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Atualizado: 6 de Mai de 2019

Conheçam Harry Dresden. Ele não é o seu típico detetive particular: ele é um investigador do oculto e se envolve com todo tipo de criaturas. Uma investigação o levará a encarar alguns fantasmas do passado e do presente enquanto lida com forças sobrenaturais.

Sinopse:


Como um mago profissional, Harry Dresden sabe em primeira mão que o mundo cotidiano é realmente cheio de coisas estranhas e mágicas - e muitas delas não gostam muito dos seres humanos. E aquelas que gostam, querem brincar com suas vidas. Ele também sabe que ele é o melhor no que faz. Tecnicamente, ele é o único no que faz. Mas mesmo Harry sendo o único mago na cidade, os negócios - para colocar de forma bem simplória - não são legais.


Então quando o Departamento de Polícia de Chicago o pega como consultor em um duplo homicídio cometido com o auxílio de magia negra, Harry está sentindo o cheiro de dinheiro. Mas onde existe magia negra, existe também um mago das trevas envolvido. E agora este mago sabe quem é Harry...


Já deve ter passado pela sua cabeça alguma vez imaginar Gandalf de O Senhor dos Aneis no presente. Usando seus incríveis poderes para combater as forças do mal, lutando contra feiticeiros das trevas. Esta é a proposta básica por trás da saga Dresden Files. Somos capazes de perceber a inspiração de Jim Butcher nos personagens de O Senhor dos Aneis misturado com o estilo de fantasia de Neil Gaiman. Tem muito também de Sandman nas histórias de Harry Dresden.

A história se passa em uma Chicago atual onde Harry Dresden é uma espécie de detetive do oculto. O que não é possível explicar através dos métodos tradicionais provavelmente vai envolver algum elemento mágico. É aí que entra Harry Dresden. Ele também atua como consultor para o Departamento de Casos Estranhos da polícia de Chicago. Seu contato é a detetive Murphy que, apesar de não acreditar muito em magia, entende a necessidade de ter alguém como Dresden por perto. Mas, a vida de Dresden não é tão simples. Por ter matado outro mago, o Conselho Branco colocou o carcereiro Morgan em seu encalço. Mesmo que a morte do mago tenha sido em legítima defesa.

Storm Front sofre da sina dos primeiros livros de uma série: é apenas uma introdução ao universo proposto pelo autor. É como se Jim Butcher apresentasse ao leitor as regras do jogo. Explica o que pode e o que não pode e apresenta alguns exemplos. Poderia ser um primeiro volume chato se o autor não tivesse uma escrita rápida e fluida. Os capítulos passam com muita rapidez e o leitor quer mais. Seu estilo de escrita é tradicional, ou seja, nada de Pontos de Vista (ou POVs) como no estilo de Crônicas de Gelo e Fogo. A ação é centrada na investigação de Dresden. E a história finaliza neste volume deixando alguns desenvolvimentos na vida do detetive. Ou seja, Storm Front é aquilo que chamamos de stand-alone, uma história que começa e termina no mesmo livro.

A ambientação é muito boa. O leitor se convence de que toda a paranormalidade e a feitiçaria fazem parte integrante do mundo. Eu gosto quando um autor insere o estranhamento e o exótico de uma forma orgânica. Os elementos de fantasia são explicados de uma maneira verossímil. Por exemplo, Dresden não é capaz de usar nenhum equipamento eletrônico por causa de uma aura mágica emitida por Dresden. Nada de computador, televisão, celulares; o carro de Dresden é bem detonado e até o telefone funciona mal. Essa pequena peculiaridade ajuda a fornecer o clima gótico vivido por Dresden. Seu laboratório fica em um porão, seu elevador é um daqueles tipos antigos e que funciona a manivela. Storm Front parece uma trama noir da década de 1950.

Os personagens são bem construídos. Com poucos deles apresentados, o autor foi capaz de dar forma e conteúdo a eles. Os que ganharam mais destaque foram Murphy, Susan e Morgan. Mas, outros também passam pela história: o dono do bar McNally, o fadinha e o parceiro de Murphy. Nenhum deles foi introduzido de maneira forçada. Destaco isto como uma das qualidades de Butcher. Eu demorei a entender quem era o vilão da história, mas em uma história de detetive isto é bom. Significa que o autor conseguiu criar o suspense necessário para manter a identidade do antagonista em segredo.

Dresden Files é uma série longa (são oito livros até o momento, mas acredito que Butcher não vai parar tão cedo), mas me parece que a leitura é rápida e agradável. Os livros não são muito grandes, o que ajuda a não assustar o leitor. Aliado a uma boa escrita funciona como um atrativo. Houve uma tentativa pela BBC de fazer uma série baseada nos livros. Infelizmente os produtores fugiram da proposta de Butcher e os personagens ficaram muito caricatos e estereotipados. A série não passou da primeira temporada e foi alvo de muitas críticas. Mas os livros eu indico muito.



Ficha Técnica:


Nome: Storm Front

Autor: Jim Butcher

Série: The Dresden Files vol. 1

Editora: Roc

Gênero: Fantasia

Número de Páginas: 384

Ano de Publicação: 2000


Outros livros da série:

Full Moon (vol. 2)


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Como qualquer bruxinha em treinamento, Kiki precisa passar um ano no mundos dos homens. Ela se muda para uma cidade e precisa encontrar alguma forma de sobreviver. Apesar de ser muito prestativa, Kiki é atrapalhada. Será que ela vai conseguir se adaptar à vida na cidade?

Sinopse:


Por ordem de sua mãe, Kiki parte para um aprendizado de um ano, acompanhada por seu gato preto. A um comando de sua vassoura mágica, ela vai parar na charmosa cidadezinha de Moreoastal. Infelizmente, os hotéis locais não aceitam bruxas e a polícia a flagra fazendo algumas travessuras.




Antes de fazer a resenha, queria fazer uma confissão: eu mexi um pouco na ordem cronológica das animações. O Túmulo dos Vagalumes é posterior ao lançamento de Serviço de Entregas da Kiki. Foi lançado dois anos depois. Me justifico porque o Túmulo dos Vagalumes é um anime bem pesado e eu precisava estar no espírito específico para ver a animação. Desculpas à parte, voltemos para a programação normal.

Nos dias de hoje, boa parte dos estúdios de animação concebem enredos escalafobéticos que apresentam altas ideias e acabam deixando o espectador confuso. Mas, O Serviço de Entregas da Kiki é uma aula feita pelo senhor Hayao Miyazaki de como podemos fazer coisas incríveis com enredos absolutamente simples. A gente não sente nenhuma dificuldade em entender as coisas que acontecem no desenho e nada escapa ao espectador. Essa é uma das grandes qualidades do estúdio.

A história tem Kiki como personagem central. Ao fazer 13 anos ela se prepara para sua jornada. Kiki é uma bruxinha e, segundo as tradições, deve passar um ano longe dos pais para aprender a viver no mundo dos homens. Ela precisa escolher uma cidade e se não tiver nenhuma bruxa vivendo nesta cidade, ela passa a "pertencer à cidade". Kiki é uma menina esperta e prestativa, mas também muito atrapalhada. Seu sonho é ser a bruxa de alguma cidade que tenha mar. Ela constrói uma vassoura, mas sua mãe recomenda que ela use a velha vassoura que lhe foi dada por sua avó. Junto com Jiji, seu gato preto de estimação e melhor amigo, ela parte em direção à sua jornada. Nossa protagonista finalmente encontra uma cidade à beira do mar, mas esta é uma cidade magnífica e enorme. Ao mesmo tempo em que fica maravilhada com sua nova moradia, ela fica confusa diante da imensidão de tudo. As pessoas na cidade parecem não lhe dar bola e ela passa muitas dificuldades até encontrar Ozono, uma senhora dona de uma padaria que se afeiçoa muito à Kiki. Ozono ajuda Kiki a montar um serviço de entregas usando a habilidade da protagonista em voar.

Preciso dizer logo de cara que achei o visual de O Serviço de Entregas da Kiki mais atrativo do que Meu Vizinho Totoro. Acho que Miyazaki quis inventar um pouco na composição das cenas o que acabou deixando algumas cenas um pouco estranhas. Novamente, Miyazaki trabalha bastante com uma palheta de cores pasteis, mas dessa vez predomina o verde da floresta e o bege das casas. O visual da cidade é muito agradável. Me parece que Miyazaki se inspirou em cidades costeiras italianas para montar a cidade onde Kiki permanece. Eu associaria muito à Gênova ou à região costeira (e sem canais) da cidade de Veneza. É absurdo perceber como o Studio Ghibli consegue compor uma cidade com o nível dos mecanismos de animação da época. As pessoas que vivem na cidade tem personalidade, rostos e movimentação diferentes. Falar disso hoje é bobagem porque podemos jogar este tipo de efeito em algum programa de animação 3D pesado e ele faz todo o trabalho. Mas, O Serviço de Entregas da Kiki é uma animação produzida em 1989 em que não tinha metade desses instrumentos de animação. Quase tudo era feito à mão. Isso dá um valor enorme ao trabalho feito pelo estúdio. E digo mesmo: a animação não deixa nada a desejar a nenhum dos dias atuais.

Outro elemento que me chamou muito a atenção foi a trilha sonora. Que trilha espetacular. Novamente o estúdio se baseou na música italiana para compor o conjunto de músicas que tocam ao fundo. Algumas das cenas com Kiki voando pela cidade, observando a movimentação das pessoas e uma suave trilha sonora com arranjos feitos com instrumentos de sopro fazem a trilha ser marcante. A gente se sente na beira de uma praia ou andando por uma rua tranquila banhado pelo sol de uma tarde de sábado. Para mim foi uma experiência muito prazerosa.


Miyazaki foge um pouco do lugar comum nas animações japonesas e vai buscar inspiração nas lendas sobre bruxas europeias. Na época, foi muito criativa a ideia do autor. Kiki é uma bruxa que voa em uma vassoura mágica e tem um gato preto. Mas, Miyazaki muda alguns elementos para criar uma história acessível a todas as idades. Por exemplo, Kiki é uma bruxa prestativa e que gosta de ajudar as pessoas. Outro elemento é que as bruxas são vistas como coisas normais e cotidianas. As pessoas não encaram as bruxas com estranhamento. Eu conseguiria até encaixar O Serviço de Entregas da Kiki como uma espécie de realismo mágico, que tem justamente esta característica como pilar: encarar o fantástico como cotidiano. Só que alguns críticos podem alegar que seria estranho já que o subgênero do realismo mágico tende a estar presente mais em obras sul-americanas, portuguesas e espanholas. Também chama a atenção o fato de Jiji ser um gato preto e o animal ser associado ao azar ou mau agouro. Miyazaki também tira isso ao compor seus personagens.

A animação é claramente uma jornada de crescimento. Kiki sai de cada deslumbrada com a novidade de poder ser livre. Ela quer ser importante, mas ao mesmo tempo quer se divertir ao chegar em uma nova cidade. Mas, ela vai ser afogada em preocupações ao perceber que viver sozinha em um lugar estranho pode ser muito difícil. Kiki vai precisar deixar algumas coisas de lado para ganhar novas responsabilidades. Claro que nossa protagonista não pode se esquecer de que é uma jovem em crescimento e não pode viver apenas com responsabilidade. Tanto é que quando ela esquece da diversão e só pensa em trabalhar, ela perde seus poderes. Isso é uma metáfora de como esquecemos quem somos diante de tantas responsabilidades. Mas, com otimismo somos capazes de solucionar todos os nossos problemas. E é quando Kiki percebe que não está sozinha e precisa incorporar um sentimento de desapego que as coisas melhoram e seus poderes retornam.

Percebi também que novamente Miyazaki insere a temática da civilização x natureza. Kiki é uma personagem criada diante do contato com a natureza. Quando ela chega à cidade se vê completamente imersa em um ambiente que não valoriza tanto a natureza. Ela se sente solitária e desconfortável. As situações em que Kiki recupera seu otimismo são todas ligadas à natureza: quando ela está voando e sente o vento batendo em seu rosto ou quando visita Ursula, sua amiga pintora, no meio da floresta. A gente percebe nas animações de Miyazaki o apreço que ele tem no contato com a natureza e como esse contato pode ser transformador para o homem.

Por fim queria tocar rapidamente no tema da aviação (vou comentar melhor quando resenhar Porco Rosso). Miyazaki é um fã de aeronáutica e o vôo e as máquinas voadoras estão sempre presentes em suas animações. Aqui o ideal da aviação está presente no garoto Tombo Coppeli, um menino apaixonado por uma bicicleta com hélice e tem uma quedinha por Kiki. Para mim, Tombo parece muito com a personalidade do próprio Miyazaki. É como se ele tivesse inserido a si mesmo na animação. O espírito do aviador de gostar do vento, de querer ser um só com o céu, está presente na animação. E, pasmem: o dirigível Spirit of Freedom que aparece na animação, é de fato um dirigível que realmente existiu na década de 1930. Isto mostra a paixão do autor por máquinas voadoras.

Enfim, O Serviço de Entregas da Kiki é uma animação muito divertida. Recomendo a qualquer um que deseje ver algo leve em uma tarde de sábado e curtir uma história saudável. Além de dar boas risadas diante das trapalhadas de Kiki e Tombo. Novamente, Miyazaki me proporciona aquelas duas horas descompromissadas em que eu deixo meu espírito se levar para dentro da história apresentada na telinha.

Na próxima semana, vamos de Porco Rosso e vamos falar de aviação.

Ficha Técnica:


Nome: O Serviço de Entregas da Kiki

Diretor: Hayao Miyazaki

Produtor: Hayao Miyazaki

Roteirista: Hayao Miyazaki

Estúdio: Studio Ghibli

País de Origem: Japão

Tempo de Duração: 103 min

Ano de Lançamento: 1989


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Conheçam Lyra, uma menina que estuda em uma imensa academia de estudos exóticos chamada Jordan. Um dia ela faz uma descoberta terrível que vai mudar sua vida para sempre. E ela vai descobrir a existência do Pó, uma substância capaz de realizar tarefas impossíveis.




Este é um livro infanto-juvenil. Pelo menos é o que diz na capa. Muitos de nós torcemos o nariz quando vemos um livro voltado para essa faixa etária. Mas ao analisar mais profundamente e passando alguns capítulos, iremos ver que Philip Pullman escreve uma narrativa extremamente instigante e com altas idéias.

O enredo começa um pouco devagar. O leitor demora um pouco a se apegar aos personagens. Particularmente, só passei a me apegar quando Lyra sai da Jordan (o campus universitário onde a protagonista vive no começo da história). A partir desse momento, as páginas começaram a fluir mais rápido. Achei que o autor foi habilidoso mantendo a ação sempre constante. Normalmente a metade de um livro pode acabar se tornando lento, mas aqui não foi o caso. A jornada de Lyra para o norte nos apresentou um pouco sobre o universo literário de Pullman.

A descoberta inicial de Lyra foi um pouco forçada. Achei que o autor fez com que ela conectasse fatos que não seriam possíveis para uma menina de sua idade. Mas, foi a maneira que ele encontrou para fazer a trama andar. Em algumas oportunidades, Pullman força um pouco a mão no lado revoltado da mesma, tornando-a quase petulante demais. Gostei da idéia dos dimons representarem as emoções dos personagens. Por exemplo, Pantalaimon representa a falta de amadurecimento de Lyra, o macaco dourado representa a fúria interior da mãe de Lyra, e a pantera branca, a prepotência de Lorde Asriel.

Aliás, o casal também é bem construído. Achei que faltou um pouco de tempo mais para explorarmos as motivações da mãe de Lyra. Pullman quis criar a idéia de um tipo de “cientista” que não mede as conseqüências de suas ações. Mas, no fim, ele passou para mim uma segunda impressão não tão clara a princípio: uma mulher amargurada que deseja apenas ser amada. Já Lorde Asriel nunca me escondeu o fato de ele ser o verdadeiro antagonista. A gente percebe logo no começo da história que ele está manipulando os acontecimentos a seu favor. Mas, Pullman tenta esconder isto mostrando as façanhas e os aliados de Asriel, mas sempre acabamos percebendo a presença de um propósito maior por trás.




Sinopse: Lyra Belacqua e seu daemon, Pantalaimon, vivem felizes e soltos entre os catedráticos da Faculdade Jordan, em Oxford. Até que rumores invadem a cidade – são boatos sobre os Papões, sequestradores de crianças que estão espalhando o medo pelo país. Quando seu melhor amigo, Roger, desaparece, Lyra entra em uma perigosa jornada para reencontrá-lo. O que ela não desconfia é que muitas outras forças influenciam seu destino e que sua aventura a levará às terras congeladas do Norte, onde feiticeiras e ursos de armadura se preparam para uma guerra. Embora tenha a ajuda do aletiômetro – um poderoso instrumento que responde a qualquer pergunta –, nada a prepara para os mistérios e a crueldade que encontra durante a viagem. E, mesmo que ainda não saiba, Lyra tem uma profecia a cumprir, e as consequências afetarão muitos mundos além do dela.



O urso Iorek é um personagem complexo. A gente sabe que este é um personagem que precisa ser explorado com calma. Aos poucos vamos conhecendo sua história e como ele chegou até a cidade, tornando-se um ser triste. A jornada de Iorek é muito parecida com a da própria Lyra. Possivelmente este é o principal motivo da profunda ligação entre os personagens. Pullman explora esta jornada de amadurecimento. Lyra deixa de ser uma fedelha aventureira para ser uma pessoa racional à medida em que a trama de desenrola. No final de A Bússola de Ouro, Lyra toma uma série de decisões difíceis, até altruístas, demonstrando a necessidade de seu amadurecimento diante de obstáculos.

Achei bacana a apresentação da sociedade cigana. O autor faz uma leve crítica social ilustrando como eles sofrem preconceito pelo resto da sociedade. São pessoas que existem segundo seus próprios termos, mas são obrigados a viver isolados. Mesmo os pântanos em que eles vivem foram conquistados através da intervenção de Lorde Asriel. Os personagens ciganos que entram em contato com Lyra acabam servindo como pessoas sábias, aconselhando e direcionando a protagonista quanto esta se perdia.

Pullman deixa algumas pontas soltas, mas podemos até entender A Bússola de Ouro como um stand-alone. O filme serve para mostrar algumas particularidades do universo literário (como o comportamento dos dimons), mas o diretor tomou algumas liberdades que prejudicaram o enredo. A história é excelente e de forma alguma pode ser considerada infantil. A maneira como o autor aborda alguns temas como os experimentos em humanos, a selvageria da natureza e a ambição não são nem um pouco bobos.




Ficha Técnica:


Nome: A Bússola de Ouro

Autor: Phillip Pullman

Série: Fronteiras do Universo vol. 1

Editora: Suma

Gênero: Ficção Científica

Tradutora: Eliana Sabino

Número de Páginas: 344

Ano de Lançamento: 2017


Outros livros da série:

A Faca Sutil (vol. 2)


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