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Resenha: "Memories of Ice" de Steven Erikson

De volta a Genabackis, uma nova ameaça invade as cidades do continente: o Pannion Domin. Sua expansão tem sido mortal, usando um exército formado por canibais e o uso de mortos-vivos demoníacos. Isso irá obrigar a uma tênue aliança entre Dujek, Caladan Brood, Anomander Rake, o rei Kallor. No meio de tudo isso, uma estranha garota chamada Silverfox pode desequilibrar a balança para qualquer lado.


Sinopse:


O continente devastado de Genabackis deu origem a um terrível novo império: o Pannion Domin. Como uma onda de sangue corrompido, ela se espalha por todo o continente, devorando tudo. Em seu caminho se põe uma aliança instável: o exército de Umbraço e os Queimadores de Pontes de Whiskeyjack junto de seus antigos inimigos - mas forças do Senhor da Guerra Caladan Brood, Anomander Rake e seus magos Tiste Andii e o povo Rhivi das planícies.


Mas mortos-vivos antigos também estão se reunindo: os T'lan Imass ressurgiram. Porque parece que alguma coisa tanto sombria como maligna ameaça este mundo. Rumores chegam de que o Deus Aleijado agora se libertou e está disposto a realizar uma terrível vingança.







Depois de dois anos longe de Malazan, ainda nutrindo uma esperança de que alguma editora bondosa adotasse a série, desisti finalmente e peguei minhas edições americanas para ler. Os acontecimentos do segundo volume, Portões da Casa dos Mortos são citados sutilmente nesse volume e terão impacto mais na parte final, então para uma introdução ao terceiro livro prefiro ficar mais no primeiro. Estamos de volta a Genabackis, depois dos acontecimentos na cidade de Darujhistan. Me lembrei em dez minutos de o quanto Erikson é um dos melhores autores de fantasia da atualidade, com tramas maduras e que não brincam com o leitor. Ele não facilita a sua vida, ele não pega na sua mão. Quer acompanhar a história? Leia com atenção, entenda as lacunas, junte as informações. Nada é mastigado. E mesmo assim, a história é aterrorizante. A gente vibra, chora, sofre, passa todas as emoções junto dos personagens.


Proteger a cidade de Darujhistan das ambições da imperatriz Laseen provocou uma série de mudanças drásticas no status quo do mundo. Laseen tentou usar a fúria do Jaghut Raest para liquidar com seus opositores e acabou por criar novos inimigos. Nessa nova realidade, surge um novo império chamado Pannion Domin, uma pequena teocracia que subitamente começa a expandir seu território usando de métodos extremamente violentos. Figuras importantes como Dujek, Caladan Brood e o rei Kallor decidem se unir, deixando suas diferenças de lado por ora para lidar com um adversário do qual se tem pouca informação. No meio disso tudo surge Silverfox, que era um bebê em Jardins da Lua e agora é uma garota de dez anos. Seu crescimento acelerado se deve à sua habilidade de sugar a energia vital da Mhybe, aquela que lhe deu a luz e representa os povos Rhivi. Silverfox contém as almas das feiticeiras Tattersail e Nightchill (ambas mortas durante o confronto contra Bellurdan) e mais uma alma não identificada. Silverfox está no comando dos imortais T'lan Imass, o que a torna formidável logo de partida. Além disso tudo, Ganoes Paran conseguiu fazer o impossível no primeiro volume: depois de ter sido absorvido pela espada de Anomander Rake, ele conseguiu escapar de um artefato que suga as almas e libertou junto com ele dois Cães da Sombra. Agora ele possui o poder de controlar o Baralho dos Dragões. O que isso significa? E que demônios estão perambulando próximos a Capustan, futuro destino dos olhares do Pannion Domin?


Fazer uma resenha de um livro do Erikson é um trabalho bem complicado. Em cada volume de Malazan muita coisa acontece e a gente sempre acaba se lembrando de algum detalhe que esqueceu de mencionar. Essa é uma das qualidades de sua escrita: nunca estamos parados completamente. As suas narrativas são como imensas peças de xadrez onde novos acontecimentos se sucedem a cada nova jogada. Por mais que existam vários núcleos de personagens, eles estão sempre fazendo alguma coisa. E cada cena interfere no âmbito maior dos acontecimentos. É terrível pensar que essa é uma leitura que exige bastante atenção do leitor caso contrário você irá se perder. Isso é um fato. Se você está esperando uma leitura tranquila, esse não é o livro para você. Erikson é famoso por não pegar na mão do leitor. A narrativa não é mastigada, o autor sequer se preocupa em te situar na história. Quem o diga quem leu Jardins da Lua e se viu completamente perdido na introdução do livro. Vemos muitas séries por aí onde o autor vai explicando didaticamente o que está acontecendo, gastando vários capítulos para isso. Não é o caso aqui. Não se trata de uma leitura estupidamente difícil, mas ela exige de nós empenho, capacidade de relacionar acontecimentos, perceber as sutilezas. E isso é recompensador. Quando dá aquele estalo do "a-há", o leitor se sente agraciado com o fato de o autor tê-lo tratado como adulto. Respeito o didatismo de alguns autores, e é isso o que os fazem ser populares, mas não quero ser tratado como um moleque. Quero tramas que sejam adultas, que me entreguem detalhes e minúcias e me permitam juntar dois mais dois. É isso o que tem aqui.


Erikson é um escritor das antigas, mais focado na narrativa do que necessariamente em personagens. O leitor que está há muito tempo afastado da série pode ter uma dificuldade inicial em se situar na história, mas nada que alguns minutos de pesquisa não resolvam. E vão na fé; Erikson vai te colocar nos trilhos. Por ser um autor mais clássico, ele não emprega aquele estilo de Pontos de Vista (POVs) que se tornou tão famoso nos últimos vinte anos. Ele prefere alternar entre personagens durante os capítulos e não criar um capítulo apenas para um POV. São como personagens em um filme onde as cenas se alternam, os acontecimentos se empilham um após o outro e depois retornam para continuarmos a história. É eficiente e mantém a atenção do leitor. Alguns núcleos são mais comuns nos dois primeiros "livros" (não vou passar dessas duas partes para não dar spoilers porque o negócio fica estreito a partir do livro três) como os da Mhybe, Ganoes Paran, Toc o Jovem, Gruntle e a galera dos Queimadores de Pontes (Picker, Blend, Violinista e Quick Ben). Aliás, recomendo prestar atenção na introdução de Memories of Ice porque contém acontecimentos importantes. É o delineamento dos momentos finais do confronto entre T'lan Imass e Jaghuts antes do ritual que transformam os T'lan em seres imortais. Tem alguns detalhes neste capítulo que serão importantes mais tarde. Erikson adora brincar com a nossa falta de atenção às introduções; é a terceira vez que faz isso.


Nota do editor: Não lembro mais os nomes traduzidos dos personagens. Então alguns que eu for lembrando, edito na postagem. Quem se lembrar de outros nomes, me deem um toque que eu corrijo. Infelizmente me livrei das edições brasileiras porque me chateei com o abandono da editora e adquiri edições americanas.


A Mhybe (que é um título e não um nome) é uma mulher bastante sofrida nesta história. O nascimento de Silverfox foi um milagre absoluto: imaginem uma criança que nasce dentro de um Labirinto, uma dimensão mágica que alimenta os poderes dos feiticeiros daquele campo, e tem uma gravidez acelerada com a inserção de espíritos de outros seres muito poderosos. A jovem Silverfox percebe o perigo que está vivendo e acelera o seu crescimento mais ainda e usa as habilidades do Labirinto Telann para se alimentar da força vital de sua mãe. Esta dá a ela anos de sua vida em troca desse crescimento. A Mhybe é uma mãe e seus instintos maternos lhe dizem para proteger sua filha. Mas, esta lhe violenta, matando-a pouco a pouco. Sua força vital sendo sugada e sua dor se tornando tão forte que ela implora aos deuses para que a liberte disso. Ela se sente violada por servir apenas de instrumento para que seres poderosos joguem o seu jogo. Até mesmo o suicídio lhe é negado quando poderes superiores interveem em sua vontade. Ela não sabe o que sente por Silverfox, mas procura ajudá-la da melhor forma possível que é não resistir. É curioso como Erikson gosta de inserir esses personagens mártires que se tornam marcantes; no volume passado foi um homem realizando uma travessia pelo deserto junto de homens e mulheres camponeses e miseráveis, e agora uma mulher que precisa lidar com a dor da morte em vida.


Por outro lado Silverfox tem suas próprias preocupações em mente. A personagem é fruto de três almas poderosas, mas quem é que manda no corpo? Esse vai ser um motivo de debate, principalmente porque temos duas feiticeiras dotadas de muito poder na pele de Tattersail e Nighjtchill. Tattersail é uma mulher de honra, fez parte dos Queimadores de Pontes e tem toda a confiança de Whiskeyjack. Uma pessoa centrada e que sabe usar seus poderes com o cuidado e a atenção necessária. Só que temos Nightchill no bolo e toda a situação que levou à morte de seu marido Bellurdan a fez perder o rumo completamente. Sem falar que ela já era uma feiticeira volátil, que emprega poderes das trevas com uma força vista apenas em poucos indivíduos. Para manter Tattersail como a dominante, Whiskeyjack acaba usando o relacionamento dela com Paran para mantê-la emersa. Só que isso é mais fácil falar do que fazer já que o relacionamento dos dois está balançado por essa nova encarnação de Tattersail. O rei Kallor, um ser condenado à imortalidade por seres ancestrais (está lá na introdução), percebe o perigo de Silverfox e sabe muito bem quem se esconde em seu interior. Kallor deseja matar a criança a qualquer custo e quando o Grande Rei coloca algo em sua cabeça, ele vai fazer o impossível para que isso aconteça.


Só que existe um outro detalhe na existência de Silverfox. A primeira Reunião, o evento que fez da raça ancestral T'lan em T'lan Imass, aconteceu há milhares de anos atrás. Desde então os Imass são temidos como uma força imbatível de combate devido à sua imortalidade e aos seus poderes místicos saídos do Labirinto Telann. Foram usados até mesmo pelo rei de Malaz como uma força militar que o ajudou a conquistar as Sete Cidades. Só que Laseen não aprendeu como lidar com os Imass e estes se tornaram meio que livres. Os Imass se tornaram imortais para destruírem todos os Jaghuts existentes na face do mundo. Raest era o último Jaghut e foi eliminado na defesa de Darujhistan. Sem a existência da motivação que os faz serem imortais, o que resta aos Imass? Onos T'oolan, um Imass que teve contato com Toc o Jovem durante a defesa da cidade daru, revela essa tristeza em seu coração. Suas órbitas vazias e sua ausência de sentimentos ilustram o quanto essa antiga e poderosa raça perdeu, deixou para trás em troca de uma vingança. É aí que Silverfox consegue comunicar a todos os Imass restantes no mundo que é chegada a hora da Segunda Reunião. Todos os Imass se dirigem a um mesmo local, quando a guerra contra o Pannion Domin vai justamente ser iniciada. Essa é a dúvida de Kallor: a quem Silverfox está servindo? Trazendo uma força imortal para junto dela, ela é uma aliada ou uma inimiga? Sempre lembrando que no interior de Silverfox, duas forças antagônicas lutam pelo controle do corpo. Tattersail é uma aliada, mas Nightchill é uma incógnita.


No pano de fundo disso tudo, temos as manipulações de um ser ancestral conhecido apenas como o Deus Aleijado que está buscando retornar ao panteão dos deuses. Ele é meio que responsável pelos acontecimentos em Darujhistan terem saído do prumo, pela morte de Oponn, os deuses gêmeos da sorte e do azar e pelo que aconteceu na travessia do deserto. Suas sutis manipulações levaram à revelação de que antigos heróis hoje são os detentores do Domínio das Sombras. Agora ele começa a mover suas peças para colocá-lo de volta no Baralho dos Dragões onde seu Labirinto, ou melhor sua Prisão, vai ganhar poderes imensuráveis. Ele só não contou que Ganoes Paran se tornaria o novo controlador do Baralho. Um indivíduo ainda não alinhado, capaz de se mover pelos Labirintos com facilidade. A própria existência de Paran e o feito de ter escapado de Dragnipur, a lendária espada de Anomander Rake é uma segunda incógnita. Não se sabe ao certo qual a extensão das habilidades de Paran; nem ele mesmo entende. Isso é o prelúdio de um conflito maior que envolve deuses e poderes acima da compreensão de meros humanos. Mas, por incrível que pareça, o conflito contra o Pannion Domin parece ter os dedos gordurosos do Deus Aleijado. É claro que ele não vai dizer que é o culpado, mas um sorriso de canto é tudo o que precisamos saber.


E por falar na guerra que se aproxima, imaginem uma aliança entre Dujek Umbraço e Caladan Brood? Um homem que comanda exércitos poderosos e outro que detém um martelo capaz de fazer toda a terra tremer. Parece impossível? Joga no caldeirão Anomander Rake, que há pouco tempo atrás era um adversário dos Queimadores de Pontes. Pois é, inimigos poderosos pedem alianças improváveis. Só que dois fatores complicam as coisas. Primeiro que estamos falando de seres poderosos próximos uns dos outros. Eles conseguirão manter uma cabeça equilibrada? Qualquer problema pode desencadear situações incontroláveis como é toda a questão entre Silverfox e Kallor, que é aliado de Caladan Brood. Anomander Rake tem sua própria visão de mundo, sendo um imortal Tiste Andii e detentor de poderes comparáveis aos de um deus. Dujek e Whiskeyjack precisarão de toda a sua capacidade de diplomacia para manter estes egos juntos. De outro lado temos o Pannion Domin dos quais se sabe pouco. O Sábio Pannion era um homem velho e seu reino era encarado como uma relíquia de tempos ancestrais. De repente eles começam uma campanha de conquista usando um terrível exército chamado de Tenescowri. Quando chegam às cidades, estabelecem um domínio estrito sobre a vida e o cotidiano das pessoas onde a crueldade antropófaga dos Tenescowri é permitida. Una-se ao Pannion Domin ou seja devorado... literalmente.


Posso falar ainda de Toc o Jovem que foi salvo por Kruppe do Domínio das Sombras e enviado para um lugar estranho em Genebackis onde conheceu o Imass Onos T'oolan, agora se chamando de Tool. Tentando descobrir onde se encontravam, Toc e Tool acabam adentrando nos domínios da Senhora Inveja, uma das mulheres que viajaram ao lado de Anomander Rake. Toc descobre que o local onde se encontram é uma torre Jaghut destruída e a Senhora Inveja vive junto de três aliados poderosos, os guerreiros Segulan conhecidos como Thurule, Senu e Mok. Três espadachins mortais e que fazem todas as suas vontades. A Senhora Inveja acaba tendo um estranho interesse pela dupla Toc e Tool e decide segui-los em direção a Capustan. Seus interesses são meio distorcidos e Toc apenas a vê como uma estranha ameaça ao mesmo tempo em que é uma mulher sedutora. Durante o caminho, Toc descobre agora possuir a habilidade de enxergar através dos olhos de certos indivíduos. Isso dá a ela algum nível de precognição. Aonde essa jornada irá levá-lo?


Paran foi destacado por Whiskeyjack para se tornar o novo líder dos Queimadores de Pontes. E o nobre cavaleiro vai descobrir rapidamente o quanto o fardo de um capitão pode ser pesado. Precisando lidar com situações extremas, fazer escolhas que nem sempre são consideradas virtuosas. Para Paran ele não se considera um líder adequado para os remanescentes do desastre em Pale. Só que para indivíduos como Picker, Violinista, Mallet e outros, Paran pode ser a escolha perfeita. No cerco a Capustan que se aproxima, os valores de Paran serão testados e sua conexão com Silverfox pode ser uma vantagem ou a sua própria ruína. Afinal, Silverfox é um emaranhado de almas combinadas e nem todas elas tem os melhores objetivos em mente. Whiskeyjack é um homem muito pragmático, mas ele enxerga em Paran alguém capaz de fazer a diferença. Para ele, pessoas honradas como Paran e Tattersail são elementos valiosos.


A guerra em Capustan não será para os fracos. Aqueles que foram embarcar na aventura de Memories of Ice, se preparem para imagens fortes. Erikson não alivia a mão nem um pouco. Já falei dos Tenescowri, uma tropa de Pannions formada por pessoas que passaram a fazer parte do exército obrigatoriamente. Elas são colocadas em uma situação onde a comida lhes é negada e eles são incentivados a devorar os seus inimigos. É uma infantaria alucinada que enxerga morte e violência por toda a parte cujo objetivo principal é se alimentar a todo custo. Temos também as Mulheres da Semente Morta, que na doutrina posta pelo Sábio Pannion, fazem sexo com cadáveres recém-mortos para conseguirem dar a sorte de obterem uma semente que as faça dar a luz aos Filhos da Semente Morta, postos como capitães dos Tenescowri. Isso porque não vou nem mencionar outras bizarrices que eles fazem no campo de batalha que envolvem escalpelamentos, violências sexuais (tratadas de uma maneira muito sutil e respeitosa pelo autor) entre outros.


Daria para discutir horas e mais horas sobre os temas postos nesse terceiro volume que envolvem, por exemplo, a reclamação dos Barghast a terras de seus ancestrais (qualquer semelhança com indígenas brasileiros ou americanos não é mera coincidência), fanatismo religioso, fé religiosa, deuses caídos, relacionamentos entre mães e filhas. Nossa... esse livro é um poço sem fim de possibilidades em quase mil páginas de pura fantasia. Se eu pudesse colocava 6 estrelas para esse livro. E ele nem é dos melhores da série de dez volumes. Se você tem a possibilidade de ler em inglês, vá atrás dos volumes desta série. As edições econômicas são baratinhas, o inglês não é muito rebuscado e a edição dá para o gasto e você consegue levar para todos os lugares. O autor é um monstro e eu lamento que a editora que o publicou não soube dar o tratamento correto a ele. Da minha parte, agora pretendo seguir em frente e ler os próximos volumes o quanto antes.











Ficha Técnica:


Nome: Memories of Ice

Autor: Steven Erikson

Série: O Livro Malazano dos Caídos vol. 3

Editora: Forge

Número de Páginas: 925

Ano de Publicação: 2006


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