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A busca pelas Joias do Infinito está de volta. Mas, dessa vez o que está em jogo é diferente. Com várias facções lutando, entre os Chitauri, os Rapinantes, o Titã Louco entre outros, salvar o Universo parece que será mais difícil do que parece.


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Sinopse:


As joias do infinito. Individualmente, elas oferecem ao seu usuário um poder imenso. Reunidas, podem garantir o poder de um deus. Anteriormente destruídas, as joias do infinito se reconstituíram e se encontram espalhadas pelo universo. à medida que sua localização é descoberta, diferentes forças convergem para uma batalha que conduzirá o cosmo numa direção sombria o fim. a corrida derradeira pelo poder começa com alguns dos maiores heróis e vilões da existência competindo para possuir a gigantesca joia do poder. os chitauris se lançaram à busca, assim como a fraternidade dos rapinantes, os novas e os guardiões da galáxia. mas com quem estão as outras joias? e quando adam warlock, o antigo proprietário da joia da alma, entra em cena, o palco para as guerras infinitas está montado.






A Marvel já usou amplamente esse enredo da busca pelas Joias do Infinito. Jim Starlin é o criador desse conceito e já esgotou várias vezes as possibilidades do que fazer com esses artefatos. O desafio proposto ao grupo de roteiristas que toca essa maxissérie é: como apresentar algo novo? A resposta não é dada neste volume inicial que nada mais é do que um preâmbulo para o que virá a seguir, mas fornece algumas pistas. E elas não são lá muito animadoras. Como uma primeira edição muito do que vamos comentar nesta resenha são introduções e apresentações. Os personagens nesse tabuleiro galáctico são apresentados ao leitor e onde eles se encontram no início da jornada. Os roteiristas também nos apresentam algumas de suas ideias e o que pode ser diferente do que já foi feito antes. São basicamente quatro histórias distintas, sendo uma focada no Adam Warlock, a segunda nos Guardiões da Galáxia e a terceira no Falcão de Aço, que parecem ser aqueles personagens que receberão mais destaque. Vamos comentar uma por uma até porque não há uma homogeneidade nas coisas.


Só um detalhe básico nesta edição que vale mencionar e deve ser a tônica das próximas edições. Isso aqui é quase um mix mensal de histórias. A história principal mais um monte de coisas aleatórias para encher encadernado e que tem algum tipo de conexão mínima com o evento. Não esperem notas boas nas resenhas desse evento por causa dessa confusão de coisas. Outro ponto que me incomodou é que parece que as histórias sequer tem um título. Não indicam quem foi que fez o roteiro, ou a arte ou as cores. Precisei caçar no Guia dos Quadrinhos (um ótimo site de pesquisa) quem fez o quê. Entendo que a edição original não deve ter tido isso, mas a edição brasileira poderia ter tido esse cuidado. Já seria um diferencial interessante e destacaria em relação à edição americana. É importante sim saber quem se envolveu no que, por mais que a edição seja uma mistura de várias coisas.


A primeira história (sem título) envolve o Adam Warlock. Não vou comentar o recordatório que vem antes porque... é um recordatório. Ali é mais para situar o leitor. De certa forma essa primeira história também é isso. Warlock é convocado para um lugar estranho no qual se depara com Kang, o Conquistador. Apesar da hostilidade inicial, Warlock se coloca para escutar o velho inimigo que o coloca a par de uma possível nova ameaça. Daí ele mostra ao personagem como, mesmo com seus poderes temporais, ele não consegue impedir uma tragédia de acontecer e envia Warlock a uma pessoa capaz de ajudá-lo. O roteiro de Gerry Duggan é bem simples. Serve para apresentar quem é Adam Warlock e o que ele já viveu no universo Marvel. A história é melhor do que meros recordatórios e Duggan parece conhecer bem a mitologia do personagem. Muitos pontos do diálogo são apenas info dumping para o leitor e no final algumas pistas do que pode estar vindo a seguir para ele. Nesse ponto aqui, não vi nada muito novo ou que me despertasse o interesse. O que gostei foi mais o fato de que o roteirista parece entender o Warlock, diferentemente do que vi nos últimos anos sendo feito com ele.


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A arte dessa primeira história pertence ao casal Allred, com Michael Allred na arte e Laura nas cores. Foi a minha primeira vez pegando algum material com a arte deles e achei que talvez isso pudesse me incomodar pela arte ser bem diferente daquele padrão mainstream. E... não... curti bastante. Os designs e conceitos tem muita personalidade e as cores saltam das páginas. Michael insere vários detalhes na fortaleza de Kang, mostrando o quanto ele é um conquistador e gosta de exibir troféus de suas vitórias. Duggan oferece a Michael Allred a possibilidade de reimaginar vários momentos icônicos do personagem como o flerte com a lady Sif e o combate com o Thor, a captura pelo Alto Evolucionário, a jornada pela Contraterra com o eventual confronto com Magus e as intensas lutas contra Thanos. São momentos em que o artista conseguiu emular a arte dos grandes artistas que já passaram pelo personagem como Ron Lim entre tantos outros. Michael Allred apresenta quadros que remetem a uma arte mais scifi e não se preocupa em deixar cenas de cabeça para baixo. Gosto da quadrinização mais assimétrica que ele propõe (até contraste com a arte mais vetorizada do Deodato na história seguinte) e é o puro suco da space opera. As cores da Laura ajudam a dar aquela explosão necessária para que a arte prenda a atenção do leitor. As cores são mais puxadas para o brilhoso do que o fosco com uma prevalência do azul e do roxo. Gostei e isso me fez pensar em dar uma chance para o Surfista Prateado que foi desenhado pela dupla.


A segunda história faz parte da Contagem Regressiva propriamente dita e se foca nos Guardiões da Galáxia e um pouco no Logan, que é uma espécie de coringa nessa série. O final da série dos Guardiões nos entrega um grupo que não está em sintonia. Parte da alma da Gamora está presa na joia da alma e ela está obcecada em recuperá-la. Temos uma personagem fria e que não se importa muito com seus companheiros. É uma boa representação de uma pessoa que tem uma parte de si faltando e precisa recuperá-la a todo custo. Groot foi infectado pelo Jardineiro e existe cópias malignas dele espalhadas pelo universo. Seu amigo Rocket Raccoon está disposto a fazer o que for necessário para encontrar uma cura. Porém, o próprio Rocket tem alguns segredos da equipe que podem estourar a qualquer momento. Drax deixa a equipe depois de uma situação terrível vivida na última aventura e o Destruidor se torna um pacifista. Parte dos Guardiões encontram a joia do poder, agora uma imensa rocha montanhosa e deixam Drax junto com alguns membros da Tropa Nova tomando conta. Quem consegue manter a equipe mais ou menos unida é Peter Quill, mas os desafios para fazer com que todos estejam alinhados em um objetivo comum tem sido cada vez mais complexos.


Duggan vai explorar bem essa falta de afinidade entre os membros da equipe e os problemas acontecem mais por causa dos objetivos distintos de todos. Nesse momento aqui a história permanece no planeta controlado pelo Jardineiro e o confronto com as cópias de Groot serve para Duggan construir essa constante problemática entre os membros. Não há coesão. A própria ação é confusa e reflete o quanto a equipe precisa conversar, o que eles não fazem. É um roteiro prático e direto também, sem grandes firulas narrativas. Ajuda que a arte do Deodato está muito boa aqui e ele emprega os seus grids para construir sequências dinâmicas de ação. Confesso que passei a acompanhar o Deodato com mais frequência na fase dos Vingadores Sombrios capitaneados pelo Norman Osborn. Me chama a atenção o quanto a arte dele pega pelas sombras, pela melancolia, mas também com grandes tomadas de ação. É um estilo cinemático onde parece que escutamos explosões o tempo inteiro. Mesmo nos momentos mais calmos é como se as coisas pudessem explodir a qualquer momento. Há sempre uma tensão palpável nos rostos dos personagens envolvidos. Gosto mais da arte do Deodato pés no chão, com personagens urbanos ou coisas acontecendo na Terra. Mas, essa mudança na forma do Deodato me deixou curioso. Gostei mais da arte dele nas duas edições que ele cuida nesse encadernado do que imaginava.


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A presença do Wolverine nessa saga me soa mais fora de compasso do que interessante. Colocar o cara com uma joia do infinito só me fez torcer a cara. E por mais que o Duggan coloque algumas cenas divertida com o personagem como ele enfiando as garras na cara do Loki ou usando frases de efeito malucas, só me parece fora de lugar. Ainda quero entender aonde o Duggan quer chegar com isso. Okay, vamos ver. Ele ainda me inclui outro personagem completamente improvável dos Vingadores nessa saga galáctica. Está certo que Jim Starlin gostava de acrescentar heróis meio esquisitos no meio como o Homem-Aranha enfrentando o Thanos pelo cubo cósmico, mas... o Wolverine?


A terceira história também faz parte da Contagem Regressiva e nos coloca no planeta Xitaung onde se encontra Drax e a Tropa Nova. Essa história nos coloca frente a frente com a Fraternidade dos Rapinantes, outra facção que está atrás das joias para fortalecer seus números. Ainda não estão claros os seus reais objetivos e nem na história do Falcão de Aço sabemos tanto assim. Duggan só os coloca em tela e mostra como eles podem ser perigosos, mas não tão perigosos assim. Me parece que o roteiro quis colocar a Tropa Nova e os Rapinantes como lados opostos de uma mesma moeda. Eles desejam a manutenção da ordem no Universo, mas partindo de pontos de vista diferentes. Drax é apresentado como um guardião da "pedra" do infinito e, para alguém que se tornou pacifista, ele ainda é bem violento. Não sei se isso é proposital, mostrando um cara que resolvia as coisas no soco tendo dificuldades para se conter, ou se é só inconsistência narrativa mesmo. Não vou dizer que é o roteiro mais fraco do encadernado (porque tem a próxima história), mas não me ajudou a ficar animado com a perspectiva desse núcleo de personagens. Não tem nada de muito diferente acontecendo e o cerco ao planeta nem é tão tenso assim.


A arte dessa história não ajuda muito também. Deodato faz as primeiras páginas (e que páginas, meus caros) e depois deixa nas mãos do Frazer Irving que faz uma arte meio qualquer coisa. É uma arte mais comics, mainstream, e até apresenta alguns bons momentos, mas fica só nisso mesmo. Colocar a arte do Irving junto com o Deodato é covardia. É como um farol mostrando duas coisas completamente diferente. Primeiro a gente oferece o prato principal, bonito, bem feito, de chef internacional; depois você dá o biscoitinho e a salada. A quadrinização dele até é boa e ele consegue entregar bons momentos na história como o ataque dos Chitauri lá pelo final ou até os momentos de combate do Drax contra o Rapinante que são criativos. Irving tem uma boa noção de cenas de ação, mas algumas delas me soam estranhas como o combate dos Nova lá pela metade da história. Estava com dificuldades para entender a sequência das cenas. A palheta de cores para mim me soou estranha porque os coloristas mudam o estilo o tempo todo. A gente tem dois: Frank Martin Jr e Jordie Bellaire e não podia ter dois estilos mais diferentes do que esses dois. Um opta por uma colorização mais escura e carregada nas sombras e outro por cores mais brilhantes. Chega a incomodar às vezes como as cenas mudam de uma hora para outra.


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A última história é a do Falcão de Aço e serve para reapresentar o personagem para os leitores. Chris Powell nunca foi um daqueles heróis que a gente acompanhava, sempre dependendo de qual roteirista o pegava. Lembro de algumas boas fases dele como quando ele era parceiro do Homem-Aranha, teve uma fase curta junto com os Novos Guerreiros, mas acho que o grande momento dele esteve com o Dan Abnett que introduziu vários novos elementos à mitologia do amuleto. Chris Simms e Chad Bowers nos mostram como o personagem adquiriu seus poderes e sua relação com seu pai, um policial que era seu ídolo até que o jovem garoto descobre que ele era corrupto. Powell é um guarda hoje e abandonou os poderes do Falcão até que se vê envolvido novamente com os Rapinantes quando dois deles tentam roubar o seu amuleto. Sinceramente é uma história bem genérica com acontecimentos muito convenientes se sucedendo. Ele calha de estar no mesmo lugar onde encontrou o amuleto pela primeira vez, tem dois Rapinantes estúpidos atrás dele que um deles é um Shi'ar que é justamente a raça que serve para reativar o amuleto. Alguém como o Talonar, um lorde guerreiro que é o líder de uma Fraternidade não iria permitir que tantas conveniências tolas despertassem um artefato poderoso que poderia ser usado contra ele. Parece coisa de vilão de terceira. O roteiro é mediano, mas apenas me diz que o Chris é um herói mediano. Não me deixa com vontade de acompanhá-lo.


A arte do Kevin Walker não ajuda, definitivamente. Primeiro que o roteiro é muito eloquente e ocupa vários quadros à exaustão. Não dá para a arte respirar. Não que a arte seja maravilhosa, mas ter vários balões e recordatórios e caixas de pensamento definitivamente não contribuem. A ação é um pouco confusa no momento climático da história. Quando era o momento para o artista brilhar, os personagens envolvidos na cena parecem meio fora de sincronia, as cores estão muito saturadas e isso acaba tirando a atenção do leitor para a cena. A quadrinização é razoável, apesar de que em algumas páginas, Walker faz uns experimentos meio malucos como a página do Chris conversando com os policiais corruptos e o artista estiliza os quadros da página para se parecerem com o visor do Falcão de Aço. A ideia foi boa, mas a execução me pareceu tão estranha. A escolha de uma palheta de cores mais escura combina com o estilo do Falcão de Aço, só que as cenas entregues pelo roteiro transformam o uso de cores tão escuras em momentos que mais prejudicam do que ajudam.


Enfim, esta é uma primeira edição, de fato. Não gostei dela porque não acho ser tarefa de uma primeira edição de uma maxissérie ficar apresentando trocentos personagens diferentes. Uma série precisa já te deixar no clima para momentos incríveis e explosivos. E não é isso o que temos aqui. A tarefa introdutória tem que estar em edições anteriores a ela. Uma história introdutória com recordatórios ou apresentando conceitos, tudo bem. Mas, todo um encadernado voltado só para isso é um desperdício de tempo. As histórias são bem divididas entre o bom e o ruim. Nada se destaca muito e me falta aquela tensão de esperar algo realmente diferente acontecendo. Meu destaque vai para a arte do grande Mike Deodato que está preciso como um bisturi no que ele entrega. Só me faz gostar mais do que ele faz. Contudo, tem um saco de outras coisas no meio que acabam por me tirar a atenção. Mas, vamos acompanhar a coisa até o final.


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Ficha Técnica:


Nome: Guerras Infinitas vol. 1

Autores: Gerry Duggan, Brian Michael Bendis, Chris Simms e Chad Bowens

Artistas: Michael Allred, Mike Deodato, Kevin Walker, Frazer Irving

Coloristas: Laura Allred, Frank Martin Jr, Jordie Bellaire e Java Tartaglia

Editora: Panini Comics

Tradutor: Rodrigo Barros

Número de Páginas: 128

Ano de Publicação: 2019


Link de compra:










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Um mês repleto de histórias de terror. Clássicos como o de Clark Ashton Smith ou Eles Vivem, que representa aquele horror cósmico que ficou famoso com John Carpenter. E temos a gigante do Catarse, a Wish, com sua coletânea de contos de fadas eslavos.


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"Quando a escuridão nos ama" de Elizabeth Engstrom


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Ficha Técnica:


Nome: Quando a escuridão nos ama

Autora: Elizabeth Engstrom

Editora: Tai Editora

Gênero: Terror

Tradutora: Verena Cavalcante e Jana Bianchi

Número de Páginas: 250

Prazo da campanha: 17/10

Data de entrega: dezembro de 2024



Sinopse: Quando a Escuridão nos Ama não é apenas um livro – é um convite para se perder em dois mundos de terror tão distintos quanto devastadores. A primeira novela, que dá nome ao livro, nos apresenta Sally Ann, uma jovem que vive um pesadelo tão cruel quanto a própria realidade. Após se perder em um sistema de cavernas, grávida e isolada, Sally descobre que o verdadeiro horror não está em criaturas bestiais, mas no que a escuridão esconde dentro de nós. O que acontece com a mente e o corpo quando não há mais saída? Quando a única companhia são seus próprios pensamentos, distorcidos e ampliados pelo silêncio?


Já em A Beleza é..., Engstrom nos arrasta para uma tragédia psicológica ainda mais perturbadora. Martha, uma mulher nascida sem nariz e com deficiência intelectual, vive à margem de uma sociedade que a considera um monstro. Mas, à medida que sua história se desenrola, a pergunta que surge é: quem, de fato, é o verdadeiro monstro? O que nos separa do grotesco? Essa novela toca no horror do abandono, da rejeição e da incapacidade de amar e ser amado. Não espere respostas fáceis – este é o tipo de história que vai te fazer questionar sua própria humanidade.


Recompensas:

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Principais Formas de Apoio:


1 - Livro + Marcador + Cupom: R$42,00


  • livro impresso

  • marcador de páginas

  • cupom de 25% para compras na loja da Tai

  • frete calculado ao final da compra


2 - Coleção Inferno: R$89,00


  • livro Quando a escuridão nos ama impresso

  • livro O Ninho do Terror impresso

  • marcador de páginas

  • cupom de 25% para compras na loja da Tai

  • frete calculado ao final da compra


3 - Ecobag + livro + marcador + postal + cupom: R$80,00


  • livro impresso

  • marcador de páginas

  • cartão postal

  • ecobag

  • cupom de 25% para compras na loja da Tai

  • frete calculado ao final da compra


4 - Livro + camiseta + cupom: R$97,00


  • livro impresso

  • marcador de páginas

  • camiseta horror

  • cupom de 25% para compras na loja da Tai

  • frete calculado ao final da compra


5 - Livro + ecobag + camiseta + postal + cupom: R$130,00


  • livro impresso

  • marcador de páginas

  • camiseta horror

  • cartão postal

  • ecobag

  • cupom de 25% para compras na loja da Tai

  • frete calculado ao final da compra


"Os Melhores Contos de Fadas Eslavos" por Editora Wish


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Ficha Técnica:


Nome: Os Melhores Contos de Fadas Eslavos

Organizado pela Editora Wish

Editora: Wish

Gênero: Contos de Fadas

Tradutores: Paulo Noriega e Luiz Henrique Batista

Número de Páginas: aproximadamente 340 (pode aumentar com as metas estendidas)

Prazo da campanha: 07/10

Data de entrega: dezembro de 2024



Sinopse: Em reinos onde a neve dança ao vento, deuses e criaturas inusitadas se alimentam da fé dos humanos e as florestas sussurram segredos antigos, encontram-se histórias encantadas com a magia do leste europeu.


Em Os Melhores Contos de Fadas Eslavos, você vai conhecer narrativas ricas em simbolismo e tradição oral, parte essencial do patrimônio cultural da Europa Oriental. Originários de países como Rússia, Ucrânia e Polônia, convidamos os leitores a conhecer o legado do leste europeu em mais de 20 contos selecionados. São histórias que ecoam os ritmos da vida rural, as estações do ano, e as lutas e esperanças das pessoas comuns. Imersos em mitos obscuros e lendas selvagens, os contos populares eslavos desenham um universo de bruxaria e feitiçaria, uma terra repleta de superstições.


Descubra a história da valente Vasilissa em seu encontro com a bruxa Baba Yaga, o Pássaro de Fogo, Marya Morevna, Koschei, o Imortal, a Norka e outros personagens do folclore.


Principais Formas de Apoio:


1 - Kit promocional da campanha: R$82,00


  • livro impresso Os Melhores Contos de Fadas Eslavos

  • Marcador de Páginas "Marya Morevna" ilustrado por Mari Morgan

  • Postal "Vasilissa" ilustrado por Janaina Medeiros

  • Íma "Catedral de São Basílio" ilustrado por Débora Mini

  • Nome nos agradecimentos

  • Frete calculado ao final da compra


2 - Contos de Fadas Eslavos + Ecobag + Cartela: R$118,00


  • livro impresso Os Melhores Contos de Fadas Eslavos

  • Marcador de Páginas "Marya Morevna" ilustrado por Mari Morgan

  • Ecobag "Aprendiz de Baba Yaga" em algodão reciclado

  • Postal "Vasilissa" ilustrado por Janaina Medeiros

  • Íma "Catedral de São Basílio" ilustrado por Débora Mini

  • Nome nos agradecimentos

  • Frete calculado ao final da compra


"Eles Vivem" de Ray Nelson


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Ficha Técnica:


Nome: Eles Vivem

Autor: Ray Nelson

Editora: Diário Macabro

Gênero: Ficção Científica

Número de Páginas: 200

Prazo da campanha: 01/10

Data de entrega: dezembro de 2024










Sinopse: Eles vivem: contos de ficção científica reúne cinco histórias do autor cujos temas variam entre a invasão alienígena, o desbravamento de outros planetas e até mesmo questionamentos políticos em uma distopia que foi indicada ao Prêmio Hugo de fantasia e ficção científica.


Principais Formas de Apoio:


1 - Apoie: R$82,00


  • livro impresso

  • marcador de páginas metalizado

  • frete grátis


2 - Obedeça: R$92,00


  • livro impresso

  • poster tamanho A3

  • marcador de páginas metalizado

  • frete grátis


3 - Compre: R$152,00


  • livro impresso

  • poster tamanho A3

  • ecobag em acabamento premium com ziper e impressão em duas cores

  • marcador de páginas metalizado

  • frete grátis


"Os Habitantes do Abismo" de Clark Ashton Smith


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Ficha Técnica:


Nome: Os Habitantes do Abismo

Autor: Clark Ashton Smith

Editora: Clock Tower

Gênero: Terror

Tradutor: José Geraldo Gouveia

Número de Páginas: 200

Prazo da campanha: 04/10

Data de entrega: janeiro de 2025



Sinopse: Desde os anos 1800, acreditava-se que Marte possuía uma série de canais artificiais que potencialmente abrigavam vida.


Baseado nessa percepção, foram escritos os livros “Uma Princesa de Marte” de Edgar Rice Burroughs e “A Guerra dos Mundos” de H.G. Wells, onde temos uma ideia firme do que os astrônomos imaginavam sobre Marte ser habitada ou pudesse ter tido vida por lá.


Um planeta que estava aos poucos morrendo, e é nesse cenário que ocorrem esses romances e é o contexto onde estão os contos de horror cósmico de Ashton-Smith, onde ele nos apresenta um planeta decadente habitados pelos marcianos (Aihai), uma subespécie dos antigos Yohris, que por sua vez descendiam de uma civilização que não restou vestígio algum. Sua interação com os terráqueos e os enigmas em seus subterrâneos fazem parte da trama.


Se houve ou ainda alguma forma de vida no enigmático planeta vermelho, são mistérios que ainda a ciência não tem resposta.


Talvez os Aihai não existam mais, porém é possível que as sombras de Yoh-Vombis ainda nos esperem, talvez o oceano do abismo ainda abrigue seu habitante horrível, talvez Vulthoom ainda esteja à espera para migrar até o planeta Terra.


Principais Formas de Apoio:


Básica: R$69,00


  • livro impresso

  • marcador de páginas

  • nome nos agradecimentos

  • todas as metas estendidas

  • frete calculado ao final da compra





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A nave Gilgamesh está levando alguns dos últimos sobreviventes de um planeta Terra deixado em ruínas por uma humanidade que destruiu o planeta. Eles estão seguindo para um planeta em uma galáxia distante, mas parece que o planeta para onde eles desejam ir não é tão desabitado assim.


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Sinopse:


Quem herdará esta nova Terra? Os últimos sobreviventes da raça humana abandonaram uma Terra em ruínas, desesperados para encontrar um novo lar entre as estrelas. Seguindo os passos de seus antepassados, eles descobrem o maior tesouro da era passada: um planeta terraformado e preparado para a vida humana. Entretanto, nem tudo é perfeito no novo Éden. Há muito tempo inexplorado, o planeta seguiu um curso inesperado e não mais aguarda pelos humanos em paz silenciosa. Novos habitantes o dominaram, estruturando uma nova sociedade e transformando o último refúgio da humanidade em seu próprio lar. Agora, duas civilizações estão em rota de colisão, ambas testando os limites do que farão para sobreviver, e um conflito parece iminente e inevitável. Com os seus destinos interligados pendendo por um fio, resta a derradeira pergunta: Quem são os reais herdeiros dessa nova Terra?






A Morro Branco traz para o público brasileiro pela primeira vez um dos grandes nomes na atualidade da literatura de ficção científica. Adrian Tchaikovsky vem demonstrado ao longo dos últimos tempos o quanto pode ser prolífico e versátil. Para aqueles que adoram Brandon Sanderson, Tchaikovsky representa o mesmo para a ficção científica. Com uma escrita simples que pode ir de uma simples narrativa de fantasia (e ele tem algumas bem interessantes) até a ficção científica mais pesada, o autor chega com um de seus trabalhos mais conhecidos e que lhe rendeu vários prêmios. Herdeiros do Tempo vem para nos mostrar o quanto somos pequenos no universo e o quanto outras espécies poderiam ter alcançado evoluções muito diferentes da nossa, sendo tão ou mais eficientes que nós.


A humanidade singrou as estrelas e sua alta tecnologia agora busca outros planetas no cosmos. O Império tentou terraformar planetas até agora sem o sucesso desejado. Mas, a dra. Kern parece ter logrado mais êxito. Com um intelecto fora do normal e tecnologia que ultrapassa o senso comum, ela chega a um planeta em outra galáxia e inicia seu experimento primeiro com seus macacos de pesquisa. Ela pretende enviá-los para a superfície do planeta junto com nanomáquinas que irão forçar os processos evolutivos necessários para que eles possam atender às necessidades da humanidade. Só que uma facção extremista ataca a espação espacial em que Kern ocupa, alegando que a Terra foi tomada por eles que desejam o fim dessas explorações espaciais que vão contra os ditames religiosos. O resultado é trágico e os macacos nunca chegam ao planeta... outras espécies de animais é que chegam. As aranhas. Muitas gerações se passam e uma nave-arca chamada Gilgamesh se aproxima da estação espacial da dra. Kern. Dentro da nave estão os últimos remanescentes da humanidade, que deixam para trás uma Terra destruída após anos de uma civilização que regrediu e vive de aproveitar os resquícios deixados por seus antepassados. Ao chegarem na galáxia são recebidos por uma IA que emula a personalidade da dra. Kern. E ela não deseja que seu experimento seja interrompido. Para todos os efeitos ela acredita obsessivamente que seus macacos continuam no planeta. O planeta de Kern é a última esperança para essa humanidade deteriorada que está em uma nave em pedaços. O conflito é certo e o planeta parece não estar mais tão desabitado assim. Só não por macacos, mas por outras criaturas menores e tão perigosas quanto.


Se posso dizer sobre alguma literatura de ficção científica pura que li esse ano, esta é ela. Herdeiros do Tempo é tudo o que os fãs pedem e mais ainda. Tchaikovsky vai abordar evolução, imortalidade, religião, tecnologia. O livro parece muito maior do que ele é de verdade e ao final, vamos querer mais. A narrativa é escrita a partir de dois pontos de vista e é em terceira pessoa. Holsten Mason é um historiador que está presente na nave Gilgamesh. Ele representa o núcleo humano e é por ele que veremos como a humanidade tem se segurado para sobreviver à iminente destruição. O outro lado para mim é o mais legal de acompanhar. Somos levados à civilização de aranhas que evoluem a uma velocidade vertiginosa graças às nanomáquinas de Kern que estimulam porções de seu cérebro. Ao longo do livro humanos e aranhas vão ser deixados separados na maior parte do tempo. A ideia era realmente realizar o choque só no final da história. No núcleo das aranhas, acompanhamos como elas vão desenvolvendo conhecimentos e valores e a direção que sua cultura vai levar. É algo bastante alienígena de fato porque seus padrões de análise e de percepção de mundo são muito, mas muito diferentes da humanidade. E o diferente não significa melhor ou pior. Por exemplo, elas não se comunicam de forma verbal, mas através de gestos e dos fios de sua teia. Sua comunicação é perfeita dentro do mundo delas, mas ao nos vermos verbalizar nossa comunicação, elas acham bizarro e pouco eficiente. Já os humanos não conseguem entendê-las com uma comunicação entendida como primitiva. Isso é só um exemplo de o quanto Tchaikosvky pensou no momento em que criou seus indivíduos e sua história.


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Nossa protagonista aranha é uma Portia. Mas, é preciso ter cuidado. O nome Portia é dado a um ser dentro desse coletivo de aranhas. Vamos acompanhar várias Portias ao longo de suas gerações. Ora ela será uma guerreira, ora uma artesã, ora uma sacerdotisa, ora uma mecânica. As funções sociais da Portia vão se alterando de acordo com o contexto daquele capítulo específico. Para que não percamos o fio da meada da personagem, Tchaikovsky fez algo criativo e que serviu como uma boa justificativa para manter a coerência: as aranhas herdam as memórias de suas ancestrais de forma cumulativa. Os conhecimentos não são aprendidos como acontece com os humanos, mas são acessados desde o nascimento. Isso compensa o menor tempo de vida delas, e acelera a evolução. Portia é diferente porque foi a primeira aranha que teve seu organismo acessado pelas nanomáquinas. As demais aranhas especializadas são suas descendentes. Todas as Portias que vieram depois herdaram as lembranças das que já se passaram. Isso fornece uma alternância na protagonista que dá um frescor aos capítulos. Isso porque nem sempre a Portia está na linha de frente. Ou isso ajuda a produzir subtramas bastante interessantes e que não tem necessariamente a ver com a evolução tecnológica do coletivo. Em um momento, Portia é uma sumo sacerdotisa de uma religião que venera Kern (que até então elas não sabiam o nome, apenas entendiam como a Voz). E essa Portia, em específico, vai precisar lutar para acabar com o domínio desse culto sobre as mentes das aranhas que haviam se atrofiado devido a uma resposta sobrenatural a tudo.


Beatriz funciona como a contraparte de Portia na maioria das vezes. Se Portia é uma sumo sacerdotisa, Beatriz é uma intelectual com pensamentos hereges; se Portia é uma guerreira, Beatriz é uma nobre; se Beatriz é uma engenheira, Portia é uma astronauta. Dentro desse mundo efêmero, Tchaikovsky vai criar uma série de situações que vão exigir de Portia alguma mudança que possa levar seus companheiros adiante. Os obstáculos à evolução são vários e cabe à protagonista descobrir uma maneira de sair desse labirinto de possibilidades. Em um dado momento as aranhas estão em guerra contra as formigas. Só que as aranhas estão em um número muito menor que as formigas, que usam táticas devastadoras para destruir seus exércitos. Portia é uma guerreira orgulhosa e Beatriz é uma espécie de bióloga mal vista entre seus pares. Vai estar nos ombros de Beatriz a resposta para a vitória das aranhas que terão no domínio das formigas a próxima etapa de sua evolução (muito em como o homem acabou domando os cavalos como um meio de transporte). Óbvio que vai chegar uma hora em que será preciso aprender a entender como ampliar ou controlar as funções das nanomáquinas. Essa é uma etapa fundamental para as aranhas.


Os capítulos alternam entre aranhas e humanos e aí entrando na seara da humanidade precisamos falar do tempo. Isso porque ele é bastante esticado nesse livro. As coisas acontecem em décadas ou séculos de existências. Os humanos estão fazendo uma viagem intergaláctica com tecnologia reaproveitada de um passado ao qual eles não tem tanto contato. Ou seja, eles conhecem a tecnologia de seus pares, mas não tão bem assim. Isso vai redundar em diversos problemas a eles. Sem contar que as distâncias são muito grandes e a maior parte da tripulação vive em animação suspensa. Apenas uma quantidade pequena de humanos é acordada vez ou outra para cuidar da rota feita pela nave ou ajustar algum problema que surgiu eventualmente. Holsten é uma parte essencial da tripulação e ele acaba acordado por pouco tempo antes de ser colocado novamente em animação suspensa. Isso dá a ele uma longevidade necessária para a Gilgamesh só que tira dele o senso de tempo. Holsten desenvolve uma relação muito próxima com a engenheira Lain, mas ele não consegue aproveitar o tempo com ela. Holsten recebe a alcunha de o humano mais velho de todos os tempos com milênios de idade, mas pouco desse tempo foi vivido de verdade. Percebemos uma sensação de deslocamento temporal que faz do personagem uma pessoa desesperançada com os rumos de sua própria vida. Ele não consegue ver aqueles que desenvolve relações por muito tempo e isso machuca seu coração.


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Quando os humanos encontram Kern, se deparam com alguém descontrolada e instável. Eles sequer sabem se se trata de uma humana ou de uma máquina. Kern parece dividir sua consciência com uma IA (depois eles descobrem a real natureza dessa dualidade) e ela não parece saber o que aconteceu com o seu experimento. Ela apenas mantém um semblante de normalidade diante de uma situação que já ultrapassou os limites de sua compreensão, já que seu verdadeiro corpo também está em animação suspensa. Kern dá um ultimato aos humanos: ou abandonam o seu planeta e seguem para coordenadas de outra galáxia onde podem ser melhor recebidos ou serão destruídos. O poder de Kern acaba afastando os humanos que se veem em uma missão ingrata em outra galáxia com todos os seus suprimentos já quase no final. No meio de toda essa confusão surge o autoritarismo do capitão Guyen que decide tomar as coisas em suas próprias mãos. Holsten passa a se preocupar com o destino da humanidade já que Guyen pode vir a botar tudo a perder em uma vã tentativa de tirar alguém com acesso a uma tecnologia superior demais à sua.


Alguns momentos da história são dramáticos. Tem uma situação onde Tchaikovsky aborda a desigualdade social de uma forma bastante metafórica. Temos a tripulação principal onde cada indivíduo possui uma especialização e outra parte da tripulação que será usada como colonos no novo planeta a ser habitado pelos humanos. Guyen deseja transforma uma lua de gelo próxima ao planeta de Kern para não perder a proximidade com esse planeta que é o mais próximo da Terra em clima e atmosfera. Só que essa lua de gelo é um ambiente terrível que precisa ser habitado dentro de contêineres com pouco espaço útil de habitação. Os colonos são os que são enviados para lá e precisam sobreviver enquanto forem necessários. A tripulação principal entrou em animação suspensa, aguardando para habitar o planeta de Kern. Isso suscita uma revolta civil dentro da nave com os colonos reclamando de serem usados apenas como força de trabalho e sendo obrigados a viverem em um ambiente inóspito onde todas as suas gerações terão que viver ali. Para Guyen, pouco importa o desejo deles. O que importa é derrotar Kern. Para os demais da tripulação principal, eles se encontram em uma situação cômoda onde não terão que arcar com o ônus de uma vida miserável.


Herdeiros do Tempo é um livrasso com um nível de discussões que poderíamos ficar a noite toda conversando. Esses parágrafos que eu trouxe alguns momentos da trama nem podem ser considerados spoilers porque representam apenas uma pequena fração do que o livro traz para o leitor. O detalhe é que, caso o leitor não tenha gostado do cenário, pode ficar só nesse primeiro volume. A história se encerra bem ao final e deixa algumas pontas soltas que serão abordadas nos próximos volumes. Mas, não vão deixar a história incompleta caso a gente não volte mais a esse lugar. É totalmente compreensível porque a obra é multipremiada e fico feliz que tenhamos podido ler uma obra contemporânea como essa. Fica a minha cobrança à editora para terminar de trazer a série para nós e até que possa trazer mais coisas do autor para o Brasil.


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Ficha Técnica:


Nome: Herdeiros do Tempo

Autor: Adrian Tchaikovsky

Série: Herdeiros do Tempo vol. 1

Editora: Morro Branco

Tradutor: Fábio Fernandes

Número de Páginas: 520

Ano de Publicação: 2022


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Conversa aberta. Uma mensagem lida. Pular para o conteúdo Como usar o Gmail com leitores de tela 2 de 18 Fwd: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br Caixa de entrada Ficções Humanas Anexossex., 14 de out. 13:41 (há 5 dias) para mim Traduzir mensagem Desativar para: inglês ---------- Forwarded message --------- De: Pedro Serrão Date: sex, 14 de out de 2022 13:03 Subject: Re: Parceria publicitária no ficcoeshumanas.com.br To: Ficções Humanas Olá Paulo Tudo bem? Segue em anexo o código do anúncio para colocar no portal. API Link para seguir a campanha: https://api.clevernt.com/0113f75c-4bd9-11ed-a592-cabfa2a5a2de/ Para implementar a publicidade basta seguir os seguintes passos: 1. copie o código que envio em anexo 2. edite o seu footer 3. procure por 4. cole o código antes do último no final da sua page source. 4. Guarde e verifique a publicidade a funcionar :) Se o website for feito em wordpress, estas são as etapas alternativas: 1. Open dashboard 2. Appearence 3. Editor 4. Theme Footer (footer.php) 5. Search for 6. Paste code before 7. save Pode-me avisar assim que estiver online para eu ver se funciona correctamente? Obrigado! Pedro Serrão escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:42: Combinado! Forte abraço! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:41: Tranquilo. Fico no aguardo aqui até porque tenho que repassar para a designer do site poder inserir o que você pediu. Mas, a gente bateu ideias aqui e concordamos. Em qui, 13 de out de 2022 13:38, Pedro Serrão escreveu: Tudo bem! Vou agora pedir o código e aprovação nas marcas. Assim que tiver envio para você com os passos a seguir, ok? Obrigado! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:36: Boa tarde, Pedro Vimos os dois modelos que você mandou e o do cubo parece ser bem legal. Não é tão invasivo e chega até a ter um visual bacana. Acho que a gente pode trabalhar com ele. O que você acha? Em qui, 13 de out de 2022 13:18, Pedro Serrão escreveu: Opa Paulo Obrigado pela rápida resposta! Eu tenho um Interstitial que penso que é o que está falando (por favor desligue o adblock para conseguir ver): https://demopublish.com/interstitial/ https://demopublish.com/mobilepreview/m_interstitial.html Também temos outros formatos disponíveis em: https://overads.com/#adformats Com qual dos formatos pensaria ser possível avançar? Posso pagar o mesmo que ofereci anteriormente seja qual for o formato No aguardo, Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 17:15: Boa tarde, Pedro Gostei bastante da proposta e estava consultando a designer do site para ver a viabilidade do anúncio e como ele se encaixa dentro do público alvo. Para não ficar algo estranho dentro do design, o que você acha de o anúncio ser uma janela pop up logo que o visitante abrir o site? O servidor onde o site fica oferece uma espécie de tela de boas vindas. A gente pode testar para ver se fica bom. Atenciosamente Paulo Vinicius Em qui, 13 de out de 2022 12:39, Pedro Serrão escreveu: Olá Paulo Tudo bem? Obrigado pela resposta! O meu nome é Pedro Serrão e trabalho na Overads. Trabalhamos com diversas marcas de apostas desportivas por todo o mundo. Neste momento estamos a anunciar no Brasil a Betano e a bet365. O nosso principal formato aparece sempre no topo da página, mas pode ser fechado de imediato pelo usuário. Este é o formato que pretendo colocar nos seus websites (por favor desligue o adblock para conseguir visualizar o anúncio) : https://demopublish.com/pushdown/ Também pode ver aqui uma campanha de um parceiro meu a decorrer. É o anúncio que aparece no topo (desligue o adblock por favor): https://d.arede.info/ CAP 2/20 - o anúncio só é visível 2 vezes por dia/por IP Nesta campanha de teste posso pagar 130$ USD por 100 000 impressões. 1 impressão = 1 vez que o anúncio é visível ao usuário (no entanto, se o adblock estiver activo o usuário não conseguirá ver o anúncio e nesse caso não conta como impressão) Também terá acesso a uma API link para poder seguir as impressões em tempo real. Tráfego da Facebook APP não incluído. O pagamento é feito antecipadamente. Apenas necessito de ver o anúncio a funcionar para pedir o pagamento ao departamento financeiro. Vamos tentar? Obrigado! Ficções Humanas escreveu no dia quinta, 13/10/2022 à(s) 16:28: Boa tarde Tudo bem. Me envie, por favor, qual seria a sua proposta em relação a condições, como o site poderia te ajudar e quais seriam os valores pagos. Vou conversar com os demais membros do site a respeito e te dou uma resposta com esses detalhes em mãos e conversamos melhor. Atenciosamente Paulo Vinicius (editor do Ficções Humanas) Em qui, 13 de out de 2022 11:50, Pedro Serrão escreveu: Bom dia Tudo bem? O meu nome é Pedro Serrão, trabalho na Overads e estou interessado em anunciar no vosso site. Pago as campanhas em adiantado. Podemos falar um pouco? Aqui ou no zap? 00351 91 684 10 16 Obrigado! -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! OverAds Certification -- Pedro Serrão Media Buyer CLEVER ADVERTISING PARTNER contact +351 916 841 016 Let's talk! 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