso falar de três: a Projeção, a Transmutação e as Armaduras/Espadas Fractais. A Projeção é um pouco mais complicada de compreender no começo, mas Sanderson é bastante didático no capítulo de apresentação. A Projeção tem a ver com a capacidade de seu usuário de mudar o ponto gravitacional ou trocar de lugar com um objeto. Essa é a habilidade que está presente no prelúdio (então, não é spoiler né?). O Assassino Branco vai nos explicando como ele utiliza sua habilidade, como é a relação da Projeção com o ambiente ao redor. Ao final do capítulo o leitor vai ter entendido o básico. A Transmutação é a habilidade de transformar um objeto em outro usando a luminosidade da Luz das Tempestades. Transformar pedra em madeira, terra em alimento, rochas em fumaça. Claro que tudo depende do objeto que é o condutor para a transmutação e das gemas empregadas para alimentar. Jasnah nos apresenta um fabrial (um objeto transmutador) bastante poderoso, mas como podemos ver a partir das falas de Shallan, o que ela dispõe é um fabrial mais modesto. Tem também as espadas e armaduras fractais que possuem habilidades impresionantes. As armaduras conferem poderes físicos extraordinários como saltar à distância, grande força além de serem praticamente indestrutíveis salvo por alguma força realmente grande. As espadas aparecem em vários formatos, mas possuem ainda aspectos bastante misteriosos. Elas pertencem a um dono específico que quando este a solta, ela se transforma em fumaça até ser reconvocada pelo seu usuário. Ela também não fere seres vivos, mas corta sua alma. Isso é melhor explicado nas cenas de ação do livro.


Falando um pouco sobre os personagens, comecemos por Kaladin que é o inicial. Ele era um chefe de pelotão sob o comando do Luminobre Amaram. Após uma escaramuça, algum tipo de traição acontece do qual não ficamos sabendo inicialmente e Kaladin vê todo o seu pelotão ser morto e acaba indo parar como escravo passando por vários donos. Ele tenta escapar inúmeras vezes ajudando outras pessoas, mas se vê frustrado em seus planos. Pouco a pouco o seu espírito vai ficando mais frágil devido a esses dissabores e ele começa a contemplar deixar sua vida para trás. Kaladin acaba sendo colocado em um grupo de carregadores de pontes, responsáveis por transportar pontes de madeiras móveis que servem para ligar os vários platôs das Planícies Quebradas. Diante do horror da morte certa desses carregadores que são alvos preferenciais dos parshendianos, Kaladin não encontra mais razões para viver. As coisas começam a mudar quando um espreno de vento (uma espécie de espírito ligado aos ventos) ganha consciência. Esses espíritos geralmente apenas flutuam pelo ar assim como outros esprenos ligados à dor, à glória, à raiva, à putrefação. Mas, Kaladin nunca ouviu falar de um espreno que conversasse e se lembrasse de coisas. É ela quem irá contribuir para tirar Kaladin de seu desespero absoluto e colocá-lo em uma jornada de redenção onde iremos acompanhar por que um garoto que se tornaria um cirurgião acabou se transformando em um honrado guerreiro.


"É só mais uma guerra. Se não estivessem lutando um com o outro, descobririam outros grupos para atacar. É o que fazemos. Vingança, honra, riquezas, religião... todos esses motivos só produzem o mesmo resultado."

Ainda nas Planícies Quebradas, nos deparamos com Dalinar, um dos principais grão-príncipes de Alethkar, e tio do rei Elhokar. Dalinar é conhecido como o Espinho Negro e é portador da Sacramentadora, uma das Fractais a serviço do império. Dalinar se culpa diretamente pela morte de Gavilar porque no dia em que o castelo foi atacado, ele estava bebendo e não foi capaz de proteger o rei. Desde então ele adotou uma postura febril de defesa dos Códigos de Honra, normas que transformam os guerreiros em homens dedicados integralmente à defesa do rei e de seu reino. É dele a ideia de sitiar as Planícies Quebradas para destruir os parshendianos, um sítio que já dura seis anos. O Espinho Negro levou o Pacto da Vingança a sério e se tornou um dos maiores guerreiros alethianos em vida. Mas, nos últimos meses, Dalinar vem recebendo uma série de visões quando uma grantormenta (poderosas tempestades que passam das centenas de quilômetros por hora e destroem tudo o que está pelo caminho) está para acontecer. Ele é levado ao passado onde vivencia algum acontecimento-chave e palavras são ditas a ele por algum ser poderoso. Este pede a Dalinar que una os grão-príncipes porque algo terrível está prestes a acontecer. Com isso, o antes furioso guerreiro vai se tornando avesso a duelos e combates, algo que alimenta os grão-príncipes que integram o cerco. O próspero reino se transferiu quase que completamente para a região de guerra, e sua política e economia dependem dela. As visões vão se tornando cada vez mais fortes e Dalinar precisa fazer um jogo de inteligência e diplomacia, algo com o qual ele não está acostumado, ao mesmo tempo em que precisa lidar com os rumores de que ele estaria ficando louco.


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Por último temos a Luminobre Shallan, membro de uma importante família de Jah Keved que está passando por um momento difícil. Seu pai faleceu recentemente e deixou dívidas e empréstimos não pagos para trás. Devido ao temperamento difícil de seu pai, sua família se quebrou completamente. Um filho se tornou atormentado, outro sofre de uma grave doença e um terceiro tem um estranho temperamento. Coube a Shallan, a única mulher entre eles, buscar uma solução para o problema. Ela concebeu um plano audacioso: se tornar discípula de Jasnah Kholin, uma das maiores sábias do reino e irmã de Elhokar e depois conseguir roubar o seu Transmutador, um dos mais poderosos e levar de volta a Jah Keved. Com ele, ela conseguirá criar imensas riquezas, como seu pai fazia antes. Só que Shallan nada conhece do mundo, tendo ficado dentro da corte por tempo demais. Sendo muito inexperiente e contando apenas com sua incrível capacidade de guardar Lembranças e desenhar com extrema precisão, ela vai atrás de Jasnah que parece estar indo de um lugar a outro a todo momento. Áo chegar em Kharbranth ela se prepara para uma espécie de entrevista com Jasnah que faz exigências absurdas sobre seus conhecimentos, o que faz com que Shallan tenha extrema dificuldade para passar no crivo da sábia. Shallan vai precisar demonstrar uma inteligência e sagacidade que superam a sua criação em um lugar no interior do reino. A questão é saber se isso será o suficiente para convencer Jasnah. E mesmo isso... como ela irá roubar o Transmutador depois?



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Existem muitos conflitos éticos e morais acontecendo ao longo da narrativa e o autor explora muito bem essas questões. Por exemplo, as diferenças de abordagem entre Dalinar e Sadeas na maneira como conduzir a guerra nas Planícies Quebradas. Dalinar é um homem honrado e segue um código de conduta ao pé da letra. Seu virtuosismo é tão grande que seus soldados são estritamente treinados para se vestirem apropriadamente, se portarem apropriadamente e estarem preparados o tempo todo sem direito a se meterem em festas ou bebedeiras. Isso o coloca como alvo de piadas e críticas de outros grão-príncipes. Ele não deixa nenhum homem para trás. Mas, seus métodos de combate não parecem estar levando a guerra a um final, apenas prolongando um cerco. Claro que ele vai pensar em como alterar isso, mas ele vê no conflito com os parshendianos uma guerra suja e que se tornou mais uma competição. Já Sadeas é um guerreiro experiente e que não se importa com os métodos empregados em batalha. Por exemplo, ele não teme usar homens como iscas humanas para as flechas de seus inimigos. Contudo, ele é eficiente em batalha de uma maneira que o pôs como um dos principais senhores da guerra de Alethkar. Esse aqui é o conflito entre a honra ou a eficiência em batalha. O que é mais correto? Essas visões contrastantes sobre a batalha vão permanecer lado a lado por quase todo esse primeiro volume até o momento em que entrarem em choque. E é nesse momento que Sadeas ou Dalinar precisarão tomar uma decisão.


Já Shallan precisa decidir entre sua lealdade à sua família ou ao seu desejo de perseguir o conhecimento. Precisando lidar com uma situação que começa a fugir completamente ao controle, os seus estudos ao lado de Jasnah a fazem crescer e se tornar uma pessoa melhor. Tendo permanecido tanto tempo protegida, ela nada conhecia do mundo e nas artimanhas necessárias para sobreviver. Aliás, é essa inocência dela que a irá colocar em uma tremenda enrascada lá perto do final deste primeiro volume. Quanto mais Shallan vai permanecendo ao lado de sua mestra e se aprofundando em seus estudos sobre os mais diversos temas, a possibilidade de retornar a Jah Keved vai se tornando menor. Isso porque Shallan entende que este é o lugar dela. Só que existem forças poderosas envolvidas com a sua família, o que torna a tomada de decisão e o tempo para formar esta decisão cada vez menores. Ao final, sua escolha estará aonde o seu coração estiver.


Isso sem falar em Kaladin, um homem amargurado pelas escolhas que lhe foram retiradas. A princípio ele vivia em uma vila distante ao lado de seu pai, Lirin, um cirurgião. Tudo dizia que ele seria o sucessor de seu pai, apesar de Kaladin ter um tique para desejar ser um guerreiro e obter glórias. Mas, as experiências ao lado de seu pai e de seu doce irmão Tien o fazem abrir os olhos para a necessidade de alguém responsável por curar as pessoas. Sua desconfiança em relação aos olhos-claros, a nobreza deste mundo em oposição aos olhos-escuros, só fazem aumentar principalmente com a chegada de um novo Luminobre chamado Roshone que vem para ocupar o lugar de Wistiow, alguém que tinha muita confiança em Lirin. Os camponeses que antes aceitavam a presença de Lirin, mesmo indo contra os ensinamentos religiosos, agora se tornam hostis a partir de uma perseguição mesquinha feita por Roshone. Essa desconfiança contra os nobres só aumenta quando Kaladin vai parar inevitavelmente no exército e depois se torna um carregador de pontes. O personagem se abate porque não consegue salvar todos aqueles ao seu redor. Como alguém treinado para salvar vidas, ter se tornado um guerreiro faz com que esses votos se elevem à enésima potência. A ponto de ele pensar que todos ao seu redor morrem porque ele tem algum tipo de maldição posta nele por uma força superior. Kaladin vai precisar superar suas dúvidas, sua miséria e sua angústia para se tornar um verdadeiro líder para aqueles que dependem de sua força. Essa vai ser a sua jornada de herói.


O Caminho dos Reis é uma obra colossal em muitos sentidos. Esse sim é o Sanderson que o público aprendeu a amar. Aos poucos ele vai evoluindo sua escrita e testando novos formatos, buscando aprimorar sua pena. Se antes ele não tinha tanta preocupação com os personagens, agora já vemos o quanto estes se tornaram complexos, o quanto cada um possui seus objetivos e interesses. Não temos heróis perfeitos, mas pessoas que possuem uma longa estrada a ser percorrida. É um livro grande, de leitura que pode ser demorada para aqueles que travarem nas descrições, mas que presenteia o leitor com informações e uma jornada fascinante. Há muito a ser entregue aqui e o autor brinca com essas expectativas do leitor. Apresentando bloco após bloco de novas ideias que vão aperfeiçoando o que foi dito antes, a leitura é recompensadora e instigante. É o trabalho mais sólido do autor que já pude conferir e uma das melhores leituras que fiz neste início de ano.


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Ficha Técnica:


Nome: O Caminho dos Reis

Autor: Brandon Sanderson

Série: Os Relatos da Guerra das Tempestades vol. 1

Editora: Trama

Tradutores: Pedro Ribeiro e Paulo Afonso

Número de Páginas: 1240

Ano de Publicação: 2022


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Muitos lançamentos chegando nesse final de ano incluindo dois grandes com Adam Wild da Editora Saicã e a Coleção Sergio Toppi da Editora Figura com mais dois volumes. Mas, prestem atenção nos títulos nacionais como Pensamentos e Palavras de Thiago Modenesi ou uma coletânea de terror baseada em canções infantis.


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"Adam Wild 7 e 8" de Gianfranco Manfredi


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Ficha Técnica:


Nome: Adam Wild vols. 7 e 8

Autor: Gianfranco Manfredi

Artistas: vários entre eles Pedro Mauro e Ibraim Roberson

Editora: Saicã

Gênero: Western

Tradutor: Neimar Nunes

Número de páginas: 308 (vol. 7) e 300 (vol. 8)

Prazo da campanha: 13/12

Data de entrega: janeiro de 2024



Sinopse: A Maxissérie, que se passa no final do século XIX, foi publicada na Itália pela Sergio Bonelli Editore em 26 números, de outubro de 2014 a novembro de 2016.


Adam Wild é um explorador escocês e membro da Royal Geographical Society of London. Embora muito popular, Adam nem sempre consegue encontrar apoio financeiro adequado para suas expedições, em parte por causa de sua atitude rebelde - ele é um homem que não gosta de escrever relatórios sobre suas viagens, por exemplo.


Adam é um homem de ação. Ele odeia os círculos internos de Londres e os estudiosos de poltrona que abundam em sua área. Ele prefere arriscar sua vida em alguns dos feitos imprudentes que levam suas habilidades inquestionáveis ao limite.


Ele é também (e principalmente) um protetor do povo africano dos traficantes de escravos e das muitas novas ameaças a que os nativos são expostos pela "civilização" da África: guerras tribais deliberadamente provocadas, a exploração das minas de ouro e diamantes pelos grandes empresas ocidentais, a desfiguração de suas antigas tradições e estilo de vida.

Adam é um homem de ação com um temperamento explosivo: Não é bom deixá-lo com raiva!


Principais Formas de Apoio:


Combo 1: R$105,00


  • Adam Wild 7 impresso

  • Adam Wild 8 impresso

  • dois marcadores de páginas

  • 7 cards no formato 15x10 cm com as capas das edições

  • frete calculado ao final da compra


"Coleção Toppi vols. 5 e 6" de Sérgio Toppi


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Ficha Técnica:


Nome: Coleção Toppi vols. 5 e 6

Autor: Sergio Toppi

Editora: Figura

Gênero: Fantasia

Tradutor: Paulo Guanaes

Número de Páginas: 192 (vol. 5) e 160 (vol. 6)

Prazo da campanha: 06/12

Data de entrega: fevereiro de 2024



Sinopse:


Coleção Toppi vol. 5 - Tempos de Guerra: traz aventuras que abordam os mais diversos conflitos bélicos ao longo da História e suas repercussões na vida dos povos. A visão humanista e a arte sublime de Sergio Toppi vão dos campos da I Guerra Mundial aos Vietnã para relatar os mais trágicos eventos humanos. Esse volume é similar ao volume 5 da coleção dos EUA, mas com quatro HQs a mais.


Contém as HQs : - Ogoniok - Kas-Cej - Transiberiana - Myetzko - Saint-Acheul '17 - Como um urso enfurecido - Köllwitz 1742 - Algo que caminha perto de mim - Nahim - Tell el Aqqaqir 1943.


Coleção Toppi vol. 6 - Revolucionários: Reunirá as três HQs que Toppi fez para a clássica série Um homem, uma aventura, lançada na década de 1970/80 para a Bonelli Editore. Destas, apenas O homem do Nilo foi lançada no Brasil há mais de quarenta anos. Já O homem dos pântanos e O homem do México serão publicadas no país pela primeira vez.


Contém as HQs: - O homem do Nilo - O homem dos pântanos - O homem do México


Principais Formas de Apoio:


1 - Coleção Toppi vols. 5 e 6: R$163,00


  • Coleção Toppi vols. 5 e 6 impressos

  • nome na lista de colaboradores

  • frete calculado ao final da compra


2 - Coleção Toppi vol. 5: R$83,00


  • Coleção Toppi vol. 5 impresso

  • nome na lista de colaboradores

  • frete calculado ao final da compra


3 - Coleção Toppi vol. 6: R$79,00


  • Coleção Toppi vol. 6 impresso

  • nome na lista de colaboradores

  • frete calculado ao final da compra


4 - Coleção Toppi completa (do vol. 1 ao 6): R$482,00


  • Coleção Toppi vols. 5 e 6 impressos

  • Coleção Toppi vols. 1 ao 4 impressos

  • Marcador de páginas

  • nome na lista de colaboradores

  • frete calculado ao final da compra


"Freeman vol. 1 - A Balada de um Homem Livre" de Gianluca Piredda


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Ficha Técnica:


Nome: Freeman vol. 1 - A Balada de um Homem Livre

Autor: Gianluca Piredda

Editora: Da Rosa Estúdios

Gênero: Faroeste

Tradutor: não informado

Prazo da campanha: 08/01

Data de entrega: março de 2024



Sinopse: Ambientado na Virgínia em 1861, Freeman é a história de Theo, um jovem escravo cansado das injustiças que sofreu. Acusado da morte da jovem Marie, ele foge sem destino certo. A história de Theo é a “desculpa” para falar sobre um mundo que, pouco depois, mudaria. A história de um povo, da opressão que sofreu, da jornada que muitos escravos fizeram para encontrar a liberdade e das redes clandestinas que foram criadas. Das traições que os fugitivos sofreram. Da forma como a opinião pública passou a ver a escravatura após a sua revogação, em um país que já começava a não se adaptar. Do tratamento desigual entre proprietários, que não tinham interesse em ver seus escravos maltratados (um escravo ferido representava menor custo e renda) e tutores, que muitas vezes descarregavam suas frustrações nos escravos. Mas também sobre a música que nasceu naqueles anos.


Em suma, Freeman é uma espécie de faroeste Road Movie em que Theo, mais do que protagonista, é uma testemunha do seu tempo. Uma história dramaticamente atual e em Freeman haverá algumas situações que podem nos lembrar de hoje.


Recompensas:


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Principais Formas de Apoio:


Combo 01 - Freeman: R$44,00


  • HQ Freeman impresso

  • marcador de páginas

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"Novembro vol. 4 - Final" de Matt Fraction e Elsa Charretier


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Ficha Técnica:


Nome: Novembro vol. 4 - A Zona em que a gente se meteu

Autor: Matt Fraction

Artista: Elsa Charretier

Colorista: Matt Hollingsworth

Editora: Risco Editora

Gênero: Noir

Tradutor: Érico Assis

Número de Páginas: 80

Prazo da campanha: 12/12

Data de entrega: janeiro de 2024



Sinopse: Di aceita um trabalho fácil e lucrativo demais para ser honesto. Emma encontra um revólver em um beco. Kowalski decide investigar o que está acontecendo de errado em sua delegacia. Enquanto explosões, fogo e violência tomam conta da cidade no curso de um dia e uma noite, as três mulheres veem suas vidas entrelaçadas, ligadas por conta de um homem – que parece ser o causador de tudo isso.


Três estranhas entrelaçadas pelo destino, pela coincidência e pela crueldade se veem unidas no fim da noite mais longa de suas vidas, encarando as forças sombrias de um império do crime.


Tragadas por uma conspiração invisível armada por policiais corruptos e ladrões ainda piores, elas se veem encurraladas enquanto o mal se fecha por todos os lados.


AS CHANCES SÃO POUCAS. A HORA É AGORA.


Principais Formas de Apoio:


1 - Novembro 4: R$56,00


  • HQ impressa + Box

  • marcador de páginas

  • cupom de 15% de desconto para compras no site da Risco Editora

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2 - Novembro Combo: R$188,00


  • HQ impressa vol. 4 + Box

  • Novembro vols. 1 a 3

  • marcador de páginas

  • cupom de 15% de desconto para compras no site da Risco Editora

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"Pensamentos e Palavras" de Thiago Modenesi


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Ficha Técnica:


Nome: Pensamentos e Palavras

Autor: Thiago Modenesi

Editora: Quadriculando

Gênero: Não-Ficção

Número de Páginas: 200

Prazo da campanha: 09/01

Data de entrega: janeiro de 2024












Sinopse: A obra reúne quase 90 artigos de opinião sobre Educação, Inovação, Política e Quadrinhos, trazendo análises, reflexões e opiniões sobre importantes momentos desses 4 temas.


O livro tem 200 páginas no formato 15x22 cm, em preto e branco, com orelhas e é uma publicação da conceituada Editora Anita Garibaldi, parceira da editora Quadriculando na publicação de Quadrinhos.


Pensamentos e Palavras retrata também muito do escrito por Thiago durante a pandemia da Covid 19, acompanhamos as angústias, análises e evolução dos fatos que ocorrem durante a maior crise sanitária do mundo pelo olhar do autor.


O livro é um evento, o mais pessoal e intimista de Thiago, e por isso conta com convidadas bastante especiais para escrever o prefácio e pósfácio: Luciana Santos, ministra da Ciência e Tecnologia e Inovação do governo Lula e Cida Pedrosa, escritora vencedora do prêmio Jabuti e poeta.


Principais Formas de Apoio:


Pensamentos e Palavras: R$45,00


  • HQ impressa e autografada

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"Kawó" de Dan Borges


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Ficha Técnica:


Nome: Kawó

Autor: Dan Borges

Editora: Independente

Gênero: Fantasia

Número de Páginas: 50

Prazo da campanha: 31/12

Data de entrega: *a data na campanha está desatualizada



Sinopse: Uma garota herda um antigo artefato da sua avó, que a princípio lhe parece apenas um acessório inofensivo. O que ela não sabia, é que o objeto está na sua família há muitas gerações e guarda uma força misteriosa de proteção e justiça! Mas todo grande poder traz consequências e a jovem Iracema talvez não esteja preparada para o peso desse fardo!


Principais Formas de Apoio:


Kawó HQ: R$30,00


  • HQ impressa

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"Atirei o Pau no Gato e Outras Histórias de Terror" organizado por Lucio Luiz


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OBS: Arte prévia do quadrinho. Na página da campanha ainda não foi disponibilizada uma arte de capa


Ficha Técnica:


Nome: Atirei o Pau no Gato e outras Histórias de Terror"

Organizado por Lucio Luiz

Inclui autores e artistas como Ana Pepper, Caio Oliveira, Caio Zero, Carlos Gritti, Chairim, Flávio Soares, Isaque Sagara, Laudo Ferreira, Little Goat, Luiza Lemos, Mario Cau, Rodrigo Mazer, Samuel Bono, Thiago Krenning e Wagner William

Editora: Independente

Gênero: Vários

Número de Páginas: 96

Prazo da campanha: 16/12

Data de entrega: dezembro de 2023



Sinopse: Não aguenta mais ouvir "Atirei o pau no gato"? Sente tremedeira com os primeiros acordes de "Dona Aranha"? Quer sair correndo e chorando quando uma criança começa a cantarolar "Se você está feliz bata palmas"?


Então essa HQ é perfeita para você! (mas se você não passa por isso, ela também é perfeita para você, isso é apenas uma introdução chamativa, por favor continue lendo)

Quinze canções infantis foram transformadas em histórias de terror por alguns dos mais talentosos quadrinistas brasileiros. Você nunca mais vai ouvir essas musiquinhas do mesmo jeito.


E, na boa, a maioria dessas canções é de terror mesmo. Tem que ser muito psicopata para cantar feliz a história de cinco patinhos que vão desaparecendo um a um para desespero da mãe!


Principais Formas de Apoio:


Atirei o Pau no Gato e Outras Histórias de Terror: R$35,00


  • HQ impressa

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"Cassidy Omnibus vol. 3" de Pasquale Ruju



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Sinopse: Na noite de 16 de agosto de 1977, um Dodge Aspen preto, crivado de balas, percorre a rota 66 na fronteira do Arizona com a Califórnia. O carro é dirigido por um fora da lei, Raymond Cassidy, que está sangrando lentamente com quatro balas em seu corpo. Naquela mesma noite, Cassidy conhece um cego misterioso e etéreo, que anuncia que lhe é permitido mais dezoito meses de vida para consertar as coisas, durante os quais ele terá que lidar com o passado.


Nos meses seguintes ele estará envolvido em vários tipos de eventos, ambientados na América dos anos 70, nos quais atuará sozinho ou junto com seus fiéis amigos Ace Gibson e Juan Cuervo, aos quais serão adicionados outros protagonistas no decorrer da trama. Durante os dezoito meses da aventura, vários aspectos da vida e da família de Cassidy serão revelados.


A autoria das histórias fica a cargo de Pasquale Ruju, já conhecido dos leitores da Editora 85 pela espetacular graphic novel Hellnoir, publicada em 2021 no Brasil. Pasquale Ruju nasceu em Nuoro, Itália, em 1962. Depois do diploma de Arquitetura, passou a se envolver com dublagem, direção e atuação de teatro, cinema e TV. Começou a roteirizar quadrinhos com uma história curta de Dylan Dog, publicada na Itália em 1995, e depois entrou para a equipe da série. Em seguida, sempre para a Sergio Bonelli Editore, escreveu histórias de Nathan Never, Dampyr, Martin Mystère, Le Storie (As histórias) e suas duas minisséries autorais Demian e Cassidy. Desde 2010, faz parte do pequeno círculo de autores de Tex.

A arte, mais uma vez, passa por artistas consagrados da Casa Bonelli como Gianluigi Gregorini, Andrea Borgioli, Elisabetta Barletta, Fabio Valdambrini, Luigi Siniscalchi e Davide Furnò & Paolo Armitano. As capas dos volumes Omnibus são desenhadas por Gigi Cavenago.


Principais Formas de Apoio:


1 - Combo 1: R$69,00


  • HQ impressa

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2 - Combo 2: R$226,00


  • Cassidy 1, 2 e 3 impressos

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A bordo do Quin Zaza, uma tripulação tenta ganhar a vida caçando perigosas criaturas. No meio de um difícil cotidiano vivido por essas pessoas, surgem a amizade e a coragem necessária para tocar a vida. Sem falar nas ótimas receitas que eles compartilham. Venham a bordo dessa aventura!


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Sinopse:


Há meio século que eles cortam os céus atravessando países na procura dos raros dragões. O Quin Zaza é uma das poucas naves ainda em atividade na caça aos dragões. Cada um da tripulação tem suas próprias razões para estar nessa atividade. O de Mika, por exemplo, é comer a carne de dragão que ele adora! Sempre perseguindo presas de qualidade cada vez mais superior, eles seguem nessa emocionante jornada!





Como alguém que faz resenhas críticas e tenta compartilhar minhas leituras, preciso procurar ser bastante imparcial, mesmo não curtindo tanto uma leitura. Claro que a imparcialidade é impossível, ainda mais em um artigo de opinião. Mas, a gente tenta não ser tão taxativo. E é por isso que essas resenhas de Caçando Dragões serão tão complicadas porque não gostei do tema. Nem um pouco. A história é um slice of life da tripulação de um navio voador que vive a vida caçando dragões. Vemos os desafios, as dificuldades, as alegrias que esse trabalho impõe a eles. Esse mangá teve uma série de polêmicas quando foi publicado no Japão. Porque a narrativa pode ser facilmente entendida como uma defesa da caça de baleias, uma prática que é proibida por lá. Se você substituir dragões por baleias, é fácil a associação. Pensem comigo: eles andam em navios voadores, caçam os animais com arpões, retiram o seu óleo, curtem a sua pele, se alimentam de sua carne. Tudo remete a isso. Até acredito que o autor tenha mudado o seu direcionamento após as críticas, mas se torna complicado quando a temática em si é essa. Por mais que se tente enfeitar o pavão, ele continua sendo problemático. Então provavelmente tudo o que for opinar ou até como pretendo avaliar vai passar por esse ranço de que o tema não me agrada. Vamos ver até onde consigo ir.


A arte de Kuwabara não é nada muito espetacular. Ele emprega uma arte carregada de traços hachurados onde ele monta sombra, perspectiva e detalhes dos personagens. Ou seja, apesar de ser um traço tipicamente japonês, o autor resvala em uma técnica que, para o que ele faz, serve como um atalho para desviar o foco do leitor para os personagens. Apesar de ele ser bem detalhista na maneira como nos apresenta os elementos culinários, que são bastante presentes na história, os cenários não recebem a mesma atenção. Imaginei que, como ele detalha bem o preparo dos alimentos e até os ingredientes que isso não se daria. Mas, quando o leitor se depara com uma splash page com o horizonte, é aí que os pontos fracos do autor realmente aparecem. O próprio Quin Zaza, o navio onde boa parte da história se passa, não é tão bem trabalhado. Os quadros de fundo são bem genéricos e é comum o autor usar sequências focadas em rostos com o fundo branco para não precisar se concentrar no que se encontra atrás. Mal e porcamente o vi usando linhas cinéticas, uma característica tão comum entre mangakas.


A primeira edição se concentra em mostrar o cotidiano dentro do navio. A protagonista é Takita, uma recruta que ainda está aprendendo o ofício de caçadora. Ela serve como um personagem-orelha e passamos a conhecer tudo pelos seus olhos curiosos. Os dragões do mangá pouco se parecem com dragões propriamente ditos, e mais como criaturas enormes e monstruosas. Então cada caçada é única porque cada dragão possui características particulares. Ao longo da jornada presenciamos etapas do tratamento dos dragões capturados. Takita se empenha para conquistar a confiança dos outros membros da tripulação. Ela logo desenvolve amizade por Mika, um caçador viciado na arte de matar dragões. Sua característica impulsiva o coloca em situações bem assustadoras já que ele não se importa muito em correr riscos. Ele é fascinado também por diferentes técnicas de cozinhar carnes de dragão.


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Outro tema abordado nesta edição é o que fez cada um dos tripulantes subir a bordo. Vanney é a personagem escolhida para guiar sua discussão. Não conhecemos muito sobre ela, mas ela possui antecedentes misteriosos. Principalmente sua afirmação de que não há nada esperando ela em terra. Vanney também não consegue compreender exatamente o que Mika enxerga de tão fascinante em caçar dragões. Ela é a personagem que funciona como uma antítese para a história nesse primeiro momento. E sua postura indiferente fornece esse ar afastado que ela passa para seus colegas. Vai ser em Takita que Vanney encontrar algo que possa tranquilizar seu coração. Por outro lado temos Giraud, o filho de um lendário caçador ao qual não sabemos o que aconteceu com ele. Seu pai foi o motivo para Giraud subir na Quin Zaza. Ele é alguém que tem ótimos conhecimentos sobre correntes aéreas e clima. É sua habilidade que tira o navio de algumas enrascadas. Sua coragem vai ser colocada à prova quando um dragão que seu pai perseguiu por tanto tempo surge em frente de todos.


Já o segundo volume nos leva até uma cidade desse mundo. Se trata de um volume com mais ação onde os personagens precisam lidar com um dragão enorme trazido por outra tripulação e que subitamente desperta. As duas tripulações precisam deixar suas diferenças de lado e trabalhar para impedir o dragão de destruir a cidade enquanto se debate. É uma missão mais complicada que as anteriores pelo tamanho da criatura e suas habilidades únicas como raios e ondas de calor. Achei a ação meio confusa e até nem combina tanto com o estilo da narrativa, mas o autor tem boas ideias. Novamente enxergo na história a influência de técnicas náuticas típicas de pescadores: o emprego de arpões, a necessidade de usar explosivos quando a pele é grossa demais, a possibilidade de usar venenos, sempre observando o tamanho e a fisiologia da criatura. Volto àquela discussão inicial do quanto o tema me incomoda até porque a criatura estava cega e envenenada. Existe também aquela percepção de caçador de que uma vez que se ataca uma criatura, é preciso abatê-la e comê-la. É uma espécie de código de honra.


Outro ponto discutido são os longos períodos de permanência no céu. Fazem com que as relações entre eles sejam primordiais e conseguir criar laços em cidades ou casas se torna difícil. Como é o que acontece entre Giraud e a menina Katja. Me faz pensar nos marinheiros que deixam seus amores nas cidades costeiras. Os sentimentos e angústias que vem com a solidão e os longos períodos sem ver outras pessoas. Ou quando se conhece alguém e se desenvolve sentimentos por uma pessoa, a necessidade de se despedir e não se sabe ao certo se haverá um novo momento. Os amores são efêmeros e passageiros como a brisa da tarde. Por outro lado, pode haver situações em que o objetivo do marujo é deixar para trás suas relações como é o caso da Vanney. Achei legal a forma como o autor trabalhou o relacionamento inocente e crescente entre Giraud e Katja para no final termos aquele desfecho. E é uma conscientização sobre as dificuldades da vida no mar.


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Para que os leitores desta resenha não me achem implicante, a arte melhorou um pouco. Gostei de alguns momentos como o sobrevoo sobre a cidade quase no final do segundo volume e duas splash pages. Mas, os problemas ainda permanecem na ausência de detalhes, no emprego de alguns atalhos. Esse era o momento em que o autor poderia mostrar suas habilidades em cenas de ação. Mas, o que vimos foram sequências estranhas, ângulos de ação esquisitos e falta de linhas cinéticas. Se o autor substituísse as linhas por algum outro recurso ocidental, como perspectiva, escala, sombras. Mas, tal não é o caso. Foram dois capítulos destacando esse momento e não senti o impacto da cena. Tem alguns momentos legais como o dragão se assomando acima da cidade e mostrando o seu real poder destrutivo.


O autor aproveita esta edição para acrescentar alguns elementos de construção de mundo. No caso, as escravas vendidas como damas dos prazeres nos prostíbulos da cidade. Vemos aquele velho hábito de marinheiros de aliviar suas tensões com os confortos de uma mulher. No caso, a personagem Katja, por quem Giraud se apaixona, é uma dessas meninas. Garotas sem rumo e sem esperança de saírem de seus lugares, ele tenta conquistá-la dando um pouco de seu carinho e inocência. Esse aspecto é meio glamourizado no mangá e não tratado exatamente com o devido cuidado. Achei bem raso. O que me chamou a atenção foi a arte de usar partes da pele de dragões para fazer tapeçarias. Ponto que se liga também a determinados hábitos de caça. Gostei dos detalhes que o autor inseriu em um hábito. Mostra que ele tem um pouco de noção acerca da necessidade de dar profundidade às culturas do seu material.


No geral, Caçando Dragões não é um mangá excepcional, sendo apenas mais um em uma longa gama de outras publicações. A temática me incomoda bastante, tendo vários paralelos aos hábitos de caçadores, seja na forma de matar animais, às receitas para comê-los, ao curtir, ao aproveitar o seu óleo. Se você não conseguir passar dessa impressão inicial e o tema te incomoda, não avance. Pare por aqui. Se você conseguir ultrapassar, tem alguns pontos que merecem elogios, mas está muito longe de ser algo realmente bom. A arte não é legal. O autor peca no emprego de elementos comuns da arte japonesa como as linhas cinéticas, a preocupação com a expressividade dos personagens. Uma arte hachurada e que, em splash pages, revela os seus maiores pontos fracos.



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Ficha Técnica:


Nome: Caçando Dragões vols. 1 e 2

Autor: Taku Kuwabara

Editora: Panini Comics

Tradutora: Dirce Miyamura

Número de Páginas: 208 e 200

Ano de Publicação: 2019


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Conversa aberta. Uma mensagem lida. Pular para o conteúdo Como usar o Gmail com leitores de tela 2 de 18 Fwd: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br Caixa de entrada Ficções Humanas Anexossex., 14 de out. 13:41 (há 5 dias) para mim Traduzir mensagem Desativar para: inglês ---------- Forwarded message --------- De: Pedro Serrão Date: sex, 14 de out de 2022 13:03 Subject: Re: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br To: Ficções Humanas Olá Paulo Tudo bem? Segue em anexo o código do anúncio para colocar no portal. API Link para seguir a campanha: https://api.clevernt.com/0113f75c-4bd9-11ed-a592-cabfa2a5a2de/ Para implementar a publicidade basta seguir os seguintes passos: 1. copie o código que envio em anexo 2. edite o seu footer 3. procure por 4. cole o código antes do último no final da sua page source. 4. Guarde e verifique a publicidade a funcionar :) Se o website for feito em wordpress, estas são as etapas alternativas: 1. Open dashboard 2. Appearence 3. Editor 4. Theme Footer (footer.php) 5. Search for 6. Paste code before 7. save Pode-me avisar assim que estiver online para eu ver se funciona correctamente? Obrigado! Pedro Serrão escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:42: Combinado! Forte abraço! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:41: Tranquilo. Fico no aguardo aqui até porque tenho que repassar para a designer do site poder inserir o que você pediu. Mas, a gente bateu ideias aqui e concordamos. Em qui, 13 de out de 2022 13:38, Pedro Serrão escreveu: Tudo bem! Vou agora pedir o código e aprovação nas marcas. Assim que tiver envio para você com os passos a seguir, ok? Obrigado! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:36: Boa tarde, Pedro Vimos os dois modelos que você mandou e o do cubo parece ser bem legal. Não é tão invasivo e chega até a ter um visual bacana. Acho que a gente pode trabalhar com ele. O que você acha? Em qui, 13 de out de 2022 13:18, Pedro Serrão escreveu: Opa Paulo Obrigado pela rápida resposta! Eu tenho um Interstitial que penso que é o que está falando (por favor desligue o adblock para conseguir ver): https://demopublish.com/interstitial/ https://demopublish.com/mobilepreview/m_interstitial.html Também temos outros formatos disponíveis em: https://overads.com/#adformats Com qual dos formatos pensaria ser possível avançar? Posso pagar o mesmo que ofereci anteriormente seja qual for o formato No aguardo, Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:15: Boa tarde, Pedro Gostei bastante da proposta e estava consultando a designer do site para ver a viabilidade do anúncio e como ele se encaixa dentro do público alvo. Para não ficar algo estranho dentro do design, o que você acha de o anúncio ser uma janela pop up logo que o visitante abrir o site? O servidor onde o site fica oferece uma espécie de tela de boas vindas. A gente pode testar para ver se fica bom. Atenciosamente Paulo Vinicius Em qui, 13 de out de 2022 12:39, Pedro Serrão escreveu: Olá Paulo Tudo bem? Obrigado pela resposta! O meu nome é Pedro Serrão e trabalho na Overads. Trabalhamos com diversas marcas de apostas desportivas por todo o mundo. Neste momento estamos a anunciar no Brasil a Betano e a bet365. O nosso principal formato aparece sempre no topo da página, mas pode ser fechado de imediato pelo usuário. Este é o formato que pretendo colocar nos seus websites (por favor desligue o adblock para conseguir visualizar o anúncio) : https://demopublish.com/pushdown/ Também pode ver aqui uma campanha de um parceiro meu a decorrer. 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Vou conversar com os demais membros do site a respeito e te dou uma resposta com esses detalhes em mãos e conversamos melhor. Atenciosamente Paulo Vinicius (editor do Ficções Humanas) Em qui, 13 de out de 2022 11:50, Pedro Serrão escreveu: Bom dia Tudo bem? O meu nome é Pedro Serrão, trabalho na Overads e estou interessado em anunciar no vosso site. Pago as campanhas em adiantado. Podemos falar um pouco? Aqui ou no zap? 00351 91 684 10 16 Obrigado! -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! 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